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II Simpósio Multidisciplinar de Câncer de Mama e Câncer de Próstata discute a importância de profissionais de múltiplas áreas no tratamento das doenças

II Simpósio Multidisciplinar de Câncer de Mama e Câncer de Próstata discute a importância de profissionais de múltiplas áreas no tratamento das doenças


Engana-se quem pensa que apenas médicos e enfermeiros fazem parte do dia-a-dia de um paciente com câncer, é o que dizem os especialistas do Hospital Haroldo Juaçaba. Ao longo da jornada de tratamento, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos são exemplos de profissionais que também devem estar atentos aos cuidados do paciente. Pensando nisso, o Hospital Haroldo Juaçaba vai realizar o II Simpósio Multidisciplinar de Câncer de Mama e Câncer de Próstata, que ocorrerá no próximo 31 de outubro, na Faculdade Rodolfo Teófilo, às 7h15, reunindo profissionais de diversas áreas para discutir a importância da equipe multidisciplinar no tratamento do câncer.

Um dos assuntos a serem discutidos durante o Simpósio é o papel do fisioterapeuta na promoção da reabilitação da paciente com câncer de mama. “Infelizmente, essas mulheres podem desenvolver complicações com acúmulo de líquido nos braços, que causa inchaço e pode dificultar o movimento.  No caso dos homens, eles poderão seguir com incontinência urinária, de leve a severa, que irá prejudicar a sua qualidade de vida. O fisioterapeuta tem um papel essencial em incentivar à retomada das atividades diárias desses pacientes, considerando sempre suas limitações, tendo como objetivo principal diminuir os efeitos colaterais e as complicações que podem surgir após uma cirurgia, quimioterapia ou radioterapia”, ressalta Lia Ximenes, FisioterapeutaHHJ.

Além disso, o simpósio abrangerá a importância dos nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos e fisioterapeutas no tratamento das doenças e as novas tecnologias utilizadas por cada profissional que auxiliarão no avanço do tratamento da doença. “É importante entender que o câncer não é uma doença que afeta só uma parte do corpo, ele normalmente atinge outras regiões e deixa o paciente fragilizado emocionalmente, principalmente no momento do diagnóstico da doença. Por isso, é essencial que todos os profissionais de saúde estejam integrados visando o bem-estar do paciente e que este se sinta acolhido por uma equipe multidisciplinar”, conclui Reginaldo Costa, Superintendente Clínico do Hospital Haroldo Juaçaba.

Assessoria de Imprensa — Capuchino Press