{"id":1675,"date":"2010-09-28T06:52:13","date_gmt":"2010-09-28T09:52:13","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=1675"},"modified":"2010-09-28T06:52:13","modified_gmt":"2010-09-28T09:52:13","slug":"divina-maravilhosa-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2010\/09\/28\/divina-maravilhosa-2\/","title":{"rendered":"Divina, maravilhosa"},"content":{"rendered":"<p>(<em><span style=\"color: #808080\">Continua\u00e7\u00e3o<\/span><\/em>)<\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-1677\" href=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/divina-maravilhosa-2\/gal-costa-magrinha\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-1677\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2010\/09\/gal-costa-magrinha.jpg\" alt=\"\" width=\"267\" height=\"400\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2010\/09\/gal-costa-magrinha.jpg 267w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2010\/09\/gal-costa-magrinha-120x180.jpg 120w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 267px) 100vw, 267px\" \/><\/a>Dando continuidade \u00e0 discografia comentada de <strong><span style=\"color: #ff0000\">Gal Costa<\/span><\/strong>, conhe\u00e7a aqui os disco que marcam uma nova fase na carreira da baiana. Ap\u00f3s uma estreia bossa novista e a entrada no movimento Tropicalista, ela muyda voz, repert\u00f3rio e visual e d\u00e1 novo f\u00f4lego ao trabalho.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #008000\"><strong>Gal Tropical<\/strong> <\/span>(1979) \u2013 Ao lado de Elis Regina e Maria Beth\u00e2nia, Gal come\u00e7a a ser vista como uma das tr\u00eas maiores estrelas da MPB. Em fase extremamente popular, ela come\u00e7a a se mostrar como s\u00edmbolo sexual, com direito a p\u00f4ster interno no disco. Um dos seus maiores sucessos de venda, Tropical traz <strong><em>For\u00e7a estranha<\/em><\/strong>, <strong><em>Balanc\u00ea<\/em><\/strong> e as regrava\u00e7\u00f5es de <strong><em>\u00cdndia<\/em><\/strong> e <strong><em>Meu nome \u00e9 Gal<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #ffcc00\"><strong>Aquarela do Brasil<\/strong> <\/span>(1980) \u2013 Novo tributo a um s\u00f3 compositor, este vem para Ary Barroso. Um cl\u00e1ssico atr\u00e1s de outro. Al\u00e9m de <strong><em>No tabuleiro da baiana<\/em><\/strong>, junto com <strong><span style=\"color: #008000\">Caetano Veloso<\/span><\/strong>, ela regrava com sucesso <strong><em>\u00c9 luxo s\u00f3<\/em><\/strong>, <strong><em>Na baixa do sapateiro<\/em><\/strong> e a obrigat\u00f3ria <strong><em>Aquarela do Brasil<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>&#8211; <strong><span style=\"color: #ff6600\">Fantasia <\/span><\/strong>(1981) \u2013 Novo sucesso garantido que traz registrado can\u00e7\u00f5es at\u00e9 hoje obrigat\u00f3rias em seu repert\u00f3rio. <strong><em>Canta Brasil<\/em><\/strong>, <strong><em>Meu bem, meu mal<\/em><\/strong>, <strong><em>Festa no interior<\/em><\/strong> s\u00e3o s\u00f3 algumas. <strong><em>Estrela, estrela<\/em><\/strong> encerra o disco em alt\u00edssimo n\u00edvel.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #0000ff\"><strong>Minha Voz<\/strong> <\/span>(1982) \u2013 A usina de sucesso parece n\u00e3o parar mais de trabalhar. <strong><em>Azul<\/em><\/strong>, de Djavan, <strong><em>Dom de iludir<\/em><\/strong>, de Caetano Veloso, <strong><em>Bloco do prazer<\/em><\/strong>, de Moraes Moreira e Fausto Nilo, e <strong><em>Verbos do amor<\/em><\/strong>, de Jo\u00e3o Donato e Abel Silva, marcaram. Pela primeira vez ela se junta ao <strong><span style=\"color: #000080\">Roupa Nova<\/span><\/strong>, em <strong><em>Solar<\/em><\/strong>, de Milton Nascimento.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #008080\"><strong>Baby Gal<\/strong> <\/span>(1983) \u2013 Praticamente uma continua\u00e7\u00e3o do disco anterior, Baby Gal repete a parceria com o <strong><span style=\"color: #808000\">Roupa Nova<\/span><\/strong>, agora na regrava\u00e7\u00e3o de <strong><em>Baby<\/em><\/strong>. O destaque fica para a bel\u00edssima <strong><em>Eternamente<\/em><\/strong>, de Tunai, S\u00e9rgio Natureza e Liliane.