{"id":18690,"date":"2018-08-06T09:13:39","date_gmt":"2018-08-06T12:13:39","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/?p=18690"},"modified":"2018-08-08T23:25:26","modified_gmt":"2018-08-09T02:25:26","slug":"duda-beat-canta-as-dores-do-amor-com-batidas-de-tecnobrega-e-axe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2018\/08\/06\/duda-beat-canta-as-dores-do-amor-com-batidas-de-tecnobrega-e-axe\/","title":{"rendered":"Duda Beat canta as dores do amor com batidas de tecnobrega e ax\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_18699\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18699\" class=\"size-large wp-image-18699\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/08\/foto-DUDA-BEAT_cr\u00e9dito-Vidafodona-3-740x740.jpg\" alt=\"\" width=\"740\" height=\"740\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/08\/foto-DUDA-BEAT_cr\u00e9dito-Vidafodona-3-740x740.jpg 740w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/08\/foto-DUDA-BEAT_cr\u00e9dito-Vidafodona-3-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/08\/foto-DUDA-BEAT_cr\u00e9dito-Vidafodona-3-300x300.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/08\/foto-DUDA-BEAT_cr\u00e9dito-Vidafodona-3-768x768.jpg 768w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/08\/foto-DUDA-BEAT_cr\u00e9dito-Vidafodona-3-120x120.jpg 120w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><p id=\"caption-attachment-18699\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Vidafodona<\/p><\/div>\n<p><strong>Por Renato Ab\u00ea (renatoabe@opovo.com.br)<\/strong><\/p>\n<p>Aos 18 anos, Eduarda Bittencourt sonhava com a aprova\u00e7\u00e3o no curso de medicina. Focada nesse objetivo, a estudante mudou para o Rio de Janeiro na busca por um leque maior de vagas dispon\u00edveis em universidades p\u00fablicas. Treze anos depois, por\u00e9m, a menina que se sonhou anestesista tem lidado com outras dores. Ela agora \u00e9 <strong>Duda Beat<\/strong> e apresenta seu primeiro disco, <strong>Sinto Muito<\/strong> (ou\u00e7a <a href=\"http:\/\/bit.ly\/DUDABEATSintoMuito\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>), \u00e1lbum no qual abre o cora\u00e7\u00e3o para falar de uma desilus\u00e3o amorosa avassaladora vivida por ela. A &#8220;bad&#8221; da cantora, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 nada pra baixo. Ela se mune de ritmos latinos, trap, ax\u00e9, reggae e tecnobrega para cantar o desamor.<!--more--><\/p>\n<p>&#8220;O disco \u00e9 t\u00e3o m\u00faltiplo quanto todos n\u00f3s. Tem dias que voc\u00ea ri da pr\u00f3pria desgra\u00e7a, tem dias que senta na cama e chora, tem dias que est\u00e1 numa vibe mais amargurada. O g\u00eanero de cada can\u00e7\u00e3o dialoga muito com o esp\u00edrito do sentimento que a inspirou&#8221;, explica Duda, em entrevista ao O POVO. Compositora e int\u00e9rprete, ela acabou n\u00e3o ingressando mesmo na \u00e1rea da sa\u00fade e hoje seu foco maior \u00e9 a carreira art\u00edstica.<\/p>\n<p>Ao longo de 11 faixas, <strong>Sinto Muito<\/strong> aborda os diferentes \u00e2ngulos de uma paix\u00e3o cheia de sofrimentos. Sem perder de vista, por\u00e9m, a alegria, o bom humor e a leveza que as rela\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m t\u00eam. O trabalho foi produzido por Tom\u00e1s Tr\u00f3ia, cujo encontro extrapolou o contato profissional e se transformou em romance. A &#8220;bad&#8221; das composi\u00e7\u00f5es do passado, ent\u00e3o, abriu espa\u00e7o para um amor bem resolvido do presente. &#8220;Dividir isso com o mundo foi essencial para a minha cura. A transforma\u00e7\u00e3o de dor em festa s\u00f3 foi poss\u00edvel porque revisitei minhas dores e coloquei para fora todo esse sentimento&#8221;, versa.