{"id":19533,"date":"2019-04-07T09:13:10","date_gmt":"2019-04-07T12:13:10","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/?p=19533"},"modified":"2019-04-06T13:51:15","modified_gmt":"2019-04-06T16:51:15","slug":"titas-refazem-acustico-mtv-em-formato-intimista-hoje-no-teatro-riomar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2019\/04\/07\/titas-refazem-acustico-mtv-em-formato-intimista-hoje-no-teatro-riomar\/","title":{"rendered":"Tit\u00e3s refazem Ac\u00fastico MTV em formato intimista hoje no Teatro RioMar"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_19534\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-19534\" class=\"wp-image-19534 size-large\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2019\/04\/1972_img_5978-740x499.jpg\" alt=\"\" width=\"740\" height=\"499\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2019\/04\/1972_img_5978-740x499.jpg 740w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2019\/04\/1972_img_5978-300x202.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2019\/04\/1972_img_5978-768x518.jpg 768w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2019\/04\/1972_img_5978-120x81.jpg 120w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><p id=\"caption-attachment-19534\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Silmara Ciuffa\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Fazer um passeio pela discografia dos <strong>Tit\u00e3s<\/strong> at\u00e9 1997 \u00e9 se deparar com uma s\u00e9rie mudan\u00e7as de rotas e ideias, ora bem executadas, ora nem tanto. Do som pop inocente, t\u00edpico dos anos 1980, com um toque de romantismo aqui e acol\u00e1, eles encararam o \u201cestado viol\u00eancia\u201d num disco virulento e agressivo. Da\u00ed passaram por uma fase mais c\u00e1ustica, que poderia misturar o coco de Mauro e Quit\u00e9ria com o funk-rock industrial de <em><strong>Comida<\/strong> <\/em>e <em><strong>Cora\u00e7\u00f5es e Mentes<\/strong><\/em>. No meio desse caminho, ainda teve espa\u00e7o para experimenta\u00e7\u00f5es sonoras e po\u00e9ticas como <em><strong>Clit\u00f3ris<\/strong><\/em>, <em><strong>Nome aos Bois<\/strong><\/em>, <em><strong>Um caro\u00e7o na Cabe\u00e7a<\/strong><\/em> e <em><strong>O Camelo e o Dromed\u00e1rio<\/strong><\/em>.<!--more--><\/p>\n<p>Assim sendo, n\u00e3o deveria ser uma surpresa se o ent\u00e3o octeto paulista anunciasse uma participa\u00e7\u00e3o no programa <strong>Ac\u00fastico MTV<\/strong>. Mas o fato \u00e9 que surpreendeu. Transportar o repert\u00f3rio acumulado em 13 anos para um ambiente de cordas e sopros, com direito \u00e0 harpa de Cristina Braga, arranjos de Jacques Morelembaum e percuss\u00e3o de Marcos Suzano fez o p\u00fablico lan\u00e7ar um novo olhar para o octeto que engatou numa bem sucedida turn\u00ea nacional \u2013 que contou com boa parte desse arsenal sonoro. Vinte anos depois, o p\u00fablico cobrou dos <strong>Tit\u00e3s<\/strong> uma celebra\u00e7\u00e3o daquele que foi o \u00e1lbum mais vendido deles (e da s\u00e9rie <strong>Ac\u00fastico MTV<\/strong>).<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Tit\u00e3s - &quot;Pra Dizer Adeus&quot; (Ac\u00fastico)\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/URSZ-oF0mO0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Hoje resumidos a Branco Mello, Tony Bellotto e S\u00e9rgio Britto, os <strong>Tit\u00e3s<\/strong> resolveram atender o p\u00fablico e montaram um formato bem intimista pra celebrar o anivers\u00e1rio do seu projeto mais opulento. \u201cSomos s\u00f3 n\u00f3s tr\u00eas, uma guitarra ac\u00fastica, um piano, um baixo. A gente relembra muitas das can\u00e7\u00f5es do <strong>Ac\u00fastico<\/strong> e outras que vieram depois, como <em><strong>Epit\u00e1fio<\/strong><\/em>, <em><strong>Enquanto houver sol<\/strong><\/em>, <em><strong>Isso<\/strong><\/em>, que eu to cantando\u201d, resume Bellotto, por telefone. \u201cJ\u00e1 que a ideia era um show em formato despojado, a gente conversa muito, conta hist\u00f3rias das m\u00fasicas. \u00c9 uma coisa muito rara, muito diferente, que a gente nunca tinha feito\u201d, continua.