{"id":17669,"date":"2017-12-20T19:32:32","date_gmt":"2017-12-20T21:32:32","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/?p=17669"},"modified":"2017-12-21T12:39:10","modified_gmt":"2017-12-21T14:39:10","slug":"toninho-horta-lanca-livro-em-show-no-cafe-couture","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2017\/12\/20\/toninho-horta-lanca-livro-em-show-no-cafe-couture\/","title":{"rendered":"Toninho Horta lan\u00e7a livro em show no Caf\u00e9 Couture"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-17670\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/12\/IMG_0415-740x493.jpg\" alt=\"\" width=\"740\" height=\"493\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/12\/IMG_0415-740x493.jpg 740w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/12\/IMG_0415-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/12\/IMG_0415-768x512.jpg 768w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/12\/IMG_0415-120x80.jpg 120w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><\/p>\n<p>Quando o Brasil conheceu o Clube da Esquina, em 1972, ele teve contato n\u00e3o s\u00f3 com um grupo de can\u00e7\u00f5es que tornaram-se cl\u00e1ssicos da m\u00fasica brasileira. Aquele \u00e1lbum foi respons\u00e1vel tamb\u00e9m por apresentar uma turma de jovens m\u00fasicos mineiros que, no futuro, iriam se tornar refer\u00eancias nacionais e internacionais. L\u00f4 Borges, que co-assina o disco com Milton Nascimento, era apenas uma delas.<!--more--><\/p>\n<p>No meio daquela cena, que tinha Beto Guedes, Fl\u00e1vio Venturini, Wagner Tiso e outros, um guitarrista fez do seu instrumento uma marca registrada daquele novo som. Era Ant\u00f4nio Maur\u00edcio Horta de Melo, o<span style=\"color: #800080\"><strong> Toninho Horta<\/strong><\/span>, que hoje, 20, conta sua hist\u00f3ria e mostra suas can\u00e7\u00f5es no Caf\u00e9 Couture. O m\u00fasico vem a Fortaleza lan\u00e7ar o livro <strong>108 Partituras de Toninho Horta<\/strong>, que traz fotos, textos e diagramas de acordes para piano e viol\u00e3o que revelam detalhes de arranjos em que ele trabalhou.\u00a0\u00a0Na ocasi\u00e3o, ele ainda faz uma jam session ao lado de m\u00fasicos como Cain\u00e3 Cavalcante, N\u00e9lio Costa, M\u00e1rcio Resende e outros.<\/p>\n<p>E hist\u00f3rias envolvendo m\u00fasica \u00e9 algo que <span style=\"color: #800080\"><strong>Toninho<\/strong> <\/span>tem de sobra na bagagem. Desde a primeira composi\u00e7\u00e3o, com cerca de 13 anos, ele foi construindo uma estrada luminosa na m\u00fasica popular e no jazz. Nessa estrada, ele conheceu e trabalhou ao lado de grandes estrelas da m\u00fasica. Elis Regina, Pat Metheny, George Duke, Maria Beth\u00e2nia, Lisa Ono e Eliane Elias s\u00e3o s\u00f3 algumas delas. Para ele, todos esses nomes t\u00eam sua import\u00e2ncia. \u201cMas, na verdade, acaba se tornando especial, naturalmente, as pessoas que dividiram mais discos comigo. O pessoal do Clube da Esquina, o (guitarrista) Jack Lee, da Coreia, a Joyce, minha parceira com quem me apresentei do Jap\u00e3o \u00e0 Conchichina\u201d, lista o m\u00fasico falando por telefone de Juazeiro do Norte, onde esteve esta semana lan\u00e7ando o livro.<\/p>\n<p><strong>108 Partituras de Toninho Horta<\/strong> \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o independente lan\u00e7ada pela produtora Terra dos P\u00e1ssaros, de <span style=\"color: #800080\"><strong>Toninho<\/strong><\/span>. O livro \u2013 lan\u00e7ado em junho e j\u00e1 indo pra segunda edi\u00e7\u00e3o \u2013 levou quatro anos pra ficar pronto e fez o guitarrista vasculhar velhos arquivos em busca de lembran\u00e7as pessoais e musicais. \u201cMuita partitura se perdeu e tive que recorrer aos m\u00fasicos que tocavam comigo\u201d, lembra ele que contou com uma equipe que inclu\u00eda suas irm\u00e3s. \u201cFiz tudo em casa\u201d.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080\"><strong>Toninho<\/strong> <\/span>conta que, entre as partituras selecionadas para o livro, est\u00e3o sucessos e can\u00e7\u00f5es mais raras, e j\u00e1 inclui can\u00e7\u00f5es do \u00e1lbum que ele vai lan\u00e7ar em 2018. <strong>Belo Horizonte<\/strong> \u00e9 um disco duplo que se divide entre in\u00e9ditas e regrava\u00e7\u00f5es, e conta com as vozes de Joyce, Lisa Ono e Jo\u00e3o Bosco. Ele tamb\u00e9m tem um convite para voltar a gravar no ano que vem em Nova York, onde ele morou por muitos anos. \u201cTenho uma expectativa grande por esse convite por que vai ter uma novidade, que sou eu cantando em ingl\u00eas pela primeira vez\u201d, adianta o m\u00fasico que, mesmo conhecido pelo lado instrumentista, gosta do papel de cantor. \u201cGosto porque consigo refletir m\u00fasicas minhas com uma divis\u00e3o mais musical. N\u00e3o que eu tenha uma bela voz. Lembrei que o Chet Baker fez um sucesso cantando, mas n\u00e3o tinha voz nenhuma. N\u00e3o tenho essa pretens\u00e3o.\u00a0Mas muita gente me quer pra fazer vocal tamb\u00e9m. Descobri que os americanos gostam tamb\u00e9m\u201d.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><br \/>\n<strong> Jam Session com Toninho Horta<\/strong><br \/>\n<strong> Onde:<\/strong> Caf\u00e9 Couture (rua dos Tabajaras, 554 &#8211; Praia de Iracema<br \/>\n<strong>Quando:<\/strong> hoje, 20, \u00e0s 20 horas<br \/>\n<strong>Quanto:<\/strong> R$ 20 (couvert)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando o Brasil conheceu o Clube da Esquina, em 1972, ele teve contato n\u00e3o s\u00f3 com um grupo de can\u00e7\u00f5es que tornaram-se cl\u00e1ssicos da m\u00fasica&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":74,"featured_media":17670,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[126,361],"tags":[],"class_list":["post-17669","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-em-fortaleza","category-shows"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17669","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/74"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17669"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17669\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17671,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17669\/revisions\/17671"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17670"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17669"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17669"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17669"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}