{"id":5927,"date":"2018-10-30T15:36:26","date_gmt":"2018-10-30T18:36:26","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/?p=5927"},"modified":"2018-10-30T15:36:26","modified_gmt":"2018-10-30T18:36:26","slug":"aurelia-lanca-o-disco-acesa-no-cineteatro-sao-luiz-no-dia-05-11","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/2018\/10\/30\/aurelia-lanca-o-disco-acesa-no-cineteatro-sao-luiz-no-dia-05-11\/","title":{"rendered":"Aur\u00e9lia lan\u00e7a o disco Acesa no Cineteatro S\u00e3o Luiz no dia 05\/11"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-5928\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-content\/uploads\/sites\/28\/2018\/10\/Cred-Natalia-Parente-1-740x495.png\" alt=\"\" width=\"740\" height=\"495\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-content\/uploads\/sites\/28\/2018\/10\/Cred-Natalia-Parente-1-740x495.png 740w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-content\/uploads\/sites\/28\/2018\/10\/Cred-Natalia-Parente-1-300x201.png 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-content\/uploads\/sites\/28\/2018\/10\/Cred-Natalia-Parente-1-768x514.png 768w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-content\/uploads\/sites\/28\/2018\/10\/Cred-Natalia-Parente-1-120x80.png 120w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-content\/uploads\/sites\/28\/2018\/10\/Cred-Natalia-Parente-1.png 913w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Cantora, compositora, atriz e jornalista, Marta Aur\u00e9lia, ou simplesmente\u00a0<strong>Aur\u00e9lia<\/strong>, lan\u00e7a, no dia\u00a0<strong>05 de novembro de 2018<\/strong>, quando se comemora o Dia Nacional da Cultura, \u00e0s\u00a0<strong>19h<\/strong>, no\u00a0<strong>Cineteatro S\u00e3o Luiz<\/strong>, o seu segundo CD autoral, intitulado\u00a0<strong>Acesa<\/strong>, que tamb\u00e9m estar\u00e1 dispon\u00edvel nas principais plataformas digitais. Produzido pela pr\u00f3pria artista, em parceria com\u00a0<strong>Eric Barbosa<\/strong>, o trabalho \u201ccria uma po\u00e9tica da voz em sinestesia com outras fontes sonoras e de instrumenta\u00e7\u00e3o, de maneira fluida e livre\u201d, como Aur\u00e9lia faz quest\u00e3o de definir.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">Acesa \u00e9 um \u00e1lbum org\u00e2nico, nascido do desejo da cantora de investigar outros territ\u00f3rios para sua voz, seu som e sua poesia e de aproximar-se mais da\u00a0<em>performance<\/em>, do\u00a0<em>happening,<\/em>\u00a0da\u00a0<em>arte sonora<\/em>, do\u00a0<em>noise<\/em>\u00a0e, mais do que presente nos sets de cinema como atriz, aproximar-se, tamb\u00e9m, da linguagem do audiovisual com sua m\u00fasica. Nessa perspectiva, surge a parceria com o m\u00fasico-performer\u00a0<strong>Eric Barbosa<\/strong>\u00a0e, da\u00ed, come\u00e7am os encontros criativos na Trincheira &#8211; resid\u00eancia art\u00edstica localizada no Centro de Fortaleza \u2013 incluindo, paulatinamente, a presen\u00e7a de\u00a0<strong>Eduardo Escarpinelli<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Ayrton Pessoa<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">Improvisa\u00e7\u00f5es de guitarra, baixo, teclado, acordeon, clarinete, voz e efeitos come\u00e7am a acontecer inicialmente no est\u00fadio, seguidas por ensaios para apresenta\u00e7\u00e3o, mixagens do material diverso, mantendo sempre a liberdade criativa que se apresenta nas oito faixas que comp\u00f5em o disco. \u201cO Acesa nasceu com a ideia de se trabalhar a can\u00e7\u00e3o, a palavra, em outras fontes e diretrizes, a partir do conceito de hibridismo de linguagem, entre performance sonora e filosofia, passando ainda pelas instala\u00e7\u00f5es sonoras e o audiovisual\u201d, afirma Eric, que ainda ressalta, do trabalho, a predile\u00e7\u00e3o por novas timbragens dos instrumentos, al\u00e9m das experimenta\u00e7\u00f5es da voz.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">J\u00e1 Ayrton Pessoa pontua uma caracter\u00edstica do processo criativo de Aur\u00e9lia, que \u00e9 o fato de seus projetos serem tangenciais, \u201cque se confundem e se atravessam\u201d. \u201cA gente acaba sem saber o que come\u00e7ou, onde, quando, como ou por que\u201d, brinca. Para o m\u00fasico, Acesa ganhou ainda mais for\u00e7a com a chegada de Eric Barbosa ao projeto, dando ao disco uma orienta\u00e7\u00e3o est\u00e9tica melhor delineada e, principalmente, trabalhando o poder de escrita de Aur\u00e9lia, com composi\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas e improvisos. Can\u00e7\u00f5es tradicionais se transformaram em \u2018pe\u00e7as sonoras\u2019 com a mistura de sons complexos e ca\u00f3ticos, ru\u00eddos, palavras, timbres de guitarra com riffs, sintetizadores, um clarinete encantadoramente perdido e sua voz.