{"id":7390,"date":"2018-06-02T09:56:38","date_gmt":"2018-06-02T12:56:38","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/reporterentrelinhas\/?p=7390"},"modified":"2018-06-02T09:56:38","modified_gmt":"2018-06-02T12:56:38","slug":"porto-iracema-exibe-documentarios-realizados-por-mulheres-durante-este-mes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/2018\/06\/02\/porto-iracema-exibe-documentarios-realizados-por-mulheres-durante-este-mes\/","title":{"rendered":"Porto Iracema exibe document\u00e1rios realizados por mulheres durante este m\u00eas"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_7391\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7391\" class=\"size-full wp-image-7391\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/reporterentrelinhas\/wp-content\/uploads\/sites\/68\/2018\/06\/Torre-01.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" \/><p id=\"caption-attachment-7391\" class=\"wp-caption-text\">Imagem de &#8220;Torre&#8221;, curta de N\u00e1dia Mangolini<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">O<strong> Cineclube \u00c2ncora<\/strong>, iniciativa dos alunos do Curso B\u00e1sico de Audiovisual da <strong>Escola Porto Iracema das Artes<\/strong>, exibir\u00e1 document\u00e1rios realizados por mulheres durante este m\u00eas de junho. A Mostra\u00a0MNEM\u00d3SINE foi motivada pela tem\u00e1tica trabalhada este ano pela escola: \u201cPo\u00e9ticas do Feminino\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sete filmes ser\u00e3o apresentados todas as quartas-feiras de junho (nos dias 6, 13, 20 e 27), sempre a partir das 14 horas, no audit\u00f3rio do Porto Iracema. Com acesso gratuito, as sess\u00f5es ser\u00e3o seguidas de debate convidada que abordar\u00e1 as quest\u00f5es do filme junto ao p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Do <strong>Brasil<\/strong>, ser\u00e1 exibido o curta &#8220;Torre&#8221;, de N\u00e1dia Mangolini. Tamb\u00e9m entram filmes de <strong>Portugal<\/strong> (&#8220;Repare Bem&#8221;, de Maria de Medeiros), <strong>Jap\u00e3o<\/strong> (&#8220;Em seus bra\u00e7os&#8221;, de Naomi Kawase), <strong>Ir\u00e3<\/strong> (Forough Farrokhzad como o seu &#8220;A Casa \u00e9 Escura&#8221; e Samira Makhmalbaf com &#8220;A Ma\u00e7\u00e3&#8221;, e <strong>B\u00e9lgica<\/strong> (&#8220;No Home Movie&#8221;, de Chantal Akerman).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ticiana Augusto Lima e Luciana Vieira, da Tardo Filmes; Kennya Mendes, da Vila das Artes; e Camila Vieira, da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Cr\u00edticos de Cinema (Abraccine) s\u00e3o as convidadas do m\u00eas para as rodas de conversa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Programa\u00e7\u00e3o completa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[Sess\u00e3o de 06 de junho]\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Torre, filme de N\u00e1dia Mangolini (Brasil, 2017, 18min)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sinopse: Quatro irm\u00e3os, filhos de Virg\u00edlio Gomes da Silva, o primeiro desaparecido pol\u00edtico da ditadura militar brasileira, relatam suas inf\u00e2ncias durante o regime.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Repare Bem, filme de Maria de Medeiros (Brasil\/Portugal\/Espanha, 2013, 94min)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sinopse: O document\u00e1rio aborda a hist\u00f3ria de tr\u00eas gera\u00e7\u00f5es de mulheres que sofreram persegui\u00e7\u00e3o pol\u00edtica a partir do relato de Denize Crispim e Eduarda Leite, duas anistiadas pela Comiss\u00e3o de Anistia do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Debate com os realizadores do Cineclube \u00c2ncora<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[Sess\u00e3o de 13 de junho]\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Em seus bra\u00e7os \u2013 Naomi Kawase (Jap\u00e3o, 1992, 40min)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sinopse: O in\u00edcio de uma odisseia \u00edntima (ou um road movie dom\u00e9stico) em busca do pai biol\u00f3gico que nunca conheceu, tendo como pistas apenas o registro familiar e uma foto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>C\u00e9u, Vento, Fogo, \u00c1gua, Terra \u2013 Naomi Kawase (Jap\u00e3o\/Fran\u00e7a, 2001, 40min)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sinopse: Um recado telef\u00f4nico conta a Kawase sobre a morte de seu pai. Mais de oito anos se passaram desde sua busca em \u201cEm seus bra\u00e7os\u201d. Ela assiste ao