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"DUDA BEAT - Back to Bad (Clipe Oficial)\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/1lWR1si3MOk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Apesar de s\u00f3 agora estar lan\u00e7ando o debut, <strong>Duda<\/strong> j\u00e1 tinha aparecido, mesmo que timidamente, nos backing vocal dos discos <em>Sintoma<\/em>, do Castello Branco, e <em>Letrux Em Noite de Clim\u00e3o<\/em>, da Let\u00edcia Novais. &#8220;Santa internet que diminuiu as fronteiras entre artistas e p\u00fablico! Nesse cen\u00e1rio, artistas de consist\u00eancia, como s\u00e3o o Castello e a Letrux, fazem um trabalho fiel \u00e0 sua ess\u00eancia e n\u00e3o \u00e0 demanda do mercado&#8221;, celebra a artista, pontuando a amplia\u00e7\u00e3o de experimenta\u00e7\u00f5es sonoras que a m\u00fasica brasileira vivencia.<\/p>\n<p>A boa recep\u00e7\u00e3o do single <em><strong>Bixinho<\/strong> <\/em>e o posterior lan\u00e7amento dos clipes de <em><strong>Bolo de Rolo<\/strong><\/em> e <em><strong>Back do Bad<\/strong><\/em> t\u00eam atra\u00eddo olhares do p\u00fablico e da cr\u00edtica musical para a cantora &#8211; cujo trabalho vem sendo celebrado como &#8220;sofr\u00eancia indie&#8221;. <strong>Duda<\/strong>, por\u00e9m, aponta ressalvas com as defini\u00e7\u00f5es. &#8220;Sei que os r\u00f3tulos s\u00e3o necess\u00e1rios para o mercado, para encaixar os trabalhos em gavetas de consumo, mas imagino que muitos artistas, assim como eu, sintam um certo estranhamento em ser enquadrados numa categoria&#8221;. Para a cantora, o guarda-chuva do &#8220;indie&#8221; acaba estabelecendo rela\u00e7\u00e3o maior com uma faixa et\u00e1ria espec\u00edfica. &#8220;Eu associo indie a um artista que faz um som quase conceitual e destinado a um p\u00fablico superjovem. Eu tenho vontade de me comunicar com pessoas de todas as idades&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"DUDA BEAT - Bixinho (Clipe Oficial)\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gFUuxGOsMow?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Apesar da procura de uma sonoridade atemporal e universal, Duda n\u00e3o perde de vista seu estado de origem. &#8220;Pernambuco \u00e9 a minha ess\u00eancia, minha p\u00e1tria, cresci envolta nessa cultura e fico orgulhosa que isso esteja claro pra quem ouve o disco. Morar no Rio me traz muito aprendizado e a combina\u00e7\u00e3o dessas duas influ\u00eancias \u00e9 determinante para todas as minhas escolhas&#8221;, tra\u00e7a.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"DUDA BEAT- Bolo de rolo (Clipe Oficial)\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-Laf-wVD9Ao?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>A cantora se planeja para sequ\u00eancia de shows por Rio, S\u00e3o Paulo e Belo Horizonte, mas ainda n\u00e3o tem previs\u00e3o de apresenta\u00e7\u00e3o em Fortaleza, onde espera criar la\u00e7os de identifica\u00e7\u00e3o musical e aflorar ainda mais sua brasilidade.&#8221;O ax\u00e9, o pagode e o forr\u00f3 s\u00e3o refer\u00eancias muito importantes pra mim. Frevo, maracatu, coco, bai\u00e3o tamb\u00e9m t\u00eam uma pegada forte no meu DNA art\u00edstico&#8221;, completa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Por Renato Ab\u00ea (renatoabe@opovo.com.br) Aos 18 anos, Eduarda Bittencourt sonhava com a aprova\u00e7\u00e3o no curso de medicina. 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