<\/p>\n[youtube]http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=FAs7N3wKLcg[\/youtube]\n<p>&#8211; <strong><span style=\"color: #ff9900\">Profana<\/span><\/strong> (1984) \u2013 Ap\u00f3s anos na Philips, Gal Costa troca de gravadora e vai para a BMG e lan\u00e7a o fraco Profana. <span style=\"color: #008000\"><strong>Roupa Nova<\/strong> <\/span>mais uma vez aparece, agora no mega sucesso <strong><em>Chuva de prata<\/em><\/strong>. <strong><em>Nada mais<\/em><\/strong>, vers\u00e3o de Ronaldo Bastos para <strong><em>Lately<\/em><\/strong>, de Stevie Wonder, \u00e9 \u00f3tima. <span style=\"color: #99cc00\"><strong>Luiz Gonzaga<\/strong> <\/span>divide <strong><em>Tem pouca diferen\u00e7a<\/em><\/strong> com sucesso.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #808000\"><strong>Bem Bom<\/strong> <\/span>(1985) \u2013 <span style=\"color: #0000ff\"><strong>Caetano Veloso<\/strong> <\/span>participando de <strong><em>Sorte<\/em><\/strong> e <span style=\"color: #808080\"><strong>Tim Maia<\/strong> <\/span>em <strong><em>Um dia de domingo<\/em><\/strong>, garantem o sucesso do tamb\u00e9m fraco Bem bom. J\u00e1 acostumada \u00e0 fama de diva, Gal come\u00e7a a se mostrar repetitiva no repert\u00f3rio.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #ff6600\"><strong>Lua de Mel Como o Diabo Gosta<\/strong> <\/span>(1987) \u2013 Num disco com forte acento pop, Gal Costa regrava <strong><em>Lua de Mel<\/em><\/strong>, de Lulu Santos, e <strong><em>Here, There and Everywhere<\/em><\/strong>, dos Beatles. Esta \u00faltima virou <strong><em>Viver e reviver<\/em><\/strong>, vertida para o portugu\u00eas por Fausto Nilo.<\/p>\n<p>&#8211; <strong><span style=\"color: #0000ff\">Plural<\/span><\/strong> (1990) \u2013 A ax\u00e9 music n\u00e3o perdoou ningu\u00e9m, nem Gal Costa que abre a d\u00e9cada com o batuque de <strong><em>Salvador n\u00e3o inerte<\/em><\/strong> e <strong><em>Ladeira do Pel\u00f4<\/em><\/strong>. Na percuss\u00e3o, um certo Carlos Brown, ainda pouco conhecido. Dos cl\u00e1ssicos, as \u00f3timas <strong><em>Nua ideia<\/em><\/strong> e <strong><em>Algu\u00e9m me disse<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>&#8211; <strong><span style=\"color: #ff0000\">Gal<\/span><\/strong> (1992) \u2013 Dividido em duas partes, o disco j\u00e1 chama aten\u00e7\u00e3o pelas belas fotos de Gal. Na primeira parte, mais imers\u00e3o na m\u00fasica baiana e <strong><em>Coisas nossas<\/em><\/strong>, de Noel Rosa, pra justificar tanta negritude. Na segunda parte, Tom Jobim, Cartola e mais Noel Rosa, agora com <strong><em>Feitio de ora\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong>.<\/p>\n[youtube]http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=RkzwNOTkGOs[\/youtube]\n<p>&#8211; <span style=\"color: #808000\"><strong>O Sorriso do Gato de Alice<\/strong> <\/span>(1993) \u2013 O melhor disco da Gal na d\u00e9cada de 1990. Produzido por Arto Lindsay, ele junta composi\u00e7\u00f5es de Caetano Veloso, Jorge Ben Jor, Gilberto Gil e Djavan. <span style=\"color: #ff9900\"><strong>Paulinho da Viola<\/strong> <\/span>toca na lind\u00edssima <strong><em>Err\u00e1tica<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #008000\"><strong>Mina d&#8217;\u00c1gua do Meu Canto<\/strong> <\/span>(1995) \u2013 Longo tributo (17 faixas) a Caetano Veloso e Chico Buarque. A dupla de homenageados se encontra para compor <strong><em>Como um samba de adeus<\/em><\/strong>, dedicado a Tom Jobim. Entre novas e antigas, Gal impressiona pela \u00f3tima interpreta\u00e7\u00e3o e pelo bel\u00edssimo encarte.<\/p>\n<p>&#8211; <strong><span style=\"color: #808000\">Ac\u00fastico MTV<\/span><\/strong> (1997) \u2013 A convite do canal, Gal faz uma revis\u00e3o de sua carreira dando um forte acento na sua veia pop. Os convidados deixam isso claro: <strong><span style=\"color: #ff00ff\">Herbert Vianna<\/span><\/strong>, <strong><span style=\"color: #00ff00\">Frejat<\/span><\/strong>, <span style=\"color: #000080\"><strong>Luiz Melodia<\/strong> <\/span>e <strong><span style=\"color: #993366\">Zeca Baleiro<\/span><\/strong>. Destaque para <strong><em>Aquarela do Brasil<\/em><\/strong> e <strong><em>Baby<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #ff6600\"><strong>Aquele Frevo Ax\u00e9<\/strong> <\/span>(1998) \u2013 Entrando numa sequencia de discos menos inspirada, Gal faz um apanhado de can\u00e7\u00f5es \u00f3bvias e d\u00e1 a sua vers\u00e3o. <strong><em>Voc\u00ea<\/em><\/strong>, <strong><em>Esquadros<\/em><\/strong> e <strong><em>Quase um segundo<\/em><\/strong>, s\u00e3o algumas. Destaque para<strong><em> Imuniza\u00e7\u00e3o racional<\/em><\/strong> de Tim Maia.