\u201d<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">Eduardo Escarpinelli destaca ainda a po\u00e9tica sonora sinest\u00e9sica de Aur\u00e9lia, do seu texto falado e das frequ\u00eancias de seus movimentos, no est\u00fadio e no palco, que evocam imagens que tamb\u00e9m geram sons, deslocando poeticamente sentidos cl\u00e1ssicos, tradicionais, de se ver\/ouvir\/sentir\/etc. \u201cA Aur\u00e9lia inverte, expande e junta o cosmos sonoro&#8221;, diz.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>O territ\u00f3rio da voz<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">A voz \u00e9 territ\u00f3rio de atua\u00e7\u00e3o mais comum de Aur\u00e9lia, desde o r\u00e1dio, a m\u00fasica, o teatro, o cinema, passando por suas investiga\u00e7\u00f5es desse que tamb\u00e9m \u00e9 instrumento de autoconhecimento e express\u00e3o multicultural, dos diversos usos da voz seja na comunica\u00e7\u00e3o, seja na arte, e da compreens\u00e3o do som como experi\u00eancia com o sagrado e como for\u00e7a vital presente nos processos criativos.\u00a0 \u00c9 da converg\u00eancia desses aspectos que Aur\u00e9lia carrega a bateria para construir uma po\u00e9tica vocal capaz de transitar por alguns par\u00e2metros mais harm\u00f4nicos do canto e da fala e criar novas imagens sonoras e ruid\u00edsticas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">\u201cA voz \u00e9 express\u00e3o do ser, que \u00e9 perfeito, imperfeito, harm\u00f4nico e ruidoso. Ent\u00e3o, queria caminhar com essa voz, que, quando aud\u00edvel, tamb\u00e9m pudesse esmorecer, arranhar, borrar, sujar, enfim, al\u00e9m de expressar a beleza do som e da voz, esta entendida tamb\u00e9m como discurso, como o que est\u00e1 sendo dito. O \u00e1lbum brinca entre entrar e sair de alguns padr\u00f5es, entre o som que \u00e9 e n\u00e3o \u00e9, necessariamente, \u2018compreens\u00edvel\u2019 ou \u2018entend\u00edvel\u2019, mas que tem poesia e que provoca a imagina\u00e7\u00e3o\u201d, explica a cantora.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">\u201cTamb\u00e9m n\u00e3o tivemos essa quest\u00e3o de trabalhar com o polimento do som, quando se pensa no referencial de grava\u00e7\u00e3o de est\u00fadio, tanto que sons captados da rua foram incorporados ao \u00e1lbum. Isso porque o Acesa pretende trabalhar essas outras formas de escuta\u201d, pontua Eric Barbosa.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">Os textos foram escritos e as m\u00fasicas foram compostas durante o processo de constru\u00e7\u00e3o do Acesa.\u00a0<strong>\u201cAndo Cantando o que Sou\u201d<\/strong>\u00a0exp\u00f5e, mais visceralmente, o que a artista revela de si neste momento. Nesta m\u00fasica, \u00e9 poss\u00edvel perceber o resultado das possibilidades constru\u00eddas em conjunto, a partir do di\u00e1logo entre melodia e voz. \u201cEssa m\u00fasica bate na porta da can\u00e7\u00e3o, \u00e9 quase um aboio. Ela \u00e9 quase cantada, meio pregui\u00e7osa, \u00e0s vezes quase inaud\u00edvel. \u00c9 para voc\u00ea sentir, uma esp\u00e9cie de medita\u00e7\u00e3o em si mesma\u201d, explica Aur\u00e9lia.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">J\u00e1\u00a0<strong>\u201cCidades Invis\u00edveis\u201d, \u201cVaranda\u201d<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>\u201cEscombros\u201d\u00a0<\/strong>s\u00e3o m\u00fasicas em que os textos est\u00e3o mais \u00e0 frente, quase como uma cr\u00f4nica r\u00edtmica. \u00c9 como se Aur\u00e9lia contasse uma hist\u00f3ria, seja sobre cidades contempor\u00e2neas destru\u00eddas pelas guerras (Escombros), seja sobre os seus locais de afeto, encontrando-se com a poesia e a complexidade dos lugares de \u00cdtalo Calvino (Cidades Invis\u00edveis).