{"id":20624,"date":"2020-12-16T19:54:32","date_gmt":"2020-12-16T22:54:32","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/?p=20624"},"modified":"2020-12-16T19:55:27","modified_gmt":"2020-12-16T22:55:27","slug":"isaac-candido-retoma-trabalho-autoral-com-pra-visitar-aldeias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2020\/12\/16\/isaac-candido-retoma-trabalho-autoral-com-pra-visitar-aldeias\/","title":{"rendered":"Isaac C\u00e2ndido retoma trabalho autoral com &#8220;Pra visitar aldeias&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-20634\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2020\/12\/DSCN9090-740x555.jpg\" alt=\"\" width=\"740\" height=\"555\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2020\/12\/DSCN9090-740x555.jpg 740w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2020\/12\/DSCN9090-300x225.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2020\/12\/DSCN9090-768x576.jpg 768w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2020\/12\/DSCN9090-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2020\/12\/DSCN9090-2048x1536.jpg 2048w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2020\/12\/DSCN9090-120x90.jpg 120w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><\/p>\n<p>Durante boa parte do ano de 2020, o compositor<strong> Isaac C\u00e2ndido<\/strong> se viu na situa\u00e7\u00e3o que foi comum a tantas pessoas, a da quarentena. Em casa por conta da pandemia e buscando formas de driblar o isolamento, ele resolveu mexer em velhos arquivos. Papeis com rascunhos de letras, poesias em guardanapos, cadernos amarelados, ideias de melodias e at\u00e9 composi\u00e7\u00f5es prontas, mas nunca registradas. Mesmo al\u00e9rgico, ele encarou esses guardados com a intens\u00e3o de tirar algum proveito.<!--more--><\/p>\n<p>O resultado dessa volta ao passado \u00e9 <strong>Pra visitar aldeias<\/strong>, que ele lan\u00e7ou esta semana em CD e streaming. O disco chega 10 anos depois de <em>C\u00e2ndidos<\/em>, tributo de Simone Guimar\u00e3es \u00e0s can\u00e7\u00f5es de <strong>Isaac<\/strong>, e 15 depois de <em>Algo sobre a dist\u00e2ncia e o tempo<\/em>, trabalho dele dividido com o poeta Marcus Dias. A estreia aconteceu em 1995, com o disco <em>Isaac C\u00e2ndido<\/em> que reuniu a nata da m\u00fasica local e nacional, incluindo nomes como Arismar do Esp\u00edrito Santo, Lidu\u00edno Pitombeira, Claudio Nucci, Adelson Viana, Alex Holanda e Manass\u00e9s.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Pra Visitar Aldeias\" width=\"668\" height=\"501\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oKDm7M7BYEw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Pra visitar aldeias<\/strong> segue a mesma proposta, embora em menor propor\u00e7\u00e3o. \u201cA nata da m\u00fasica local e nacional\u201d \u00e9 (bem) representada por <strong>Thiago Almeida<\/strong>, respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o, grava\u00e7\u00e3o, arranjos e execu\u00e7\u00e3o de 99% dos instrumentos \u2013 o outro 1% deve-se aos viol\u00f5es de <strong>Cain\u00e3 Cavalcante<\/strong> em <em><strong>Tuas m\u00e3os<\/strong><\/em> e do pr\u00f3prio <strong>Isaac<\/strong> em <em><strong>Maria e o mar<\/strong><\/em>.<\/p>\n<p>O resultado \u00e9 um trabalho com uma cara que reflete bem a personalidade art\u00edstica dos seus autores. Autor de melodias densas e interpreta\u00e7\u00e3o imersiva, <strong>Isaac <\/strong>achou uma afina\u00e7\u00e3o nova para um velho viol\u00e3o e saiu desembestado a compor o que refletisse o seu agora. Coube a <strong>Thiago<\/strong> registrar, organizar e, sempre que preciso, desorganizar onde fosse necess\u00e1rio. Caso de <em><strong>Inexoravelmente<\/strong><\/em>, parceria de <strong>Isaac<\/strong> com Henrique Beltr\u00e3o, que vai mudando de clima, convida a dan\u00e7ar, pede calma, aperta e alivia. Com liberdade de criar sobre as composi\u00e7\u00f5es, <strong>Thiago<\/strong> foi criando ideias, inserindo sons e trazendo cada can\u00e7\u00e3o para seu mundo.<\/p>\n<p><strong>Pra visitar aldeias<\/strong> tem 12 can\u00e7\u00f5es, grande parte delas criadas durante os meses de isolamento. Uma dessas \u00e9 <em><strong>Loucura<\/strong><\/em>, com versos contundentes e inspirados de Marcus Dias (\u201cA loucura \u00e9 como um v\u00edrus que se espalha de repente e a gente vai mudando lentamente o nosso jeito de pensar\u201d). As imagens que ilustram o disco foram tiradas em Guaramiranga e trazem como \u201cmodelo\u201d Iago C\u00e2ndido, filho de <strong>Isaac<\/strong> que ainda canta em <em><strong>A casa nossa<\/strong><\/em>. Outros dois convidados s\u00e3o <strong>Davi Duarte<\/strong> e <strong>Indiana Nomma<\/strong>. Ele, amigo de longa data, canta em <em><strong>Outra esta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em>, e ela, cantora hondurenha, aumenta a densidade de <em><strong>Noite em mim<\/strong><\/em>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante boa parte do ano de 2020, o compositor Isaac C\u00e2ndido se viu na situa\u00e7\u00e3o que foi comum a tantas pessoas, a da quarentena. 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