{"id":7393,"date":"2018-06-02T10:39:39","date_gmt":"2018-06-02T13:39:39","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/reporterentrelinhas\/?p=7393"},"modified":"2018-06-02T10:39:39","modified_gmt":"2018-06-02T13:39:39","slug":"faixa-a-faixa-rubel-comenta-album-casas-que-inclui-parcerias-com-emicida-e-rincon-sapiencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/2018\/06\/02\/faixa-a-faixa-rubel-comenta-album-casas-que-inclui-parcerias-com-emicida-e-rincon-sapiencia\/","title":{"rendered":"Faixa a faixa | Rubel comenta \u00e1lbum &#8216;Casas&#8217;, que inclui parcerias com Emicida e Rincon Sapi\u00eancia"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_7394\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7394\" class=\"size-full wp-image-7394\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/reporterentrelinhas\/wp-content\/uploads\/sites\/68\/2018\/06\/Rubel-Guido.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"600\" \/><p id=\"caption-attachment-7394\" class=\"wp-caption-text\">Rubel (Foto: Guido Argel)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">O bonito <strong>Pearl<\/strong> (2013) foi a porta de entrada de <strong>Rubel<\/strong> na m\u00fasica. A partir disso, demorou cinco anos para que o carioca mostrasse ao mundo outro trabalho, mas veio, em mar\u00e7o deste ano, o elegante <strong>Casas<\/strong>. O disco foi selecionado, em 2016, pelo edital Natura Musical com apoio da Lei Rouanet. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 do nov\u00edssimo selo Dorileo, produtora de Rubel Brizola.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Com 14 faixas, o sucessor de Pearl traz participa\u00e7\u00f5es luxuosas de Emicida, na faixa &#8220;Mantra&#8221;, e Rincon Sapi\u00eancia, na can\u00e7\u00e3o &#8220;Chiste&#8221;. A primeira \u00e9 um pedido de prote\u00e7\u00e3o a S\u00e3o Jorge, como explica o m\u00fasico e cineasta. A segunda, um di\u00e1logo entre dor e riso com espa\u00e7o para protesto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em entrevista exclusiva ao Blog, Rubel comenta o disco <strong>faixa a faixa<\/strong> e fala sobre refer\u00eancias a Jorge Ben, Dr. Dre e a influ\u00eancia do rap.<\/p>\n<div id=\"attachment_5898\" style=\"width: 672px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5898\" class=\"size-full wp-image-5898\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/reporterentrelinhas\/wp-content\/uploads\/sites\/68\/2018\/03\/casas-rubel-capa.jpg\" alt=\"\" width=\"662\" height=\"662\" \/><p id=\"caption-attachment-5898\" class=\"wp-caption-text\">Capa de &#8216;Casas&#8217;<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Faixa a faixa: Casas (2018) \u2013 Rubel<\/strong><br \/>\n<strong>Por Rubel<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Intro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Intro \u00e9 a faixa que abre o &#8220;Casas&#8221; e que faz a ponte com o disco anterior. A melodia dessa m\u00fasica, tocada pelas cordas, \u00e9 a mesma que encerra Quadro Verde, a \u00faltima m\u00fasica do Pearl, tocada por um viol\u00e3o de a\u00e7o e um bandolim. \u00c9 como se ela dissesse: vamos dar continuidade \u00e0 trajet\u00f3ria do Pearl, mas agora vai ser um pouco diferente&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Col\u00e9gio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;A can\u00e7\u00e3o \u00e9 meio autobiogr\u00e1fica, meio inventada sobre o que eu vivi e vi na \u00e9poca da escola. Uma tentativa de retratar o per\u00edodo do Ensino M\u00e9dio, quando a gente est\u00e1 descobrindo quem \u00e9 e quem quer ser. A letra conta um dia dentro de um col\u00e9gio, acompanhando momentos marcantes nas vidas de alguns alunos. As cordas costuram a m\u00fasica, dialogando com o tema e a atmosfera da Intro&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cachorro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Cachorro \u00e9 um desabafo sobre algumas vontades. Cada uma dessas vontades vem acompanhada de duas imagens que ilustram e d\u00e3o forma a elas: a vontade de que o tempo passe mais devagar, a vontade de se desligar da pr\u00f3pria imagem, a vontade de lembrar de um amigo que j\u00e1 se foi, a vontade de se entender e se reinventar atrav\u00e9s do canto. As imagens que ilustram essas vontades s\u00e3o v\u00e1rias; a que eu acho mais emblem\u00e1tica \u00e9 divertida \u00e9 o cachorro molhado, no mar, meio estabanado, mas corajoso e livre, que d\u00e1 nome \u00e0 m\u00fasica. O viol\u00e3o que sustenta a m\u00fasica \u00e9 uma homenagem ao Jorge Ben&#8221;.