{"id":20931,"date":"2021-07-22T20:29:36","date_gmt":"2021-07-22T23:29:36","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/?p=20931"},"modified":"2021-07-23T17:04:57","modified_gmt":"2021-07-23T20:04:57","slug":"artigo-o-edgleryton-o-edinho-vilas-boas-e-o-pai-da-yaya","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2021\/07\/22\/artigo-o-edgleryton-o-edinho-vilas-boas-e-o-pai-da-yaya\/","title":{"rendered":"Artigo: O Edgleryton, o Edinho Vilas Boas e o pai da Yay\u00e1"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1635\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1635\" class=\"size-large wp-image-1635\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2010\/09\/Edinho-Vlas-Boas-Fortaleza1-740x493.jpg\" alt=\"\" width=\"740\" height=\"493\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2010\/09\/Edinho-Vlas-Boas-Fortaleza1-740x493.jpg 740w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2010\/09\/Edinho-Vlas-Boas-Fortaleza1-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2010\/09\/Edinho-Vlas-Boas-Fortaleza1-768x512.jpg 768w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2010\/09\/Edinho-Vlas-Boas-Fortaleza1-120x80.jpg 120w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><p id=\"caption-attachment-1635\" class=\"wp-caption-text\">Edinho VIlas Boas<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>Por Hamilton Nogueira, Jornalista<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Edgleryton. Esse nome seria dado a uma das crian\u00e7as de duas amigas que ficaram gr\u00e1vidas na mesma \u00e9poca. Duas \u201cL\u00facias\u201d, por sinal. Uma L\u00facia em Fortaleza e outra L\u00facia em S\u00e3o Paulo. A de S\u00e3o Paulo trouxe \u00e0 tona o nome Edgleryton, tirado n\u00e3o se sabe de onde. Mas optou, nove meses depois, por batizar seu rebento de Evano\u00e9. A Dona L\u00facia de Fortaleza n\u00e3o desperdi\u00e7ou a inventividade da amiga paulistana e, ent\u00e3o, foi assim que o mundo cumpriu a sina de ter um Edgleryton. O \u00fanico, talvez, a n\u00e3o ser que o Google n\u00e3o tenha sido eficaz em sua busca.<\/p>\n<p>E foi ouvindo viol\u00e3o do pai, do av\u00f4 e da tia, que Edgleryton foi dando lugar ao Edinho, no caso, Vilas Boas. Com o novo nome e as aulas de Rog\u00e9rio Lima veio chegando um dos m\u00fasicos mais talentosos, sutis, leves e afinados do cen\u00e1rio musical cearense.<\/p>\n<p>\u201cMeu pai, vendo a aptid\u00e3o, me colocou para estudar viol\u00e3o cl\u00e1ssico com o Rog\u00e9rio. Depois estudei flauta doce, transversa e fui seguindo\u201d. Como escolas s\u00e3o muitas na vida das pessoas, na conversa que tive com o cantor percebi tr\u00eas grandes momentos de intensa aprendizagem: a fam\u00edlia, o col\u00e9gio Marista Cearense e a Galeteria Portugal \u2013 a qual frequentei muito, no bairro da Parquel\u00e2ndia, durante minha juventude, mas n\u00e3o lembro de ter visto Edinho por l\u00e1 em suas in\u00fameras apresenta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cNa Galeteria Portugal toquei durante 8 anos. Os donos eram pais de um amigo, Daniel, do Marista, aos quais fui apresentado. Eles gostaram do que apresentei e nos deram dinheiro para que f\u00f4ssemos na Rua Pedro Pereira comprar equipamentos. Resultado \u00e9 que passei todos esses anos tocando, ampliando meu repert\u00f3rio que era muito pequeno. Tinha uma mesa que se formava sempre com as mesmas pessoas. Eles pediam umas m\u00fasicas de muito bom gosto que eu n\u00e3o conhecia. E isso me for\u00e7ou a avan\u00e7ar\u201d, diz.<\/p>\n<p>Essa mesa de an\u00f4nimos passou a presente\u00e1-lo com fitas cassetes para que ele extra\u00edsse as m\u00fasicas. Deu certo. Mas al\u00e9m do pr\u00f3prio deleite, ajudavam a formar uma merecida e s\u00f3lida \u201cpaix\u00e3o pela m\u00fasica brasileira\u201d, derrama-se.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Nonato Luiz, Edinho Vilas Boas, Adelson Viana, Rodger Rog\u00e9rio - NOITE DE TANGO\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/h23fzAuvZ6E?