<\/p>\n<p>O projeto do canal de TV a cabo j\u00e1 fazia sucesso no exterior e come\u00e7ava a ganhar espa\u00e7o no Brasil. L\u00e1 fora, gente como Stevie Ray Vaughan, 10.000 Maniacs, Tony Bennett, Aerosmith e Elton John j\u00e1 haviam participado do <em>Unplugged<\/em> que, at\u00e9 ent\u00e3o, era s\u00f3 um programa de TV. Um ou outro ganhou registro em CD, LP e VHS, come\u00e7ando pelo de Paul McCartney. Por aqui, o projeto foi ganhando popularidade at\u00e9 acertar no formato. O Bar\u00e3o Vermelho estrou o projeto, mas n\u00e3o lan\u00e7ou em disco. Jo\u00e3o Bosco lan\u00e7ou em disco, mas n\u00e3o usou a marca do programa, limitando-se a chama-lo s\u00f3 de <em>Ac\u00fastico<\/em>. E Gilberto Gil tomou emprestado a marca estrangeira para batizar seu <em>Unplugged<\/em>, lan\u00e7ado em CD e, bem depois, DVD. E tanto l\u00e1 como c\u00e1, a ideia era que tudo soasse o mais despojado poss\u00edvel, sem muita produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Rita Lee, Roberto de Carvalho e Tit\u00e3s - Televis\u00e3o\" width=\"668\" height=\"501\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/0j7TihjDWE8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Ao toparem participar no programa, os Tit\u00e3s acabaram por criar um formato que virou a marca do projeto no Brasil. Dali em diante, era regra ter muitos convidados, m\u00fasicos de apoio, orquestra, e registrar tudo em CD e DVD. \u201cNosso <strong>Ac\u00fastico MTV<\/strong> foi um marco muito grande pro f\u00e3s, pros ouvintes e pra gente tamb\u00e9m. N\u00e3o s\u00f3 pelo sucesso que o disco fez, mas por que a gente conseguiu ouvir a m\u00fasica da gente de outra maneira. Geralmente, a gente mal ouvia as letras. Quando a gente botou naquela roupagem ac\u00fastica, a gente viu que as m\u00fasicas poderiam ser curtidas daquele jeito e a gente pode ouvir melhor as letras\u201d, avalia Bellotto.<\/p>\n<p>O guitarrista lembra bem da inseguran\u00e7a que rondava o projeto, junto com a vontade de fazer algo diferente. \u201cJ\u00e1 naquela \u00e9poca a gente vinha sendo cobrado de fazer um ac\u00fastico. E a gente dizia \u2018ah, mas a gente n\u00e3o \u00e9 uma banda ac\u00fastica, a gente n\u00e3o se ad\u00e9qua. Ent\u00e3o decidimos: vamos fazer um coisa diferente, inusitada. Lembro que quando a gente optou pela orquestra, pensamos em instrumentos diferentes. O que me marcou muito foi a ousadia, foi ver como aquilo deu certo. Foi uma confirma\u00e7\u00e3o que vinha desde o <em>Cabe\u00e7a Dinossauro<\/em>, de que nossos melhores resultados s\u00e3o quando a gente ousa\u201d.