{"id":4429,"date":"2017-09-28T18:36:57","date_gmt":"2017-09-28T21:36:57","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/reporterentrelinhas\/?p=4429"},"modified":"2017-09-28T18:36:57","modified_gmt":"2017-09-28T21:36:57","slug":"faixa-faixa-mad-monkees-comenta-disco-de-estreia-produzido-por-carlos-eduardo-miranda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/2017\/09\/28\/faixa-faixa-mad-monkees-comenta-disco-de-estreia-produzido-por-carlos-eduardo-miranda\/","title":{"rendered":"Faixa a faixa: Mad Monkees comenta disco de estreia produzido por Carlos Eduardo Miranda"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_4497\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4497\" class=\"size-large wp-image-4497\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/reporterentrelinhas\/wp-content\/uploads\/sites\/68\/2017\/09\/Mad-Monkees-por-Daniel-Mangualde1-624x378.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"333\" \/><p id=\"caption-attachment-4497\" class=\"wp-caption-text\">\u00c1lbum de estreia produzido por Carlos Eduardo Miranda tem participa\u00e7\u00f5es de Emmily Barreto, da banda Far From Alaska, e Anderson Kratsch, da Marrero (Foto: Daniel Mangualde)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Os riffs de guitarra pesados que formam o rock&#8217;n&#8217;roll da <strong>Mad Monkees<\/strong> ganharam ainda mais proje\u00e7\u00e3o em abril deste ano. Eles lan\u00e7aram o \u00e1lbum autointitulado, o primeiro do grupo, com 10 faixas e participa\u00e7\u00e3o de <strong>Emmily Barreto<\/strong> (Far From Alaska) e <strong>Anderson Kratsch<\/strong> (Marrero). O \u00e1lbum foi produzido por <strong>Carlos Eduardo Miranda<\/strong>, nome por tr\u00e1s de bandas como <strong>Raimundos<\/strong>, <strong>O Rappa<\/strong>, <strong>Mundo Livre SA<\/strong> e <strong>Skank<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O disco surge dois anos ap\u00f3s o primeiro EP, que inclui a faixa &#8220;Faces of Giulty&#8221;, a primeira composta pelo grupo. &#8220;A raiz da banda se deu a partir dela&#8221;, conta o vocal e guitarrista <strong>Felipe Cazaux<\/strong>. &#8220;Na \u00e9poca, n\u00f3s fizemos essa m\u00fasica pro meu trabalho solo. Os meninos tocavam comigo e a gente come\u00e7ou a achar que ela n\u00e3o se encaixava muito com aquele trabalho de blues&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Felipe j\u00e1 contava com <strong>Hamilton de Castro<\/strong> e <strong>Capoo Polacco<\/strong> como parceiros de palco enquanto m\u00fasico solo no segmento do <strong><em>blues<\/em><\/strong>, carreira que construiu h\u00e1, pelo menos, 10 anos. Hamilton e Polacco s\u00e3o, respectivamente, baixista e guitarrista da <strong>Mad Monkees<\/strong>. &#8220;Come\u00e7amos a pensar em um estilo interessante que a gente queria seguir. Fizemos uns shows com o PH\u00a0na noite de Fortaleza. Gostei muito dele tocando e era o estilo que a gente procurava para banda. Da\u00ed surgiu o <strong>Mad Monkees<\/strong>&#8220;, relembra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Foi menos de dois anos depois do EP que a gente lan\u00e7ou e o disco. J\u00e1 est\u00e1vamos compondo as m\u00fasicas e tem aquela hist\u00f3ria de que o EP chegou na m\u00e3o do Miranda, ele curtiu, a gente come\u00e7ou a conversar. A\u00ed j\u00e1 come\u00e7ou a pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Felipe sobre o contato que ocorreu nos primeiros meses de 2016. O baterista <strong>PH Barcellos<\/strong> diz que o produtor lan\u00e7ou luz sobre o futuro dos rapazes. &#8220;A nossa ideia era fazer outro EP, mas quando apareceu o Miranda e entramos em est\u00fadio veio a ideia de fazer um \u00e1lbum