{"id":14859,"date":"2017-08-07T11:42:09","date_gmt":"2017-08-07T14:42:09","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=14859"},"modified":"2017-08-07T11:42:09","modified_gmt":"2017-08-07T14:42:09","slug":"caetano-veloso-completa-75-anos-como-inventivo-criador-e-artista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2017\/08\/07\/caetano-veloso-completa-75-anos-como-inventivo-criador-e-artista\/","title":{"rendered":"Caetano Veloso completa 75 anos como inventivo criador e artista"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Caetano Veloso - Reconvexo\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/FYZpzzbEvHo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u201cSe algu\u00e9m tentar explicar ao p\u00fablico anglo-americano quem \u00e9<span style=\"color: #800000\"><strong> Caetano Veloso<\/strong><\/span>, vai acabar construindo um h\u00edbrido de Brian Wilson (Beach Boys), Stevie Wonder, Bob Dylan, Syd Barrett (Pink Floyd), John Lennon e Bob Marley. O mundo pop de l\u00edngua inglesa n\u00e3o tem um Caetano Veloso e \u00e9 provavelmente por isso que gente como Beck, Kurt Cobain e David Byrne o idolatra\u201d, \u00e9 o que diz John Lewis, editor da publica\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica <strong>Time Out<\/strong>, no livro <strong>1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer<\/strong>. E continua: \u201cAndr\u00f3gino, profundamente intelectual e, ainda assim, muito irreverente, ele \u00e9 capaz de se apresentar a plateias do tamanho de um est\u00e1dio de futebol com uma m\u00fasica desavergonhadamente esnobe\u201d.<!--more--><\/p>\n<p>Um estrangeiro demasiado baiano para esquecer suas ra\u00edzes. Entre a bossa sessentista de <strong>Domingo<\/strong> e a bossa roqueira de <strong>Abra\u00e7a\u00e7o<\/strong>, ele abriu espa\u00e7o para samba, sambareggae, frevo, rock, discoteca e ritmos t\u00e3o inclassific\u00e1veis que somente algu\u00e9m de conhecimento enciclop\u00e9dico sobre m\u00fasica poderia mistur\u00e1-los. <span style=\"color: #800000\"><strong>Caetano Veloso<\/strong><\/span> \u00e9 exatamente isso, um bicho flu\u00eddo, antenado, atento, adequ\u00e1vel e sempre moderno. Ou n\u00e3o, ele tamb\u00e9m sabe ser tradicional, interiorano, buc\u00f3lico e conservador.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Baby do Brasil canta &quot;Menino do Rio&quot; com Caetano Veloso\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/G2uVZD6Utzk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>O fato \u00e9 que o filho de Dona Can\u00f4, dona de casa que casou com o funcion\u00e1rio dos Correios Jos\u00e9 Telles Velloso, completa hoje 75 anos, dos quais 50 foram dedicados a uma carreira discogr\u00e1fica que apontou e absorveu muitos caminhos da m\u00fasica brasileira. No entanto, na confus\u00e3o de refer\u00eancias que preenche a cabe\u00e7a de <span style=\"color: #800000\"><strong>Caetano<\/strong> <\/span>\u00e9 imposs\u00edvel compreender sua arte apenas pela m\u00fasica. O irm\u00e3o mais ilustre de Maria Beth\u00e2nia \u00e9 tamb\u00e9m pr\u00f3ximo das artes pl\u00e1sticas e, desde muito pequeno, gostava de desenhar e\u00a0 sonhou em ser pintor. As cal\u00e7adas da pequena Santo Amaro, localizada a 72 km da capital baiana, ficavam mais bonitas quando ele passava.<\/p>\n<p>E como n\u00e3o falar do amor de <span style=\"color: #800000\"><strong>Caetano<\/strong> <\/span>pelo cinema. De cin\u00e9filo apaixonado, ele pode provar um pouco de v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es que a s\u00e9timo arte prop\u00f5e. Um dos seus primeiros trabalhos foi como autor de cr\u00edticas e ensaios sobre seus diretores preferidos. Ele ainda provou da por\u00e7\u00e3o ator atuando, entre outros, em <strong>O Demiurgo<\/strong> (1970), loucura lis\u00e9rgica de Jorge Mautner filmada durante o ex\u00edlio em Londres, e <strong>O Mandarim<\/strong> (1995), pel\u00edcula experimental sobre o cantor M\u00e1rio Reis que traz Caetano interpretando a si mesmo. At\u00e9 o papel de diretor, o baiano teve a oportunidade quando lan\u00e7ou o inclassific\u00e1vel <strong>Cinema Falado<\/strong> (1986). E o que dizer do \u00fanico brasileiro a cantar numa cerim\u00f4nia do Oscar? Em 2003, ele subiu ao palco do Kodak Theatre para interpretar <em><strong>Burn In blue<\/strong><\/em>, ao lado da mexicana Lila Downs. A faixa fez parte da trilha do filme <strong>Frida<\/strong>, de Julie Taymor, e era uma das concorrentes \u00e0 estatueta