<\/p>\n<p>E uma das passagens mais curiosas est\u00e1 na sele\u00e7\u00e3o de convidados do show que foi registrado no Teatro Jo\u00e3o Caetano, Rio de Janeiro, nos dias 6 e 7 de mar\u00e7o de 1997. Seis anos depois de sair para se dedicar \u00e0 carreira solo, <strong>Arnaldo Antunes<\/strong> voltava para cantar com os companheiros. <strong>Rita Lee<\/strong> e <strong>Roberto de Carvalho<\/strong>, n\u00e3o puderam estar presentes no dia do show, mas registraram sua participa\u00e7\u00e3o \u2013 uma vers\u00e3o folk deliciosa de <em><strong>Televis\u00e3o<\/strong> <\/em>\u2013 em est\u00fadio. Convidada para cantar <em><strong>Mis\u00e9ria<\/strong><\/em>, Maria Beth\u00e2nia deu pra tr\u00e1s quando ouviu os m\u00fasicos dizerem numa entrevista que a escolheram porque queriam uma \u201ccantora rom\u00e2ntica\u201d no show. <strong>Marina Lima<\/strong> engasgou quando teve dizer a palavra \u201cpan\u00e7a\u201d ao recitar <em><strong>Cabe\u00e7a Dinossauro<\/strong><\/em>. Para Tony Bellotto, uma presen\u00e7a que superou as expectativas foi Jimmy Cliff. O jamaicano dividiu os vocais de <em><strong>Querem Meu Sangue<\/strong><\/em>, vers\u00e3o de <em>The Harder Day Come<\/em> feita por Nando Reis para o disco de estreia dos <strong>Tit\u00e3s<\/strong>. \u201cA presen\u00e7a do Jimmy Cliff foi uma coisa inacredit\u00e1vel. Depois do Bob Marley, \u00e9 o cara que mais ajudou a divulgar o reggae pelo mundo. A\u00ed voc\u00ea imaginar estar tocando e aquele cara ali do lado\u201d, emociona-se.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Tit\u00e3s Acustico O Pulso Arnaldo Antunes\" width=\"668\" height=\"501\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4Nb7B1N-fdk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Um convidado que declinou de participar do <strong>Ac\u00fastico MTV<\/strong>, mas acabou se aproximando da hist\u00f3ria da banda por outros caminhos foi <strong>Roberto Carlos<\/strong>. Ap\u00f3s o estouro nacional do disco, os <strong>Tit\u00e3s<\/strong> buscaram formas de se manter no auge e lan\u00e7aram <strong>Volume Dois<\/strong>, outro disco de pegada ac\u00fastica, mas feito em est\u00fadio e sem a chancela da MTV. Um dos grandes sucessos daquele \u00e1lbum foi <em><strong>\u00c9 preciso Saber Viver<\/strong><\/em> (com direito a vocais do Fat Family), composi\u00e7\u00e3o de Roberto com seu parceiro Erasmo Carlos lan\u00e7ada no disco do Rei de 1974. \u201cEra uma m\u00fasica que estava meio esquecida. Com a grava\u00e7\u00e3o da gente, ela virou um hit de novo e at\u00e9 hoje ele toca nos shows\u201d, comemora Tony Belloto que, tr\u00eas anos depois, foi convidado para participar do <strong>Ac\u00fastico MTV<\/strong> de Roberto Carlos. Os <strong>Tit\u00e3s<\/strong> voltariam a se aproximar de Roberto outras duas vezes: a primeira do disco <strong>As 10 Mais<\/strong> (com <em><strong>Querem Acabar Comigo<\/strong><\/em>) e no <strong>MTV Ao Vivo<\/strong>. \u201cA gente queria muito gravar eu <strong>Quero Que V\u00e1 Tudo Pro Inferno<\/strong>. Como eu tenho uma proximidade com o Roberto, a banda me designou pra ligar pra ele e pedir pra liberar a m\u00fasica. Eu dizia que muito prov\u00e1vel que ele n\u00e3o v\u00e1 liberar, mas a gente montou uma estrat\u00e9gia. Eu n\u00e3o ia ligar pra ele e falar a palavra inferno. Ent\u00e3o eu liguei e disse \u2018Roberto, a gente quer gravar sua m\u00fasica \u2018eu quero que voc\u00ea me aque\u00e7a nesse inverno\u2019. E ele disse: \u2018pera\u00ed, bicho. Eu vou at\u00e9 sentar\u2019\u201d, ri o m\u00fasico que, j\u00e1 prevendo o n\u00e3o, foi para a segunda op\u00e7\u00e3o da banda que era <em>O Port\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p>Para Tony Belloto, as diferen\u00e7as entre o <strong>Ac\u00fastico<\/strong> de 1997 e agora s\u00e3o evidentes. De l\u00e1 pra c\u00e1, eles perderam Marcelo Fromer, falecido num acidente de tr\u00e2nsito em 2001, al\u00e9m de Nando Reis, Paulo Miklos e Charles Gavin, que partiram para a carreira solo. \u201cEssa foi uma quest\u00e3o. Quando a gente come\u00e7ou a pensar nessa