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #339966\"><strong>Gal Costa Canta Tom Jobim Ao Vivo<\/strong> <\/span>(1999) \u2013 Ao lado de uma orquestra e produzida por Marco Mazzola, Gal lan\u00e7a seu primeiro disco duplo em homenagem ao maestro soberano Tom Jobim. O repert\u00f3rio \u00e9 o b\u00e1sico: <strong><em>Samba do avi\u00e3o<\/em><\/strong>, <strong><em>L\u00edgia<\/em><\/strong>, <strong><em>Desafinado<\/em><\/strong> e outras 21.<\/p>\n<p>&#8211; <strong><span style=\"color: #ff0000\">Gal de Tantos Amores<\/span><\/strong> (2001) \u2013 Com apenas uma in\u00e9dita, <strong><em>Caminhos do mar<\/em><\/strong>, o disco traz uma s\u00e9rie de regrava\u00e7\u00f5es pescadas de repert\u00f3rios alheios o da pr\u00f3pria Gal. <strong><em>Folhetim<\/em><\/strong>, <strong><em>For\u00e7a estranha<\/em><\/strong>, <strong><em>Que maravilha<\/em><\/strong> s\u00e3o algumas, mas prefira as originais. <strong><em>Apaixonada<\/em><\/strong>, de Nelson e Ed Motta, foi tirada da trilha sonora do filme \u201cA partilha\u201d.<\/p>\n<p>\u00a0[youtube]http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=5IREItRIqZc[\/youtube]\n<p>&#8211; <span style=\"color: #993300\"><strong>Bossa Tropical<\/strong> <\/span>(2002) \u2013 Nova mudan\u00e7a de gravadora, agora para a Abril, e ela lan\u00e7a um trabalho que pouco se falou. O repert\u00f3rio tira para v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es. Arnaldo Antunes, Chico C\u00e9sar, Vander Lee, e Tom Jobim.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #808080\"><strong>Todas as Coisas e Eu<\/strong> <\/span>(2003) \u2013 Seguindo o modelo dos anteriores, Gal regrava compositores tarimbados e n\u00e3o surpreende. <strong><em>Folhas secas<\/em><\/strong>, <strong><em>Kalu<\/em><\/strong>, <strong><em>Fita amarela<\/em><\/strong>, <strong><em>Pra machucar meu cora\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong> s\u00e3o algumas entre as 15 faixas.<\/p>\n<p>&#8211; <strong><span style=\"color: #ff9900\">Hoje<\/span><\/strong> (2005) \u2013 Em resposta \u00e0s cr\u00edticas de que n\u00e3o lan\u00e7a mais nada de novo, Gal faz uma sele\u00e7\u00e3o de novos compositores para sua estreia na gravadora Trama. Em tempos bicudos para quem quer tocar no r\u00e1dio, ele lan\u00e7a um bom disco que ficou meio apagado. Acompanhada pelo piano m\u00e1gico de <strong><span style=\"color: #0000ff\">C\u00e9sar Camargo Mariano<\/span><\/strong>, ela faz boas interpreta\u00e7\u00f5es em <strong><em>Nada a ver<\/em><\/strong>, <strong><em>Hoje<\/em><\/strong> e <strong><em>Embebedado<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>&#8211; <span style=\"color: #3366ff\"><strong>Gal Costa Live At The Blue Note<\/strong> <\/span>(2006) \u2013 Gravado no lend\u00e1rio palco de jazz de Nova York, Blue Note, Gal desfila um repert\u00f3rio formado basicamente por Tom Jobim e Ary Barroso. De fora, sambas antigos. Acompanhada por um quarteto de viol\u00e3o, bateria, baixo e sopros, a cantora se mostra \u00e0 vontade, conversa com a plateia e faz um belo registro, lan\u00e7ado inicialmente no mercado americano.<\/p>\n[youtube]http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=aNO&#8211;lnvX8g[\/youtube]\n<p>&#8211; <span style=\"color: #ff00ff\"><strong>Gal Costa Ao Vivo<\/strong> <\/span>(2006) \u2013 Registro ao vivo da turn\u00ea do disco \u201cHoje\u201d. 35 anos depois, ela resgata can\u00e7\u00f5es do seu eterno cl\u00e1ssico Fatal. <strong><em>Fruta gog\u00f3ia<\/em><\/strong> e <strong><em>Antonico<\/em><\/strong> s\u00e3o algumas. Tem ainda <strong><em>Juventude transviada<\/em><\/strong>, de Luiz Melodia, e <strong><em>Coisa mais linda<\/em><\/strong>, de Carlos Lyra.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(Continua\u00e7\u00e3o) Dando continuidade \u00e0 discografia comentada de Gal Costa, conhe\u00e7a aqui os disco que marcam uma nova fase na carreira da baiana. 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