{"id":14574,"date":"2017-02-19T15:47:44","date_gmt":"2017-02-19T18:47:44","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=14574"},"modified":"2017-02-19T15:47:44","modified_gmt":"2017-02-19T18:47:44","slug":"14574-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2017\/02\/19\/14574-2\/","title":{"rendered":"Alzira Esp\u00edndola comenta seus 30 anos de carreira"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-14575\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/02\/alziera_e-624x416.jpg\" alt=\"\" width=\"624\" height=\"416\" \/><\/p>\n<p>Por email, Alzira E d\u00e1 suas impress\u00f5es sobre o show que traz a Fortaleza.<!--more--><\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Como ser\u00e1 esse show em Fortaleza?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alzira E &#8211; <\/strong>Devo lhe dizer que me apresento como Alzira E, nos \u00faltimos 10 anos, pois temos uma fam\u00edlia grande e talentosa. Achei melhor trabalhar com uma marca nominal, individual e poder ser uma soma para a fam\u00edlia. \u00c9 com muito prazer tocar para o p\u00fablico de Fortaleza, ter a oportunidade de estar no Nordeste do nosso pa\u00eds com esse repert\u00f3rio memor\u00e1vel e basicamente do Sul.<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Apesar de s\u00f3 terem gravado um disco em dueto, a parceria com sua irm\u00e3 Tet\u00ea j\u00e1 vem de muitos anos. O que voc\u00ea mais gosta desse show em parceria com ela?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alzira E &#8211; <\/strong>O alb\u00fam Anah\u00ed se tornou um s\u00edmbolo de uni\u00e3o pra n\u00f3s, dedicado a nossa m\u00e3e, nos conforta e nos leva a uma viagem desde a inf\u00e2ncia at\u00e9 os dias de hj!<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Al\u00e9m das vozes, esse show tem um encontro de instrumentos de cordas bem curioso. Como s\u00e3o criados os arranjos desse show?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alzira E &#8211; <\/strong>A linguagem sonora dos nossos instrumentos tamb\u00e9m foi um presente desse encontro, pois existe uma complementa\u00e7\u00e3o entre o viol\u00e3o e a craviola , virando uma esp\u00e9cie de marca registrada nossa, nesses arranjos.<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Esse ano seu disco de estreia completa 30 anos. O que esse \u00e1lbum representa para voc\u00ea hoje? Com a passagem do tempo, o que ele ganhou ou perdeu para voc\u00ea?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alzira E &#8211; <\/strong>30 anos passam r\u00e1pido no final das contas, ainda sinto muito a apresentar, aprender, ousar. Ele carrega a pureza da voz ainda jovem e imatura, a fr\u00e1gil linha que j\u00e1 aparecia no caminho das minhas composi\u00e7\u00f5es. O bom \u00e9 que n\u00e3o sinto falta de nada, nem ganhos nem perdas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"&quot;Beijos longos&quot;, por Alzira E e Ney Matogrosso\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oi7guGX24qM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Seu disco de estreia foi produzido por Almir Sater, um dos principais compositores da m\u00fasica sertaneja. No entanto, esse termo \u201cm\u00fasica sertaneja\u201d, hoje, remete, a uma cena apelidada de \u201csertanejo universit\u00e1rio\u201d, que \u00e9 uma maior for\u00e7a da ind\u00fastria fonogr\u00e1fica atual. Qual sua opini\u00e3o sobre essa cena do \u201csertanejo universit\u00e1rio\u201d?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alzira E &#8211; <\/strong>Eu acho que s\u00e3o mais manobras do mercado, de cuja cena me mantenho afastada, mas ainda existe o sertanejo verdadeiro, a m\u00fasica que reflete o mundo brejeiro, a viola caipira, as festas tradicionais e rurais.<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Voc\u00ea foi muito pr\u00f3xima do Itamar Assump\u00e7\u00e3o, um compositor que ainda desperta curiosidade e vem passando por um processo de redescoberta nos \u00faltimos anos. Pra voc\u00ea, quem \u00e9 Itamar Assump\u00e7\u00e3o e qual a import\u00e2ncia de ouvir suas m\u00fasicas ainda hoje?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alzira E &#8211; <\/strong>Itamar tem import\u00e2ncia na minha carreira e na minha vida pessoal. Em 2015 lancei o CD <strong>O Que Vim Fazer Aqui<\/strong>, s\u00f3 com parcerias in\u00e9ditas com ele, do nosso arquivo de composi\u00e7\u00f5es, que n\u00e3o foi pequeno. Estou levando alguns exemplares desse CD para o publico de Fortaleza, esse disco que tem me dado muitas alegrias nesses dois \u00faltimos anos. Itamar esta sempre vivo nos meus dias!!<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Esse ano voc\u00ea completa 60 anos. Se eu pudesse te dar de presente uma parceria in\u00e9dita com qualquer compositor, vivo ou morto, com quem gostaria de fazer uma m\u00fasica e por que?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alzira E &#8211; <\/strong>Talvez eu sonhasse em ter uma parceria com Guimar\u00e3es Rosa, pois o acho fant\u00e1stico, e o r\u00edtmo e a profundidade que tem em as suas estorias. Seria lindo acompanhar ao viol\u00e3o!!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por email, Alzira E d\u00e1 suas impress\u00f5es sobre o show que traz a Fortaleza.<\/p>\n","protected":false},"author":74,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[126,129,283,361],"tags":[],"class_list":["post-14574","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-em-fortaleza","category-entrevistas","category-nacional","category-shows"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14574","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/74"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14574"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14574\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14574"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14574"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14574"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}