{"id":14753,"date":"2017-06-13T17:58:00","date_gmt":"2017-06-13T20:58:00","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=14753"},"modified":"2017-06-13T17:58:00","modified_gmt":"2017-06-13T20:58:00","slug":"nico-rezende-comemora-carreira-com-tributo-a-chet-baker","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2017\/06\/13\/nico-rezende-comemora-carreira-com-tributo-a-chet-baker\/","title":{"rendered":"Nico Rezende comemora carreira com tributo a Chet Baker"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-14754\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/06\/capa_chatbaker-624x890.jpg\" alt=\"\" width=\"624\" height=\"890\" \/><\/p>\n<p>H\u00e1 mais ou menos 30 anos, um dos nomes que mais figurava nas paradas de sucesso era o de <span style=\"color: #800080\"><strong>Nico Rezende<\/strong><\/span>. Esp\u00e9cie de \u201cpai musical\u201d de nomes como Silva e Leoni, o cantor, compositor e pianista paulistano foi respons\u00e1vel por uma infinidade de sucessos que eram ligados por uma f\u00f3rmula certeira de melodias f\u00e1ceis, arranjos modernos, letras acess\u00edveis e muito apelo radiof\u00f4nico. Foi seguindo esse modelo que ele fez can\u00e7\u00f5es que tornaram-se hits nas vozes de Zizi Possi (<em><strong>Perigo<\/strong><\/em>, <em><strong>Noite<\/strong><\/em>), Ritchie (<em><strong>Transas<\/strong><\/em>) e Simone (<em><strong>Amor Expl\u00edcito<\/strong><\/em>), al\u00e9m de <em><strong>Esquece e Vem<\/strong><\/em>, seu maior orgulho como int\u00e9rprete.<!--more--><\/p>\n<p>Findos os anos 80, Nico seguiu gravando alguns \u00e1lbuns com menos repercuss\u00e3o, trabalhou como arranjador para muita gente e se destacou no mercado publicit\u00e1rio. Seu mais novo projeto \u00e9 <span style=\"color: #0000ff\"><strong>Nico Rezende Canta Chet Baker<\/strong><\/span>, DVD gravado em Niter\u00f3i, no Rio de Janeiro, com o repert\u00f3rio sofisticado do trompetista de Oklahoma. Acompanhado de Guilherme Dias Gomes (trompete), Fernando Clark (guitarra), Alex Rocha (contrabaixo) e Andr\u00e9 Tandeta (bateria), ele canta e toca piano em 17 faixas que fazem um breve resumo do que foi um dos maiores m\u00fasicos do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-14755\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/06\/Image60-624x265.jpg\" alt=\"\" width=\"624\" height=\"265\" \/><\/p>\n<p>Chet Baker era virtuoso com eleg\u00e2ncia, intenso sem tristeza e forte com delicadeza. Pelas m\u00e3os de <span style=\"color: #800080\"><strong>Nico Rezende<\/strong><\/span> e banda, ele soa mais pop, em can\u00e7\u00f5es curtas, solos comedidos e com intensidade controlada. O show \u2013 lan\u00e7ado s\u00f3 agora pela Fina Flor \u2013 foi registrado em 5 de junho de 2016, no Teatro da Universidade Federal Fluminense, em Niter\u00f3i. O som do DVD n\u00e3o oferece op\u00e7\u00f5es e as imagens s\u00e3o simples. Assim sendo, sobressai a compet\u00eancia dos m\u00fasicos e a beleza das composi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><em><strong>But not for me<\/strong><\/em> (George\/ Ira Gershwin), <em><strong>Time After Time<\/strong><\/em> (Sammy Cahn\/ Jule Styne), <em><strong>That Old Feeling<\/strong><\/em> (Lee Brown\/ Sammy Fain) e <em><strong>As Time Goes By<\/strong><\/em> (Herman Hupfeld) s\u00e3o algumas das faixas registradas com precis\u00e3o pelo quinteto. <span style=\"color: #800080\"><strong>Rezende<\/strong><\/span>, de fraque, mant\u00e9m aquele ar contido que quem toca jazz acha que tem que ter. N\u00e3o \u00e9 pra menos. Segundo ele mesmo, ali tem um sonho de m\u00fasico sendo realizado. \u201cChet Baker \u00e9 uma refer\u00eancia que carrego desde a adolesc\u00eancia, per\u00edodo em que comecei a ouvir jazz. Sempre tive o sonho de montar um show cantando e tocando as m\u00fasicas dele\u201d, diz o m\u00fasico de 57 anos em material enviado para a imprensa. Ou seja: ele tinha direito de fazer com toda a pompa que um sonho merece.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 mais ou menos 30 anos, um dos nomes que mais figurava nas paradas de sucesso era o de Nico Rezende. 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