O escritor ficou conhecido com seu primeiro romance, “O testamento do senhor Napomuceno”, de 1996. (Foto: Site IILP)

A edição 2018 do Prêmio Camões foi para o escritor cabo-verdiano Germano Almeida, de 72 anos. O anúncio foi feito na última segunda-feira (21) pelo ministro da cultura de Portugal, Luís Filipe Castro Mendes, em Lisboa.

Germano, nascido na cidade de Boa Vista, ficou conhecido com seu primeiro romance, “O testamento do senhor Napomuceno”, de 1996. Essa foi a 30ª edição do Prêmio Camões, a mais prestigiada premiação da língua portuguesa.

Em 2017, o prêmio foi atribuído ao poeta português Manuel Alegre. Além dele, já foram premiados: Miguel Torga, João Cabral de Mello Neto (Brasil), José Craveirinha (Moçambique), Vergílio Ferreira, Rachel de Queiroz (Brasil), Jorge Amado (Brasil), José Saramago, Eduardo Lourenço, Pepetela (Angola), Antônio Cândido (Brasil), Sophia de Mello Breyner, Autran Dourado (Brasil), Eugênio de Andrade, Maria Velho da Costa, Rubem Fonseca (Brasil), Agustina Bessa-Luís, Lygia Fagundes Telles (Brasil), Luandino Vieira (Angola — prêmio recusado), Antônio Lobo Antunes, João Ubaldo Ribeiro (Brasil), Arménio Vieira (Cabo Verde), Ferreira Gullar (Brasil), Manuel António Pina (Portugal), Dalton Trevisan (Brasil), Mia Couto (Moçambique), Alberto Costa e Silva (Brasil), Hélia Correia (Portugal) e Raduan Nassar (Brasil).

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Elves Rabelo

Sou jornalista, pós-graduado em assessoria de comunicação e, atualmente, trabalho como coordenador de comunicação interna e como jornalista freelancer, com revisão e produção de conteúdo sobre idiomas e carreira. Outros temas que me interessam são: nomadismo, relações internacionais, educação e desenvolvimento profissional. Sugestões de pautas para: elvesarabelo@gmail.com

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