A profissão de fisioterapeuta tem desbravados caminhos muito tortuosos ao longo dos mais de 100 anos de prática no Brasil. Passamos por discriminações, subempregos e formações acadêmicas insuficientes para o verdadeiro exercício profissional.
Existe hoje no Brasil, uma série de “cursos maravilhosos” que prometem aos “futuros profissionais”, técnicas infalíveis no combate à dor, às disfunções do aparelho locomotor ou a solução de problemas estéticos. É preciso que fique claro que aprender um método ou técnica, não torna ninguém especialista naquele tema somente com a realização desse ou daquele curso. É preciso que os acadêmicos de Fisioterapia entendam que se faz necessário ter o DIPLOMA DE GRADUAÇÃO para que possam LEGALMENTE se ESPECIALIZAR. Infelizmente observamos que essa prática não vem acontecendo com freqüência, já que na ansiedade por “estalar a coluna”, ou então “colocar umas agulhinhas” alguns acadêmicos se matriculam em cursos que são ditos de “especialização”. Sugiro que tais colegas leiam antes o que diz o MEC no site do COFFITO sobre esse tema.
Autor: Luís Henrique Cintra
Acesse:
http://www.coffito.org.br/publicacoes/pub_view.asp?cod=1693&psecao=7