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Outra fase marcante come\u00e7ou antes da Galeteria. Era 1991 e Edinho entrou para o j\u00e1 citado Marista Cearense. Vinha do Col\u00e9gio Louren\u00e7o Filho, onde a roda de viol\u00e3o era prazer. Mas no Marista foi o salto. L\u00e1, n\u00e3o sabe como, se viu envolvido com a banda do col\u00e9gio. \u201cN\u00e3o sei como isso chegou at\u00e9 mim\u201d, diz. Creio eu que tenha a ver com aquelas obviedades da vida. Aquela coisa da \u00e1gua s\u00f3 correr para o mar. Ent\u00e3o tocavam nas missas e nas festas.<\/p>\n<p>Edgleryton regista 43 anos de idade em agosto de 2021. \u00c9 casado com a professora e orientadora pedag\u00f3gica Keyla Barbosa e tem tr\u00eas filhos: Yay\u00e1 (21), Vin\u00edcius (16) e Lia (11). Yay\u00e1 \u00e9 um cap\u00edtulo \u00e0 parte porque o forte talento imp\u00f5e uma terceira refer\u00eancia ao Edgleryton, que al\u00e9m de Edinho, tamb\u00e9m passa a ser citado como o pai da Yay\u00e1. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. A cacofonia existe, mas as marcas v\u00e3o se associando porque todas essas pessoas passam muita profundidade na forma como trilham suas carreiras. Logo, \u201caquele \u00e9 o Edinho Vilas Boas que \u00e9 pai da Yai\u00e1\u201d, \u00e9 uma frase quase que obrigat\u00f3ria para quem olha para o palco. E se o som da frase \u00e9 ruim porque trava a l\u00edngua, o som da dupla \u00e9 espetacular.<\/p>\n<p>Constatei a qualidade musical de Edinho Vilas Boas, ou do pai da Yay\u00e1, em meados de julho, no bar Fuxiko na Cidade 2000. O local \u00e9 um desses lugares em Fortaleza que apostam na qualidade. Edinho voltou a esse tipo de apresenta\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o da pandemia, que restringiu os shows, diminuindo consideravelmente as op\u00e7\u00f5es de contato com o p\u00fablico.<\/p>\n<p>Sentei-me l\u00e1, por acaso, com gente importante pra tratar de trabalho, mas eis que o vejo subindo ao palco para encantar e cantar <em><strong>Sonhos<\/strong><\/em> (Peninha), numa levada jazz\u00edstica, e a bel\u00edssima <em><strong>Palavra de Amor<\/strong><\/em>, de Manass\u00e9s e Fausto Nilo. E dar um encadeamento brilhante entre <em><strong>Beira Mar<\/strong><\/em> (Ednardo) e outras m\u00fasicas, al\u00e9m de cantar a autoral <em><strong>De mar\u00e9 em mar\u00e9<\/strong><\/em>, feita em parceria com Jefferson Portela. Nesse dia, infelizmente, o pai da Yay\u00e1 n\u00e3o estava acompanhado da Yay\u00e1, mas sim do baterista Fl\u00e1vio Figueiredo.<\/p>\n<p>As quase t\u00eas horas de apresenta\u00e7\u00e3o mostraram um viol\u00e3o muito bem executado, uma voz muito afinada, uma intera\u00e7\u00e3o perfeita com a bateria e um repert\u00f3rio de alta qualidade com direito a Jo\u00e3o Bosco, Chico C\u00e9sar e Maria Beth\u00e2nia, em cuja vez ele simula a voz com curiosa e divertida similaridade. N\u00e3o fosse a qualidade do todo, essa parte poderia ser o ponto alto da noite.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Edinho Vilas Boas - Vida de Imigrante\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jwJ61b_i5aw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Pois bem, o pai da Yay\u00e1, e a pr\u00f3pria, v\u00e3o se apresentar em agosto no Cineteatro S\u00e3o Luiz no projeto Dentro do Som, mas ele vive mesmo \u00e9 dentro \u201cdo universo da composi\u00e7\u00e3o\u201d. \u201cVivo exclusivamente de m\u00fasica, em est\u00fadio, em apresenta\u00e7\u00e3o. Jingle eu estou fazendo pouco. Agora estou gravando o disco do Luciano Franco. E tenho atuado muito como int\u00e9rprete\u201d, responde quando instado a dizer como \u00e9 seu dia a dia.<\/p>\n<p>Se a Galeteria Portugal deu volume ao artista, o exerc\u00edcio da cria\u00e7\u00e3o quem deu foi a participa\u00e7\u00e3o em festivais. \u201cN\u00e3o sei dizer quantos que participei. Tenho que dizer agora?\u201d. N\u00e3o, n\u00e3o precisa dizer agora. Basta dizer que foram v\u00e1rios. \u201cFui o melhor interprete do Festival Certame da Can\u00e7\u00e3o do Conservat\u00f3rio de Tatu\u00ed em S\u00e3o Paulo. No Festival de Pedra Branca eu n\u00e3o tinha colocado m\u00fasica e eles me chamaram pra interpretar <strong><em>O mapa da fome est\u00e1 na minha cara<\/em><\/strong>, de Gess\u00e9 Rodrigues &#8211; um compositor local. Eram v\u00e1rias categorias e fiquei em primeiro lugar na categoria munic\u00edpio\u201d, comenta.