{"id":17698,"date":"2017-12-28T17:01:51","date_gmt":"2017-12-28T19:01:51","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/?p=17698"},"modified":"2017-12-28T17:02:30","modified_gmt":"2017-12-28T19:02:30","slug":"retrospectiva-2017-novidades-reencontros-e-melodias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2017\/12\/28\/retrospectiva-2017-novidades-reencontros-e-melodias\/","title":{"rendered":"Retrospectiva 2017: Novidades, reencontros e melodias"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_15028\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-15028\" class=\"size-large wp-image-15028\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/10\/DSC_6219-740x470.jpg\" alt=\"\" width=\"740\" height=\"470\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/10\/DSC_6219-740x470.jpg 740w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/10\/DSC_6219-300x191.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/10\/DSC_6219-768x488.jpg 768w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/10\/DSC_6219-120x76.jpg 120w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><p id=\"caption-attachment-15028\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Rubens Rodrigues<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nenhuma boa surpresa pode superar o fato de eu ter visto os Novos Baianos ao vivo em Fortaleza este ano. Pepeu Gomes, que m\u00fasico, que frontman, que guitarrista! Baby do Brasil em grande forma, cada vez mais acelerada. Paulinho Boca de Cantor, a mesma afina\u00e7\u00e3o, a mesma simplicidade potente. Moraes Moreira, s\u00e9rio, compenetrado, mas ali presente. Mesmo estando clara a falta de intera\u00e7\u00e3o e calor entre todos, e o excesso de egos inchados, ver meus \u00eddolos juntos, tocando seus cl\u00e1ssicos, foi um sonho realizado. Mesmo que atrasado.<\/p>\n<p>N\u00e3o poderia come\u00e7ar minha retrospectiva pessoal por outro ponto.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 preciso lembrar a surpresa negativa. Era domingo de manh\u00e3 quando soube da morte de Belchior. Um dia de trabalho intenso e informa\u00e7\u00f5es vindas de diversos cantos. Calou-se, em 30 de abril, o porta-voz de uma gera\u00e7\u00e3o de migrantes, nordestinos, fil\u00f3sofos bo\u00eamios. Por outro lado, o cearense voltaria a ser lembrado por suas composi\u00e7\u00f5es. De uma piada que fugia da cobran\u00e7a de hot\u00e9is e se metia em trapalhadas mal explicadas, ele voltou a ser tratado como o artista de primeira grandeza que sempre foi.<\/p>\n<p>https:\/\/youtu.be\/SEsWJJAZ8pY<\/p>\n<p>Por falar em m\u00fasica cearense, alguns lan\u00e7amentos deste ano merecem ser (re)escutados com aten\u00e7\u00e3o. Nascida na Fran\u00e7a, mas crescida em Fortaleza, Laya deu seu nome ao disco de estreia, um trabalho de peso roqueiro com clima setentista que chegou em formato f\u00edsico este ano. Tamb\u00e9m atriz e cantora, Soledad estreou em disco com um trabalho fruto da sua passagem pela escola Porto Iracema das Artes. Produzido pelo paulistano Gui Amabis, Soledad, o disco, aposta em climas quentes, sussurros e interpreta\u00e7\u00f5es fortes.<\/p>\n<p>O mesmo pode ser dito da estreia do quarteto Mad Monkees.<\/p>\n<p>Roqueiros at\u00e9 o talo, a banda comandada por Felipe Cazaux contou com Carlos Eduardo Miranda para produzir um \u00e1lbum forte, coeso e urgente. Outro trabalho digno de nota \u00e9 a parceria de Oscar Arruda com a banda Astronauta Marinho. Trabalho feito com min\u00facias, detalhes burilados, o \u00e1lbum que consolida essa parceria \u00e9 uma obra de arte, da capa \u00e0 audi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mad Monkees (2017 - Full Album)\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9B6zd58-t0w?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Saindo de Fortaleza, outros dois t\u00f3picos devem ser lembrados nessa sempre perigosa sele\u00e7\u00e3o de destaques do ano. Um deles foi a 19\u00aa Mostra Sesc Cariri, sempre relevante na troca de experi\u00eancias entre o que se produz na regi\u00e3o e o que vem de fora para integrar a programa\u00e7\u00e3o. Momboj\u00f3, As Bahias e a Cozinha Mineira e As Chicas sendo acompanhadas pelo p\u00fablico \u00e9 s\u00f3 um exemplo da diversidade do festival. O outro ponto s\u00e3o os 50 anos de Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band. Entre as dezenas de efem\u00e9rides celebradas pelos f\u00e3s dos Beatles, redescobrir hist\u00f3rias desse \u00e1lbum que mexeu com a ind\u00fastria musical de forma irrevers\u00edvel \u00e9 uma forma de valorizar o pop que vai muito al\u00e9m do descart\u00e1vel e \u00e9 tratado como obra de arte. E ano que vem tem mais efem\u00e9ride beatleman\u00edaca, com os 50 anos de \u201c\u00c1lbum Branco\u201d.<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito, quase ia esquecendo uma not\u00edcia que correu agora quase no finzinho do ano. Liam Gallagher, mais uma vez pelo Twitter, disse que est\u00e1 tudo bem entre ele e seu irm\u00e3o Noel, e ainda que estaria esperando pelo encontro da fam\u00edlia para o Natal. As duas cabe\u00e7as (duras) por tr\u00e1s do Oasis viveram \u00e0s turras at\u00e9 anunciarem o fim da banda em 2009. O an\u00fancio desse armist\u00edcio acende aquela velha esperan\u00e7a de ver a dupla de volta no palco. Principalmente sabendo que ambos lan\u00e7aram disco &#8211; cercados de elogios &#8211; este ano. Vejamos o que 2018 nos reserva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Nenhuma boa surpresa pode superar o fato de eu ter visto os Novos Baianos ao vivo em Fortaleza este ano. 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