de melhor can\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Caetano Veloso and Lila Downs - Burn It Blue\" width=\"668\" height=\"501\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YTMSojPcF1g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>E se for para entrar no assunto \u201ctrilha sonora para cinema\u201d, a lista de experi\u00eancias n\u00e3o caberia nesta p\u00e1gina. \u201cEu e o Marcio tivemos o trabalho herc\u00faleo de montar esse quebra cabe\u00e7a quase enlouquecedor. Essa pluralidade talvez tenha sido o grande desafio\u201d, comenta Carlos Eduardo Drummond, que dividiu com Marco Nolasco a rec\u00e9m lan\u00e7ada biografia de <span style=\"color: #800000\"><strong>Caetano Veloso<\/strong><\/span>. Da forma\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio onde os Veloso cresceram at\u00e9 os primeiros anos deste s\u00e9culo, o livro destrincha a vida do compositor em detalhes at\u00e9 constrangedores, como a primeira transa e as rela\u00e7\u00f5es quentes com Regina Cas\u00e9 (musa de <em><strong>Rapte-me, camaleoa<\/strong><\/em>), Vera Zimmermann (<em><strong>Vera gata<\/strong><\/em>) e Paula Lavigne (<em><strong>Branquinha<\/strong><\/em>), que come\u00e7ou a namorar Caetano em 1982, aos 13 anos.<\/p>\n<p>Nas mais de 500 p\u00e1ginas do livro, as min\u00facias sobre o compositor de <em><strong>Voc\u00ea \u00e9 Linda<\/strong> <\/em>e <em><strong>Trilhos Urbanos<\/strong><\/em> foram proporcionadas por horas de pesquisas em peri\u00f3dicos e cerca de 103 entrevistas. \u201cN\u00e3o t\u00ednhamos ideia do tamanho da pesquisa que seria sobre o <span style=\"color: #800000\"><strong>Caetano<\/strong><\/span>\u201d, admite Carlos Eduardo que chegou a visitar todas as escolas por onde passou <span style=\"color: #800000\"><strong>Caetano<\/strong><\/span>, dezenas de amigos e at\u00e9 o sempre desafeto Geraldo Vandr\u00e9, um ferrenho cr\u00edtico do tropicalismo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"CAETANO VELOSO E JORGE MAUTNER   TODO ERRADO clip original\" width=\"668\" height=\"501\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_rLk18UGLyk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u00c9 bem verdade que existe um desafio em escrever uma biografia sobre <span style=\"color: #800000\"><strong>Caetano Veloso<\/strong><\/span>, uma vez que muito j\u00e1 foi escrito e o pr\u00f3prio j\u00e1 lan\u00e7ou <strong>Verdade Tropical<\/strong>, uma an\u00e1lise particular sobre sua vida e obra com ares de biografia. Some a isso o fato de <span style=\"color: #800000\"><strong>Caetano<\/strong> <\/span>ainda estar em plena atividade, j\u00e1 preparando disco novo para ser lan\u00e7ado em breve e que ele j\u00e1 anunciou que n\u00e3o vai ser uma continuidade do trabalho desenvolvido com a Banda C\u00ea. 75 anos e Caetano continua, como define Rita Lee, \u201clapidado pelo tempo\u201d, um \u201chomem-vinho\u201d um \u201ceterno Dorian Gray\u201d.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><br \/>\n<strong> Caetano \u2013 Uma Biografia<\/strong><br \/>\nDe Carlos Eduardo Drummond e Marcio Nolasco<br \/>\nEd. Seoman<br \/>\n544 p\u00e1g.<br \/>\n<strong>Quanto:<\/strong> R$59.90<\/p>\n<p><strong>Discografia selecionada:<\/strong><br \/>\n<strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-14863\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2020-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"99\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2020-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2020-300x298.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2020-768x762.jpg 768w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2020-740x735.jpg 740w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2020-120x119.jpg 120w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2020.jpg 963w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 100px) 100vw, 100px\" \/>Caetano Veloso (1968)<\/strong><br \/>\nApontado como um dos 1001 Discos Para se Ouvir Antes de Morrer, o disco lan\u00e7ou as bases do tropicalismo com faixas como Alegria, Alegria.<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-14864\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2021-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2021-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2021-300x300.