filme novamente com suas amigas e enfrenta sentimentos amb\u00edguos ao ver as entrevistas de sua m\u00e3e biol\u00f3gica e de sua m\u00e3e adotiva sobre o pai. Ela ainda n\u00e3o superou o abandono, a dor, as d\u00favidas existenciais. Subitamente, ela decide tatuar a mesma tatuagem que seu pai tinha em vida. Kya Ka Ra Ba A \u00e9 uma palavra budista que em s\u00e2nscrito significa Kya \u2013 c\u00e9u, Ka \u2013 vento, Ra \u2013 fogo, Ba \u2013 \u00e1gua e A \u2013 terra e, por extens\u00e3o, se aplica a tudo o que existe no mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Debate com Ticiana Augusto Lima e Luciana Vieira (Tardo Filmes)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[Sess\u00e3o de 20 de junho]\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>A Casa \u00e9 Escura \u2013 Forough Farrokhzad (Ir\u00e3, 1963, 22min)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sinopse: O aclamado curta metragem da iraniana Forough Farrokhzad \u00e9 uma vis\u00e3o do sofrimento na vida de uma col\u00f4nia de leprosos focalizando a condi\u00e7\u00e3o humana e a beleza das cria\u00e7\u00f5es divinas. As imagens s\u00e3o intermediadas com declama\u00e7\u00f5es de poesias de Farrokhzad, do Velho Testamente e do Alcor\u00e3o, e algumas falas dos personagens reais. Foi o \u00fanico filme que ela dirigiu antes de sua morte em 1967. Apesar da pouca aten\u00e7\u00e3o recebida fora do Ir\u00e3, foi considerado desde seu lan\u00e7amento como um marco do cinema Iraniano abrindo caminho para o movimento new wave que eventualmente aconteceria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>A Ma\u00e7\u00e3, filme de Samira Makhmalbaf (Ir\u00e3\/Fran\u00e7a, 1998, 86min)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sinopse: A ma\u00e7\u00e3 baseia-se na hist\u00f3ria real de duas garotas g\u00eameas que viveram trancadas dentro de casa por doze anos, sem nenhum contato com o mundo exterior. A m\u00e3e \u00e9 cega e o pai seguem o extremismo do antigo alcor\u00e3o. Denunciados pelos vizinhos ao Servi\u00e7o Social, um dia, s\u00e3o descobertas, come\u00e7ando a readapta\u00e7\u00e3o das meninas ao novo mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Debate com Kennya Mendes (Vila das Artes)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[Sess\u00e3o de 27 de junho]\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>No Home Movie, filme de Chantal Akerman (B\u00e9lgica\/Fran\u00e7a, 2015, 113min)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sinopse: Em seu \u00faltimo document\u00e1rio, a cineasta belga Chantal Akerman revela um comovente retrato de seu relacionamento com a m\u00e3e, uma sobrevivente de Auschwitz, cujo passado e ansiedade cr\u00f4nica tiveram enorme influ\u00eancia no trabalho da filha. Juntas, elas revisam suas preocupa\u00e7\u00f5es tem\u00e1ticas envolvendo g\u00eanero, sexo, identidade cultural, t\u00e9dio, solid\u00e3o e manias. Um perfil s\u00f3brio e profundamente \u00edntimo de sua personagem nos meses que antecederam sua morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Debate com Camila Vieira (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Cr\u00edticos de Cinema \u2013 Abraccine)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Servi\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Cineclube \u00c2ncora<br \/>\nDias 6, 13, 20 e 27 de junho, a partir das 14h<br \/>\nAudit\u00f3rio do Porto Iracema das Artes (Rua Drag\u00e3o do Mar, 160, Praia de Iracema)<br \/>\nGratuito<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Cineclube \u00c2ncora, iniciativa dos alunos do Curso B\u00e1sico de Audiovisual da Escola Porto Iracema das Artes, exibir\u00e1 document\u00e1rios realizados por mulheres durante este m\u00eas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":115,"featured_media":7391,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,16],"tags":[364,365],"class_list":["post-7390","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cinema","category-programacao","tag-cineclube-ancora","tag-porto-iracema-das-artes"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7390","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/users\/115"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7390"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7390\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7390"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7390"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7390"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}