{"id":6702,"date":"2012-01-27T11:48:01","date_gmt":"2012-01-27T14:48:01","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=6702"},"modified":"2012-01-27T11:48:01","modified_gmt":"2012-01-27T14:48:01","slug":"vanguart-mantem-a-classe-em-segundo-disco-de-ineditas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2012\/01\/27\/vanguart-mantem-a-classe-em-segundo-disco-de-ineditas\/","title":{"rendered":"Vanguart mant\u00e9m a classe em segundo disco de in\u00e9ditas"},"content":{"rendered":"<p><a rel=\"attachment wp-att-6704\" href=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/vanguart-mantem-a-classe-em-segundo-disco-de-ineditas\/vanguart-boa-parte-de-mi-vai-embora\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-6704\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2011\/12\/vanguart-boa-parte-de-mi-vai-embora.jpg\" alt=\"\" width=\"403\" height=\"403\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2011\/12\/vanguart-boa-parte-de-mi-vai-embora.jpg 575w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2011\/12\/vanguart-boa-parte-de-mi-vai-embora-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2011\/12\/vanguart-boa-parte-de-mi-vai-embora-300x300.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2011\/12\/vanguart-boa-parte-de-mi-vai-embora-120x120.jpg 120w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 403px) 100vw, 403px\" \/><\/a>Voc\u00ea certamente j\u00e1 ouviu falar na crise do segundo disco. Quando um artista consegue emplacar um sucesso na estreia, bate sempre aquele medo se vai conseguir repetir o feito num novo trabalho. Alguns artistas t\u00eam optado por lan\u00e7ar um ao vivo, o que, quase sempre, significa repetir o repert\u00f3rio do primeiro com algumas in\u00e9ditas e alguns covers. Foi assim com Marina De La Riva, Maria Gadu e com os cuiabanos do <strong><span style=\"color: #ff0000\">Vanguart<\/span><\/strong>. Todos eles agora est\u00e3o lan\u00e7ado seus novos trabalhos de in\u00e9ditas, as duas primeiras no \u00edn\u00edcio de 2012. No caso do <strong><span style=\"color: #ff0000\">Vanguart<\/span><\/strong>, <span style=\"color: #0000ff\"><strong>Boa parte de mim vai embora<\/strong> <\/span>foi lan\u00e7ado no fim do ano passado\u00a0pelo selo Vigilante, da Deck Discos. Repetindo o modelo folk pop, o disco j\u00e1 impressiona pela foto envelhecida da capa. Em frente a uma fachada com ares antigos, quatro personagens (um deles feito curiosamente pela cantora Cida Moreira) olham desafiadoramente para a frente, como quem diz &#8220;e a\u00ed, vai encarar?&#8221;. Por dentro, o som continua t\u00e3o bom quanto antes, mas com algumas novidades. Diferente da estreia trilingue, <strong><span style=\"color: #0000ff\">Boa parte de mim vai embora<\/span> <\/strong>traz somente letras em portugu\u00eas. Apenas a abertura <strong><em>Mi vida eres tu<\/em><\/strong>, traz um trecho em espanhol. Ali\u00e1s a faixa pode concorrer a uma das melhores do ano com a voz de H\u00e9lio Fladers repetindo a mesma nota exaustivamente at\u00e9 explodir do refr\u00e3o, uma constru\u00e7\u00e3o feita sob medida para os shows. Outra novidade \u00e9 a presen\u00e7a do violino de Fernanda Kostchak como um sexto memobro da banda. As letras de H\u00e9lio continuam t\u00e3o bem cotadas quanto antes, embora os temas &#8220;fim&#8221; e &#8220;despedida&#8221; sejam uma constante ao longo das 12 faixas. Conectados com o t\u00edtulo do disco, esses temas se mostram de forma doce em <strong><em>Nessa cidade<\/em><\/strong> (&#8220;eu n\u00e3o vou mais estar do teu lado mesmo assim sempre vou te amar&#8221;) e passional em <strong><em>Desmentindo a despedida<\/em><\/strong> (&#8220;Voc\u00ea bateu na minha cara, voc\u00ea p\u00f4s fogo na minha mala, eu fui embora&#8221;). Embora uma pontinha de tristeza se fa\u00e7a presente, Eu vou l\u00e1 \u00e9 a \u00fanica com ares de esperan\u00e7osa do disco falando de forma po\u00e9tica sobre algo sublime. Compondo metade das faixas (sozinho ou como parceiro de Flanders), o baixista Reginaldo Lincoln assume com propriedade os vocais nas faixas <strong><em>Onde voc\u00ea parou<\/em><\/strong> e <strong><em>&#8230;Das l\u00e1grimas<\/em><\/strong> (esta em dueto com H\u00e9lio) e se sai bem.\u00a0O disco encerra com um choque de sensa\u00e7\u00f5es. <strong><em>O que a gente podia ser<\/em><\/strong> \u00e9 melanc\u00f3lica e triste. Em seguida, <strong><em>Depressa<\/em><\/strong>, tal qual o t\u00edtulo, termina tudo em ritmo acelerado. O grande m\u00e9rito do <strong><span style=\"color: #ff0000\">Vanguart<\/span><\/strong> e de <span style=\"color: #0000ff\"><strong>Boa parte de mim vai embora<\/strong> <\/span>est\u00e1 em n\u00e3o querer inventar a roda. \u00c9 apenas um punhado de boas can\u00e7\u00f5es, feitas com sinceridade e algo de originalidade. Simples assim.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea certamente j\u00e1 ouviu falar na crise do segundo disco. 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