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2021-120x120.jpg 120w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2021.jpg 400w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Transa (1972)<\/strong><br \/>\nRetrato dos anos de ex\u00edlio em Londres, o \u00e1lbum de sonoridade ac\u00fastica revela a nostalgia e a saudade de casa. Um ponto alto da obra de Caetano.<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-14865\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2022-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2022-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2022-300x300.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2022-120x120.jpg 120w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2022.jpg 500w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Outras palavras (1981)<\/strong><br \/>\nJ\u00e1 dominando a arte de fazer m\u00fasica pop, Caetano entra nos anos 1980 com \u00e1lbum doce que explode em homenagens a amigos e \u00eddolos, como os Trapalh\u00f5es (Jeito de Corpo)<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-14866\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2023-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2023-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2023-120x121.jpg 120w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Totalmente demais (1986)<\/strong><br \/>\nEm seu primeiro disco ao vivo, Caetano registra a participa\u00e7\u00e3o no projeto Luz do Solo. Acompanhado apenas de viol\u00e3o, ele explora a \u00f3tima voz em Amanh\u00e3, Dom de Iludir e outras.<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-14867\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2024-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2024-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2024-300x300.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2024-120x120.jpg 120w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2024.jpg 400w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Circulad\u00f4 (1991)<\/strong><br \/>\nC\u00e1ustico, cr\u00edtico e pop, o \u00e1lbum tem a explosiva Fora de Ordem, a balan\u00e7ante Boas vindas e a delicada Lindeza. A parceria com Milton Nascimento em A terceira Margem do Rio \u00e9 um destaque.<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-14868\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2025-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2025-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2025-300x300.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2025-120x120.jpg 120w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2025.jpg 400w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Eu n\u00e3o Pe\u00e7o desculpas (2002)<\/strong><br \/>\nDividido com Jorge Mautner, o \u00e1lbum \u00e9 exatamente o que se espera desses dois amigos: m\u00fasica boa misturada com loucura. Morre-se assim e Manjar de Reis s\u00e3o \u00f3timas.<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-14869\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2026-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2026-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2026-300x300.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2026-120x120.jpg 120w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/08\/0608dom2026.jpg 400w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>C\u00ea (2006)<\/strong><br \/>\nGravado ao lado de um trio de jovens m\u00fasicos, o \u00e1lbum abre uma trilogia de estudos sobre o rock, o samba e a bossa nova. Tudo sustentado sobre baixo, bateria e guitarra.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cSe algu\u00e9m tentar explicar ao p\u00fablico anglo-americano quem \u00e9 Caetano Veloso, vai acabar construindo um h\u00edbrido de Brian Wilson (Beach Boys), Stevie Wonder, Bob Dylan,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":74,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[33,60,162,283],"tags":[],"class_list":["post-14859","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-baby-do-brasil","category-caetano-veloso","category-hoje-na-historia","category-nacional"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14859","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/74"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14859"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14859\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14859"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14859"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14859"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}