celebra\u00e7\u00e3o, pensamos em v\u00e1rias possibilidades. Fazer com orquestra, alguma coisa mais parecida com aquilo. A banda era mais numerosa, pra repetir aquilo que era t\u00e3o grande, t\u00e3o gigantesco, era invi\u00e1vel. Ent\u00e3o pegamos a ess\u00eancia, o que est\u00e1 por tr\u00e1s. Sem orquestra, sem convidados. E, mesmo sem tanta gente, a gente tenta fazer os arranjos como foram concebidos. Acho que ficou rico porque ficou diferente, ficou mais uma coisa na nossa obra. \u00c9 uma coisa nova dentro de tudo o que a gente j\u00e1 fez\u201d.<\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ZO7jKeTrtR4<\/p>\n<p>Hoje pr\u00f3ximos dos 60 anos, Branco, S\u00e9rgio e Tony sabem que a energia precisa ser melhor aproveitada em cada projeto. Com 37 anos de carreira e muitas mudan\u00e7as, os <strong>Tit\u00e3s<\/strong> seguem buscando formas de sentir prazer no que fazem. Atualmente, pra se ter uma ideia, eles viajam com tr\u00eas projetos: uma turn\u00ea de sucessos (<em>Enquanto Houver Sol<\/em>), uma \u00f3pera rock (<em>12 Flores Amarelas<\/em>) e a de comemora\u00e7\u00e3o do <strong>Ac\u00fastico MTV<\/strong>. \u201cEu gosto muito de v\u00e1rias das nossas fases. O sucesso do <strong>Ac\u00fastico<\/strong> foi t\u00e3o grande que a gente quis prolongar um pouco mais. Mas as coisa andam e a gente faz muito o que tem vontade de fazer. Isso \u00e9 muito legal da gente. Eu vejo agora que essas fases, cada uma tem um sentido. <strong>Tudo Ao Mesmo Tempo Agora<\/strong> foi um disco radical, o show deu preju\u00edzo pros contratantes, mas foi importante\u201d, conta Tony acrescentando que um show apenas com tr\u00eas m\u00fasicos no palco exige maturidade. \u201cA gente tem uma imagem consolidada, de uma banda de rock, transgressora. Mas a gente est\u00e1 completando 37 anos de carreira e tem uma maturidade pra tocar as m\u00fasicas na ess\u00eancia. \u00c9 um jeito de voc\u00ea curtir e pensar a m\u00fasica de outra maneira\u201d, encerra.<\/p>\n<p><strong>Tit\u00e3s Ac\u00fastico<\/strong><br \/>\n<strong>Quando:<\/strong> hoje, 7, \u00e0s 20 horas<br \/>\n<strong>Onde:<\/strong> Teatro RioMar Fortaleza (rua Lauro Nogueira, 1500 \u2013 Papicu)<br \/>\n<strong>Quanto:<\/strong> de R$ 70 a R$200. \u00c0 venda no site <a href=\"https:\/\/uhuu.com\/evento\/ce\/fortaleza\/titas-trio-acustico-6723\">Uhuu<\/a> e no local<br \/>\n<strong>Telefone:<\/strong> 3066 2000<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fazer um passeio pela discografia dos Tit\u00e3s at\u00e9 1997 \u00e9 se deparar com uma s\u00e9rie mudan\u00e7as de rotas e ideias, ora bem executadas, ora nem&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":74,"featured_media":19534,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[126,129,361,389],"tags":[],"class_list":["post-19533","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-em-fortaleza","category-entrevistas","category-shows","category-titas"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19533","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/74"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19533"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19533\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19536,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19533\/revisions\/19536"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19534"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19533"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19533"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19533"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}