mesmo&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Gravado no est\u00fadio Rootsans, em S\u00e3o Paulo, em aproximadamente 20 dias, o disco contou ainda com trabalhos do engenheiro de som e vencedor do <strong>Grammy Latino<\/strong> Rodrigo Sanches. A masteriza\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum \u00e9 de Randy Merrill, do est\u00fadio Sterling Sound, que j\u00e1 trabalhou com gente como <strong>Metallica<\/strong>, <strong>Lady Gaga<\/strong> e <strong>Rolling Stones<\/strong>. A <strong>Mad Monkees<\/strong> j\u00e1 passou por festivais locais como Maloca Drag\u00e3o, Ponto CE e Feira da M\u00fasica, al\u00e9m do tradicional Festival DoSol, no Rio Grande do Norte.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-4496\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/reporterentrelinhas\/wp-content\/uploads\/sites\/68\/2017\/09\/Capa-disco-Mad-Monkees-624x523.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"461\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Faixa a faixa: Mad Monkees (2017) &#8211; Mad Monkees<\/strong><br \/>\n<strong>Por\u00a0Felipe Cazaux e PH Barcellos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Bombman\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Felipe Cazaux<\/strong>: &#8220;<strong>Bombman\u00a0<\/strong>trata dos homens-bomba, basicamente. E foi depois do atentado ao show da Eagles of Death Metal no Bataclan, em Paris. E depois aconteceu uma s\u00e9rie de explos\u00f5es. Foram tantas nesses \u00faltimos tempos. Infelizmente \u00e9 uma coisa que acontece ainda corriqueiramente. E apesar de ela parecer que fala de algu\u00e9m que seja mu\u00e7ulmano ou algo desse tipo, na real a gente n\u00e3o tem esse tipo de preconceito. N\u00e3o acredito que \u00e9 a religi\u00e3o que faz isso. Acredito que o fanatismo faz isso com as pessoas. A letra fala sobre essa quest\u00e3o pol\u00edtica, de voc\u00ea\u00a0ter um ex\u00e9rcito religioso que lhe incentiva a tirar a vida das pessoas. \u00c9 uma m\u00fasica forte, com influ\u00eancias de <strong>Megadeth<\/strong> e <strong>Stone Temple Pilots<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>PH Barcellos<\/strong>: &#8220;E no primeiro momento tamb\u00e9m a gente ficou at\u00e9 com medo de como as pessoas interpretariam essa m\u00fasica, de que esse entendimento entre ser cr\u00edtica ou apoio ficasse fr\u00e1gil. \u00c9 uma das mais massa de tocar. E \u00e9\u00a0a que d\u00e1 a cara do que vai ser o disco&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Monkee Business\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cazaux<\/strong>:\u00a0&#8220;<strong>Monkee Business\u00a0<\/strong>tem uma tira\u00e7\u00e3o de onda como esse termo que \u00e9 muito usado pelos americanos, geralmente quando se \u00e9\u00a0enganado por algu\u00e9m. \u00c9 como se fosse um neg\u00f3cio da China, uma cilada. Fala da sensa\u00e7\u00e3o que a gente tava quando come\u00e7ou a banda, que era uma coisa que a gente queria fazer, mas encontr\u00e1vamos problemas para continuar. Eram problemas psicol\u00f3gicos, familiares, financeiros&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>PH<\/strong>:\u00a0&#8220;Problemas de relacionamento tamb\u00e9m, no come\u00e7o. \u00c9 uma banda de rock, ent\u00e3o voc\u00ea imagina que todo mundo tem uma personalidade casca grossa. A gente tinha tretas logo no come\u00e7o&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mad Monkees   Monkee Business (Lyric Video)\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Jqf9OkBdh_g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>I Cannot Feel (feat. Emmily Barreto)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cazaux<\/strong>: &#8220;Eu tinha