<\/p>\n<div id=\"attachment_7397\" style=\"width: 910px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7397\" class=\"size-full wp-image-7397\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/reporterentrelinhas\/wp-content\/uploads\/sites\/68\/2018\/06\/Rubel-Divulga\u00e7\u00e3o.jpg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"1350\" \/><p id=\"caption-attachment-7397\" class=\"wp-caption-text\">(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Pinguim<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Pinguim \u00e9 sobre v\u00e1rias coisas. Uma delas s\u00e3o as escolhas que t\u00eam que ser feitas depois que um relacionamento ou um ciclo terminam: o que levar adiante desse relacionamento e o que deixar para tr\u00e1s. N\u00e3o d\u00e1 pra deixar tudo para tr\u00e1s, porque, provavelmente, parte daquilo foi muito bom e gostoso e te formou e vale a pena manter vivo. Mas n\u00e3o d\u00e1 pra levar tudo adiante, sen\u00e3o seria imposs\u00edvel seguir em frente. \u00c9 um balan\u00e7o delicado. Pra mim, essas quatro primeiras faixas estabelecem a atmosfera do disco e trazem uma sensa\u00e7\u00e3o de apresenta\u00e7\u00e3o e de boas vindas a quem est\u00e1 escutando: essa \u00e9 mais ou menos a cara do disco que voc\u00eas v\u00e3o ouvir&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Casquinha<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Casquinha abre o segundo momento do disco. \u00c9 um respiro dos beats das tr\u00eas m\u00fasicas anteriores. Um sambinha simples, s\u00f3 com voz, viol\u00e3o e percuss\u00e3o. Pode ser sobre v\u00e1rias coisas, mas, para mim, \u00e9 sobre lidar com a superprote\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia e as formas de superprote\u00e7\u00e3o de eu mesmo me imponho. Sobre uma tentativa de me libertar das exig\u00eancias de caber em um molde de excel\u00eancia e perfei\u00e7\u00e3o que \u00e0s vezes \u00e9 paralisante. Sobre n\u00e3o ter medo de errar e n\u00e3o ter a obriga\u00e7\u00e3o de acertar. Foi a m\u00fasica gravada mais r\u00e1pido, com a voz gripada, e com menos perfeccionismo. \u00c9 tamb\u00e9m, de alguma forma, uma chegada mais firme no Brasil&#8221;.<\/p>\n<div id=\"attachment_7399\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7399\" class=\"size-medium wp-image-7399\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/foradaordem\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/reporterentrelinhas\/wp-content\/uploads\/sites\/68\/2018\/06\/Guido-Rubel-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/><p id=\"caption-attachment-7399\" class=\"wp-caption-text\">(Foto: Guido Argel)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Batuque<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Uma vinheta de percuss\u00e3o, gravadas na fita (os \u00fanicos instrumentos do disco gravados analogicamente). Remete a um ritual de umbanda. Remete tamb\u00e9m a alguns discos de percuss\u00e3o africanos dos anos 70. Traz um pouco da espiritualidade, de uma conex\u00e3o com a m\u00fasica africana, e abre os caminhos para Mantra, que \u00e9 uma esp\u00e9cie de ora\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Mantra<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Mantra \u00e9 um pedido de prote\u00e7\u00e3o a S\u00e3o Jorge para lembrar das coisas que me s\u00e3o caras, para permanecer firme no que eu acredito que seja meu prop\u00f3sito. Tem a participa\u00e7\u00e3o especial\u00edssima do <strong>Emicida<\/strong>. \u00c9, para mim, a m\u00fasica mais bem acabada e bem resolvida do disco. N\u00e3o me parece uma tentativa de misturar ritmos, mas uma mistura de ritmos concretizada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tem um sample de bateria de uma m\u00fasica de soul dos anos 70, as congas da faixa anterior invadindo essa faixa, um baixo ac\u00fastico, que junto da percuss\u00e3o e da bateria d\u00e3o uma cara meio A Tribe Called Quest, um Fender Rhodes mais jazz\u00edstico, tamb\u00e9m meio soul, inspirado no disco da Noname, uma guitarra fazendo a linha de &#8220;Explosif&#8221; do Dr. Dre l\u00e1 no fundo (que tamb\u00e9m \u00e9 sampleado de uma m\u00fasica soul dos anos 70), um sample de uma entrevista do Tim Maia, uma linha de cordas e uma linha de metais que o Bubu pegou de algum solo de algum saxofonista, um viol\u00e3o bem escondido, e tudo isso fez bastante sentido junto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Talvez porque aben\u00e7oada pela m\u00e3o e a espada de S\u00e3o Jorge. Mantra encerra a segunda parte do disco. Essa \u00e9 a primeira pausa. At\u00e9 ent\u00e3o, todas as