{"id":2608,"date":"2016-06-18T03:03:14","date_gmt":"2016-06-18T03:03:14","guid":{"rendered":"http:\/\/reporterentrelinhas.com.br\/?p=2608"},"modified":"2016-06-18T03:03:14","modified_gmt":"2016-06-18T03:03:14","slug":"nosso-cinema-nasce-aqui-diz-cineasta-que-abriu-mostra-olhar-do-ceara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/2016\/06\/18\/nosso-cinema-nasce-aqui-diz-cineasta-que-abriu-mostra-olhar-do-ceara\/","title":{"rendered":"&#8220;Nosso cinema nasce aqui&#8221;, diz cineasta que abriu Mostra Olhar do Cear\u00e1"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\"><em>Com 10 filmes exibidos nesta sexta-feira, 17, a Mostra Olhar do Cear\u00e1 segue at\u00e9 a pr\u00f3xima ter\u00e7a, 21, sempre a partir das 14h30min, no Cinema do Drag\u00e3o &#8211; Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&#8220;Nosso cinema nasce aqui&#8221;. A frase que encerra o curta-metragem &#8220;<strong>Como Chegamos Aqui<\/strong>&#8220;, de Arthur S. Gadelha, reproduzida pelo diretor ap\u00f3s as sess\u00f5es, define bem a abertura da <strong>Mostra Olhar do Cear\u00e1<\/strong>. Narrando a experi\u00eancia de um grupo de amigos que imaginam um roteiro, o filme abriu, fora da competi\u00e7\u00e3o, as exibi\u00e7\u00f5es no <strong>26\u00ba Cine Cear\u00e1<\/strong>, nesta sexta-feira, 17.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2611\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/reporterentrelinhas.files.wordpress.com\/2016\/06\/poster-oficial-como-chegamos-aqui.png?w=198\" alt=\"Poster-Oficial-Como-Chegamos-Aqui\" width=\"198\" height=\"300\" \/>O debate realizado ap\u00f3s a exibi\u00e7\u00e3o dos 10 primeiros filmes mostra o cen\u00e1rio experimental que os novos realizadores cearenses desbravam. Filmado em quatro madrugadas, o curta de Gadelha brinca com g\u00eaneros como com\u00e9dia e terror para descobrir o fazer cinematogr\u00e1fico. &#8220;Esse ainda n\u00e3o \u00e9 o nosso cinema&#8221;, aponta. &#8220;Os clich\u00eas fazem parte da pr\u00f3pria proposta. O filme \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o, por isso foi importante escancarar os clich\u00eas&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Houve tamb\u00e9m quem apostasse na afetividade como fio condutor da narrativa, como foi o caso de &#8220;<strong>Artur<\/strong>&#8220;. O filme que abriu a segunda sess\u00e3o discute adolesc\u00eancia, fam\u00edlia e as descobertas que permeiam esse caminho.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">J\u00e1 &#8220;<strong>Ponte Velha<\/strong>&#8220;, de Germano de Sousa, trouxe as urbanices do Centro de Fortaleza e da comunidade do Po\u00e7o da Draga para despertar as mem\u00f3rias de dois amigos que se reencontram ap\u00f3s oito anos. Com os principais cart\u00f5es-postais da regi\u00e3o como cen\u00e1rio, a fic\u00e7\u00e3o conta uma hist\u00f3ria aut\u00eantica que cresce a partir do improviso. O final, por exemplo, foi decidido pelos pr\u00f3prios atores Eff Mendes e Daniel Rocha a partir de tr\u00eas op\u00e7\u00f5es indicadas pelo roteiro de Germano.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em &#8220;<strong>Botes Bastardos<\/strong>&#8220;, Pedro Cela projeta a constru\u00e7\u00e3o de um bote como busca pelas hist\u00f3rias do litoral cearense, al\u00e9m de debater a import\u00e2ncia da pesca para as fam\u00edlias que vivem da pr\u00e1tica. As imagens foram captadas durante quatro dias, em Camocim, a 379,3 km de Fortaleza.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Feito sem patroc\u00ednio, o document\u00e1rio retrata o carpinteiro e artes\u00e3o Chico Elias, falecido semanas ap\u00f3s a grava\u00e7\u00e3o. &#8220;Acaba sendo uma reflex\u00e3o sobre o trabalho e sobre os valores da gera\u00e7\u00e3o dele (Chico). \u00c9 um of\u00edcio que tende a acabar&#8221;, sugere. &#8220;Minha fam\u00edlia tem ra\u00edzes bem fortes l\u00e1, vou desde crian\u00e7a. Isso me despertou imageticamente&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Contemplado pelo Edital de Incentivo as Artes da Secultfor, &#8220;<strong>Momento, V\u00edcio e Boa Sorte<\/strong>&#8220;, produzido pelo Coletivo Pode Crer, com dire\u00e7\u00e3o de Diogenes Lopes, centraliza sua hist\u00f3ria em crian\u00e7as. &#8220;A comunidade agradeceu pelo filme como uma interven\u00e7\u00e3o art\u00edstica no local&#8221;, lembrou Diogenes. O curta foi gravado em locais da comunidade Goiabeiras, na Barra do Cear\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Pela manh\u00e3, cerca de 150 idosos assistiram ao longa Que horas ela volta?, na Mostra Melhor Idade. Ap\u00f3s a Mostra Olhar do Cear\u00e1, a programa\u00e7\u00e3o continuou no Cineteatro S\u00e3o Luiz com as mostras competitivas de curta e longa-metragens. A Mostra Ibero-Americana apresentou o mexicano &#8220;Epitafio&#8221;, de Yulene Olaizola e Rub\u00e9n Imaz.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com 10 filmes exibidos nesta sexta-feira, 17, a Mostra Olhar do Cear\u00e1 segue at\u00e9 a pr\u00f3xima ter\u00e7a, 21, sempre a partir das 14h30min, no Cinema&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":115,"featured_media":2610,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,1],"tags":[458,2866],"class_list":["post-2608","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cinema","category-sem-categoria","tag-cine-ceara","tag-mostra-olhar-do-ceara"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2608","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/users\/115"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2608"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2608\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2608"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2608"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2608"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}