essa sensa\u00e7\u00e3o de que quando eu tocava, as pessoas n\u00e3o necessariamente sentiam a mesma coisa que eu sinto, mas que elas tamb\u00e9m tinham algum tipo de conex\u00e3o com o som. Fala sobre voc\u00ea saber que est\u00e1 transmitido, por meio da arte, algum tipo de sensa\u00e7\u00e3o. \u00c9 a m\u00fasica mais pop do disco porque tem um refr\u00e3o bem pegajoso. E a gente n\u00e3o sabia se ia entrar no disco, a gente acreditava que n\u00e3o ia rolar. Durante as grava\u00e7\u00f5es at\u00e9 descobrimos que era uma das preferidas do Miranda&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>PH<\/strong>: &#8220;Ela tinha outra pegada. O Miranda falou que tinha que ser mais porrada, mais pra frente. (Miranda:) &#8216;Tem que pulsar mais porque desse jeito t\u00e1 muito Legi\u00e3o Urbana. Pulsa ela do jeito que der&#8217;. E acabou que \u00e9 uma balada, mas n\u00e3o destoa do resto do disco. O refr\u00e3o dela tem bastante influ\u00eancia das coisas mais novas do Black Keys&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Profit Over Doom<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cazaux<\/strong>: &#8220;A m\u00fasica fala sobre guerra. At\u00e9 mesmo sobre a maneira que a gente vive hoje em dia e a maneira que a sociedade \u00e9 constru\u00edda. De voc\u00ea ver que muita gente se d\u00e1, obt\u00e9m lucro, sobre a desgra\u00e7a de outras pessoas. <strong>Profit Over Doom<\/strong> \u00e9 isso, lucro sobre as pessoas. Sobre a destrui\u00e7\u00e3o. Infelizmente, a gente v\u00ea isso at\u00e9 hoje em tudo que \u00e9 lugar, no Rio de Janeiro, aqui em Fortaleza. Estamos numa coisa de 2\u00aa Guerra Fria, numa tens\u00e3o de guerra ou n\u00e3o. Afinal, guerra serve pra quem ganha dinheiro, ganhar mais dinheiro. N\u00e3o existe mais guerra por territ\u00f3rio. O mesmo cara que vende arma pro ex\u00e9rcito de Israel \u00e9 o cara que vende pro Estado Isl\u00e2mico&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Try Harder<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cazaux<\/strong>: &#8220;Fala sobre as dificuldades. Sobre voc\u00ea tentar de novo, de novo e de novo. De n\u00e3o desistir, continuar seguindo em frente por um sonho que voc\u00ea acredita. \u00c9 uma letra bem pessoal&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>PH<\/strong>: &#8220;Pessoal mas nem tanto. Como d\u00e1 pra ver a banda n\u00e3o tem uma faixa de idade t\u00e3o jovem. J\u00e1 temos bastante tempo de m\u00fasica, ent\u00e3o todo mundo compartilha nessa ideia. S\u00f3 o Felipe tem 10 anos s\u00f3 de trabalho solo. Mas \u00e9 uma m\u00fasica otimista. E \u00e9 a \u00fanica que tem uma pegada <em>hard roc<\/em>k. Ela pulsa diferente de todas as outras m\u00fasicas&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Demons and Angels<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cazaux<\/strong>: &#8220;\u00c9 basicamente o mesmo tema de <strong>Monkee Business<\/strong>. Fala dos dem\u00f4nios e anjos que a gente v\u00ea todos os dias. E ela fala dessas dificuldades de voc\u00ea realizar o seu sonho muitas vezes sem apoio direto de quem voc\u00ea gosta, ou das pessoas que voc\u00ea convive. Ela fala que todo mundo tem seus anjos e dem\u00f4nios. O refr\u00e3o \u00e9 meio que um grito pra Deus mesmo. Uma parada mais forte mesmo, sempre me colocando em situa\u00e7\u00f5es que eu n\u00e3o vejo como vou conseguir vencer. Sempre dificuldades, uma atr\u00e1s da outra. \u00c9 um grito nesse sentido. O ser humano tentando ultrapassar a barreira das dificuldades para chegar no para\u00edso&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mad Monkees - Demons And Angels @ Monkee Fest\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zZa6Aznv56o?