m\u00fasicas emendavam umas nas outras&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Passagem<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Passagem abre a terceira parte. Tem a mesma melodia de Col\u00e9gio. \u00c9 como se o disco recome\u00e7asse, agora no Lado B. \u00c9 uma vinheta com depoimentos retirados de um curta-metragem que fiz no per\u00edodo da faculdade sobre a forma como os alunos est\u00e3o sendo educados em col\u00e9gios particulares no Rio de Janeiro. Os tr\u00eas depoimentos falam sobre sonhos bem distintos com os quais, de uma forma ou de outra, eu me identifico&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Passagem (2015)\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2iuNcyo__QU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Explodir<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;\u00c9 a \u00fanica m\u00fasica Voz e Viol\u00e3o do disco. \u00c9 uma volta \u00e0 est\u00e9tica do Pearl, mais introspectiva e minimalista. \u00c9 tamb\u00e9m sobre muitas coisas, mas, para mim, sobre a consci\u00eancia de que um relacionamento pode, e provavelmente vai terminar em algum momento, mas que isso n\u00e3o \u00e9 um bom motivo para deixar de viv\u00ea-lo em sua plenitude&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Sapato<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Essa m\u00fasica era inicialmente uma salsa, virou um pop, e acabou nesse samba meio esquisito. Ela leva mais \u00e0 risca a proposta formal que eu imaginei no in\u00edcio do disco, muito inspirado pelas narrativas do rap, de contar hist\u00f3rias de uma maneira mais abstrata, solta e menos did\u00e1tica, lan\u00e7ando imagens muito espec\u00edficas que se associam de diversas formas, n\u00e3o apenas cronologicamente ou tematicamente. \u00c9 como se fosse um quebra-cabe\u00e7as, um mosaico, que quem estivesse ouvindo tivesse que juntar para construir e imaginar sua pr\u00f3pria narrativa. Ela encerra a terceira parte do disco&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Chiste<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Chiste abre a quarta e \u00faltima parte do disco. \u00c9 um di\u00e1logo entre a dor e o riso para ver qual dos sentimentos \u00e9 mais nobre, mais valoroso. \u00c9 na verdade, uma competi\u00e7\u00e3o iniciada pela dor, que, com um esp\u00edrito de porco liga para o riso, tentando tirar uma onda por ter a capacidade de conseguir fazer as pessoas chorarem. O riso ri da cara da dor, que, na pr\u00f3pria egotrip, esqueceu que o riso tamb\u00e9m faz as pessoas chorarem&#8230; de rir&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Rubel - Chiste ft. Rincon Sapi\u00eancia [Clipe Oficial]\" width=\"668\" height=\"376\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/781OfppD4LA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Fogueira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Uma vinheta de cordas que funciona como transi\u00e7\u00e3o entre Chiste e Partilhar. Inicialmente essa m\u00fasica era um tema para viol\u00e3o. No v\u00eddeo de Partilhar do Sofar Sounds, d\u00e1 para ouvir a vers\u00e3o original no viol\u00e3o, mais simples e mais sem gra\u00e7a&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Partilhar<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Esse foi o grande desafio do disco. A m\u00fasica mais gravada e regravada e re-regravada. Partilhar j\u00e1 tinha sido lan\u00e7ada antes, com um arranjo mais folk e doce, ent\u00e3o tive um trabalho muito grande pra faz\u00ea-la soar n\u00e3o como uma vers\u00e3o diferente da original, mas como a pr\u00f3pria m\u00fasica original lan\u00e7ada tardiamente. Foi dif\u00edcil encaixar a can\u00e7\u00e3o nesse molde mais R&amp;B, e fazer isso soar org\u00e2nico e natural, mas, depois de muito tempo, acredito que funcionou&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Santana<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Santana \u00e9 a composi\u00e7\u00e3o de um amigo, Gustavo Rocha, sobre a inf\u00e2ncia dele em S\u00e3o Paulo. Gosto da dualidade e da sacanagem que tem nessa frase do refr\u00e3o. &#8220;\u00c9 f\u00e1cil ser feliz.&#8221; Na verdade n\u00e3o \u00e9 l\u00e1 t\u00e3o f\u00e1cil ser feliz. Mas \u00e9 f\u00e1cil ser feliz. Mas n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil ser feliz. E por a\u00ed vai&#8221;.<\/p>\n<p>https:\/\/open.spotify.com\/album\/4srydLleGSH7OmLav3nCTX<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O bonito Pearl (2013) foi a porta de entrada de Rubel na m\u00fasica. 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