{"id":7540,"date":"2012-07-12T07:15:42","date_gmt":"2012-07-12T10:15:42","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/fisioterapiaesaude\/?p=7540"},"modified":"2012-07-12T07:15:42","modified_gmt":"2012-07-12T10:15:42","slug":"corrida-saiba-quais-sao-as-regioes-do-corpo-mais-lesionadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/fisioterapiaesaude\/2012\/07\/12\/corrida-saiba-quais-sao-as-regioes-do-corpo-mais-lesionadas\/","title":{"rendered":"Corrida: saiba quais s\u00e3o as regi\u00f5es do corpo mais lesionadas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><em><\/em><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Calibri\"><a href=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/fisioterapiaesaude\/corrida-saiba-quais-sao-as-regioes-do-corpo-mais-lesionadas\/corrida\/\" rel=\"attachment wp-att-7543\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-7543\" title=\"corrida\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/fisioterapiaesaude\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/fisioterapiaesaude\/wp-content\/uploads\/sites\/55\/2012\/07\/corrida-300x239.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"239\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/fisioterapiaesaude\/wp-content\/uploads\/sites\/55\/2012\/07\/corrida-300x239.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/fisioterapiaesaude\/wp-content\/uploads\/sites\/55\/2012\/07\/corrida-768x612.jpg 768w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/fisioterapiaesaude\/wp-content\/uploads\/sites\/55\/2012\/07\/corrida-740x590.jpg 740w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/fisioterapiaesaude\/wp-content\/uploads\/sites\/55\/2012\/07\/corrida-120x96.jpg 120w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/fisioterapiaesaude\/wp-content\/uploads\/sites\/55\/2012\/07\/corrida.jpg 1800w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A corrida ganha cada vez mais adeptos e, com o aumento da sua popularidade, crescem tamb\u00e9m as incid\u00eancias de les\u00f5es musculoesquel\u00e9ticas. Os joelhos, p\u00e9s, pernas, tornozelo e coluna s\u00e3o as \u00e1reas do corpo mais afetadas, de acordo com pesquisa realizada por professores e alunos do Programa de Mestrado em Fisioterapia da Universidade Cidade de S\u00e3o Paulo \u2013 UNICID, que teve como intuito descrever h\u00e1bitos, caracter\u00edsticas de treinamento, hist\u00f3rico de les\u00f5es e suas poss\u00edveis associa\u00e7\u00f5es entre 200 corredores recreacionais. <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Calibri\">Dentre os principais resultados, a pesquisa ainda revela que quem corre h\u00e1 mais tempo tem menos les\u00f5es musculoesquel\u00e9ticas. \u201cVerificamos que os entrevistados que praticam corrida entre 5 e 15 anos apresentaram uma taxa menor de les\u00f5es. Esse resultado pode estar relacionado com pessoas que, com a experi\u00eancia, se adaptaram ao esporte e agora entendem melhor o seu corpo e, com isso, criaram um fator de prote\u00e7\u00e3o\u201d, explica Alexandre Dias Lopes, professor do Programa de Mestrado em Fisioterapia da UNICID. <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Calibri\">Desses avaliados, 55% relataram alguma les\u00e3o musculoesquel\u00e9tica ocorrida nos \u00faltimos 12 meses. Os problemas mais descritos foram tendinopatias e les\u00f5es musculares. O levantamento foi realizado com pessoas que correm por lazer h\u00e1 pelo menos seis meses. A maioria era homem (73%), com idade m\u00e9dia de 43 anos e volume de treino de 35 km semanais. \u201cEsses dados indicam um alerta aos participantes do esporte. \u00c9 importante que eles procurem o acompanhamento de um especialista da \u00e1rea da sa\u00fade para saber as consequ\u00eancias e solu\u00e7\u00f5es para os sintomas\u201d, afirma Luiz C. Hespanhol Junior, aluno envolvido no desenvolvimento da pesquisa.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Calibri\">De acordo com Hespanhol Junior, o projeto ter\u00e1 continuidade: \u201cFaremos novas an\u00e1lises para que os resultados sirvam como base de implementa\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o para profissionais de sa\u00fade e permitam a\u00e7\u00f5es efetivas para reduzir as les\u00f5es musculoesquel\u00e9ticas\u201d enfatiza.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Calibri\">Esta iniciativa do Programa de Mestrado em Fisioterapia da UNICID conta com a participa\u00e7\u00e3o dos professores Alexandre Dias Lopes e Leonardo Oliveira Pena Costa e dos alunos Luiz C. Hespanhol Junior e Aline C. A. Carvalho, integrantes do grupo de estudos em Les\u00f5es da Corrida SPRunIG (<em>S\u00e3o Paulo Running Injury Group<\/em>). A empresa CORPORE tamb\u00e9m contribuiu com o recrutamento dos participantes.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A corrida ganha cada vez mais adeptos e, com o aumento da sua popularidade, crescem tamb\u00e9m as incid\u00eancias de les\u00f5es musculoesquel\u00e9ticas. 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