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Loverself<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cazaux<\/strong>: &#8220;Fala sobre algu\u00e9m que n\u00e3o sabe amar, que nunca conseguiu amor. Algu\u00e9m que s\u00f3 pensa em si mesmo. Algu\u00e9m ego\u00edsta ao ponto de n\u00e3o entender que precisa de outras pessoas para ser feliz. \u00c9 bem direta&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>PH<\/strong>: &#8220;E foi uma das faixas que o Miranda mais curtiu no primeiro momento&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mad Monkees - Loverself (Festival DoSol)\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8d_dVcddxrQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Scars<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cazaux<\/strong>: &#8220;<strong>Scars<\/strong> tem uma letra que fala sobre abandono. Sobre animais abandonados. O refr\u00e3o dela \u00e9 bem interessante porque fala: &#8216;n\u00e3o vou desaparecer, n\u00e3o vou a lugar nenhum&#8217;. \u00c9 para lembrar que essas coisas existem. Tamb\u00e9m \u00e9 sobre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre. Nada vai mudar at\u00e9 que um dia voc\u00ea tome uma atitude. Muitas pessoas se incomodam com os animais abandonas, com a pobreza, mas n\u00e3o tomam atitudes&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Cold Sparkle (feat. Anderson Kratsch)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cazaux<\/strong>: &#8220;\u00c9 uma m\u00fasica que \u00e9 muito depressiva, cara. Eu tava na merda, entendeu? Tava me sentindo um lixo. <strong>Cold Sparkle<\/strong> \u00e9 uma estrela que tem o brilho frio. \u00c9 como se ela piscasse, mas nunca conseguisse chegar ao seu auge. Era como eu tava me sentindo na \u00e9poca. Ela tem essa sensa\u00e7\u00e3o. De todas, \u00e9 a m\u00fasica mais grunge na letra, \u00e9 bem down. Apesar de ter um groove bem gostoso, dan\u00e7ante. A letra \u00e9 depressiva, mas a m\u00fasica \u00e9 pra cima. \u00c9 forte&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mad Monkees - Cold Sparkle @ Monkee Fest\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gl8wAT7FPpk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Scream<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cazaux<\/strong>: &#8220;Fala sobre n\u00e3o deixar as pessoas te fazerem mal, n\u00e9. Sobre conseguir dar a volta por cima. N\u00e3o importa quanto voc\u00ea sofra, voc\u00ea grita e joga seus males para fora. As suas afli\u00e7\u00f5es v\u00e3o embora. A tem\u00e1tica do disco passa muito por isso de ultrapassar barreiras. Passar por dificuldades para conseguir ter uma vida melhor&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>PH<\/strong>: &#8220;Ela \u00e9 a \u00faltima m\u00fasica do disco e \u00e9 a ultima m\u00fasica do show tamb\u00e9m. \u00c9 tipo assim, &#8216;brother, voc\u00ea j\u00e1 ouviu chibatada no ouvido e agora tem mais. Voc\u00ea n\u00e3o vai respirar at\u00e9 a gente parar&#8221; saca?&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cazaux<\/strong>: &#8220;\u00c9 uma das minhas favoritas. Queria que as pessoas dessem mais aten\u00e7\u00e3o \u00e0 ela. Tenho um carinho especial. Me faz me sentir bem quando canto&#8221;.<\/p>\n<p><iframe title=\"Spotify Embed: Mad Monkees\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"352\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5bZYIG6triOw9aj9ppVmp8?utm_source=oembed\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os riffs de guitarra pesados que formam o rock&#8217;n&#8217;roll da Mad Monkees ganharam ainda mais proje\u00e7\u00e3o em abril deste ano. 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