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>Leia Tamb\u00e9m | <a href=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2021\/05\/08\/de-vilas-boas-e-de-braga\/\">De Vilas Boas e de Braga: Pra que serve a m\u00fasica?<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Edinho Vilas Boas gravou tr\u00eas discos. <strong>Hoje \u00e0 noite<\/strong> foi o primeiro, \u201cque mistura m\u00fasicas muito bonitas com m\u00fasicas para agradar nas r\u00e1dios. Hoje eu n\u00e3o faria mais isso\u201d &#8211; este com a luxuosa participa\u00e7\u00e3o de Dominguinhos e do guitarrista Lu de Souza. Em seguida veio <strong>Vida, voz e viol\u00e3o<\/strong>, gravado no SESC Iracema, e por \u00faltimo, <strong>Retumbante<\/strong>, que ele julga mais maduro.<\/p>\n<p>\u201cMinha vida sempre foi muito naquele corre de vamos fazer. Isso tem um pre\u00e7o. Muitas vezes leva a gente a se arrepender de algo. A m\u00fasica que d\u00e1 t\u00edtulo ao disco <a href=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2015\/08\/13\/outras-cancoes-de-edinho-vilas-boas\/\"><strong>Retumbante<\/strong><\/a> \u00e9 muito simples, me orgulha muito, \u00e9 uma esp\u00e9cie de grito, uma coisa africana, dois acordes apenas. L\u00e1 eu consagro algumas parcerias. <em><strong>De mar\u00e9 em mar\u00e9<\/strong><\/em>\u00a0tamb\u00e9m \u00e9 uma m\u00fasica forte\u201d, diz livremente.<\/p>\n<p><strong>Retumbante<\/strong> tem pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o de J\u00fanior Finnis, com Rafael Magoo na guitarra e Anfr\u00edsio Rocha, do est\u00fadio Som do Mar que fez a mixagem do disco. E detalha \u201cEssas duas m\u00fasicas foram compostas em Portugal numa turn\u00ea que tive oportunidade de fazer em 2007 com Adriano Azevedo, baterista, e participa\u00e7\u00e3o de Andr\u00e9 Rocha, percussionista, al\u00e9m de Netinho de S\u00e1 no contrabaixo e do tecladista Robson Gomes.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Edinho Vilas Boas e Yay\u00e1 Vilas Boas ( Fam\u00edlia Vilas Boas )-  Diga l\u00e1 cora\u00e7\u00e3o\/Espere por mim morena\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-ExREpbppS8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u201cEu componho muito\u201d, diz Edinho. &#8220;Tem a bossa <em><strong>O querer<\/strong><\/em> que convidei os mestres Tito Freitas e Luizinho Duarte. Tem o bolero <em><strong>Pra sempre luz<\/strong><\/em>\u00a0que Marcos Lessa gravou. E fa\u00e7o muita m\u00fasica com Raul Maxwell, que \u00e9 um ga\u00facho de Santa Maria. Nunca nos vimos pessoalmente, mas tem m\u00fasica nossa que foi para o Festival Nacional da Can\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Edgleryton \u00e9 fruto da mistura de um baiano e uma cearense. Ele retoma uma das minhas primeiras perguntas para enfatizar que sua forma\u00e7\u00e3o foi no IFCE (Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o), onde estudou com Carlinhos Cris\u00f3stomo e Maestro Costa Holanda, Cec\u00edlia do Vale, entre outros e outras. \u00c9 portanto, t\u00e9cnico em m\u00fasica, registre-se.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>Leia Tamb\u00e9m | <a href=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2021\/03\/22\/de-poesia-de-musica-de-maos-dadas-de-solidariedade\/\">De poesia, de m\u00fasica, de m\u00e3os dadas, de solidariedade<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Edinho Vilas Boas n\u00e3o abre m\u00e3o da boa m\u00fasica e diz: \u201cj\u00e1 briguei muito com a noite\u201d porque \u201cn\u00e3o quero me atualizar\u201d. Por atualizar devemos entender ceder aos apelos de um certo modismo ef\u00eamero. Ele tem meu apoio.<\/p>\n<p>\u201cEu vou procurando agradar com o que as pessoas conhecem de repert\u00f3rio antigo\u201d. Acho que ele n\u00e3o vai procurando, mas sim conseguindo. Acerta tamb\u00e9m ao n\u00e3o se \u201catualizar\u201d, e seguir seu caminho divulgando a boa m\u00fasica brasileira para a nova gera\u00e7\u00e3o que est\u00e1 ajudando a colocar no mundo, inclusive com imenso orgulho de ser o pai da Yay\u00e1. Olha a cacofonia!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Hamilton Nogueira, Jornalista Edgleryton. Esse nome seria dado a uma das crian\u00e7as de duas amigas que ficaram gr\u00e1vidas na mesma \u00e9poca. 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