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">\u201c<strong>Entre\u201d\u00a0<\/strong>fala da condi\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade da artista e do momento intraduz\u00edvel da cria\u00e7\u00e3o: \u201c&#8230; sem prote\u00e7\u00e3o qualquer, a n\u00e3o ser a pr\u00f3pria sorte e algum sinal de esmaecida lucidez, avan\u00e7o, mergulhada no intraduz\u00edvel do instante\u201d. Complementam o \u00e1lbum, ainda, \u201c<strong>Prec\u00e1rio\u201d<\/strong>, cuja po\u00e9tica lan\u00e7a um olhar cr\u00edtico sobre a condi\u00e7\u00e3o do artista na rela\u00e7\u00e3o com seus processos de produ\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o, \u201c<strong>Provis\u00f3ria\u201d,<\/strong>\u00a0que evoca a condi\u00e7\u00e3o de passagem do processo criativo e \u201c<strong>Vox\u201d<\/strong>, na qual a pr\u00f3pria voz \u00e9 motor de cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">Outra can\u00e7\u00e3o de destaque \u00e9\u00a0<strong>\u201cMeu Choro\u201d<\/strong>, que traduz o sentimento da cantora ao se deparar com imagens dos flagelados da seca de 1877\/1878 durante pesquisa da atriz Juliana Tavares sobre os campos de concentra\u00e7\u00e3o no Cear\u00e1. Mesmo tendo ficado fora do \u00e1lbum,\u00a0<strong>\u201cMeu Choro\u201d<\/strong>\u00a0foi mantida no repert\u00f3rio do show pela conex\u00e3o que estabelece com um dos dramas mais profundos do nosso tempo, a fome, e pelo sentimento de empatia e solidariedade com a trag\u00e9dia humana.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">Guerras, mis\u00e9ria, fome, dor e outros temas que Aur\u00e9lia traz para as m\u00fasicas traduzem, entre sons e movimento, a realidade pela qual o Brasil \u2013 e o mundo \u2013 enfrentou e, mais do que nunca, enfrenta nos dias de hoje. Como disse o jornalista Fl\u00e1vio Paiva, quando viu\/ouviu Acesa: \u201ca trag\u00e9dia da desesperan\u00e7a extrai a energia do corpo e precariza a mente. Mas ningu\u00e9m desaparece enquanto existir o outro\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>Som e imagem<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">O processo org\u00e2nico que deu origem a este \u00e1lbum vai al\u00e9m da rela\u00e7\u00e3o entre Aur\u00e9lia e os m\u00fasicos. Isso porque o disco tamb\u00e9m segue um conceito visual, que dialoga com a fluidez das can\u00e7\u00f5es e de seu pr\u00f3prio processo de constru\u00e7\u00e3o. \u201cO disco \u00e9 um conjunto de todas essas refer\u00eancias: m\u00fasica, imagem, design, poesia, teatro, dentre outras inspira\u00e7\u00f5es\u201d,\u00a0afirma Aur\u00e9lia.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">O processo de desenvolvimento gr\u00e1fico do disco, por exemplo, foi uma troca entre alguns artistas e realizado em etapas. A capa partiu do desenho da\u00a0<strong>Antonia Malau<\/strong>, baseado nas pr\u00f3prias refer\u00eancias do Acesa, em que a voz de Aur\u00e9lia \u00e9 alimentada pelas ra\u00edzes po\u00e9ticas, que s\u00e3o ramificadas num \u201ccorpo em explos\u00e3o com a terra e a alma!\u201d, define Antonia. A partir da\u00ed,\u00a0<strong>Diego Maia<\/strong>\u00a0elaborou todo o design do encarte, cuja arte final busca fortalecer o link entre o desenho e a atmosfera criada nas m\u00fasicas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">As imagens feitas pela fot\u00f3grafa\u00a0<strong>Nat\u00e1lia Parente<\/strong>, que tamb\u00e9m dialoga com a est\u00e9tica do \u00e1lbum, foram feitas apenas com luz natural, a partir da captura com o aux\u00edlio da t\u00e9cnica de longa exposi\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s o tratamento digital, Aur\u00e9lia criou toda a linguagem de forma manual, escrevendo e interferindo sobre as imagens impressas. \u201cA partir desse material, fiz mais interven\u00e7\u00f5es, com pintura, bordado, al\u00e9m de queimar e colocar \u00e1gua. Trata-se de um trabalho que, embora digital, o aspecto manual est\u00e1 muito presente em todo o processo\u201d, explica Nat\u00e1lia.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">No Cineteatro S\u00e3o Luiz, Aur\u00e9lia estar\u00e1 acompanhada de Eric Barbosa, Eduardo Escarpinelli e Ayrton Pessoa, al\u00e9m da participa\u00e7\u00e3o de Robson Levy, Naiana Blue, Nat\u00e1lia Coehl, Tha\u00eds de Campos e Vivi Rocha. Som: J\u00falio C\u00e9sar Santana \u2013 Pepeu | Ilumina\u00e7\u00e3o: Uir\u00e1 dos Reis.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>Acesa \u2013 Ficha T\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Produzido por Marta Aur\u00e9lia e Eric Barbosa<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Concep\u00e7\u00e3o e dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica: Marta Aur\u00e9lia<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Grava\u00e7\u00e3o e mixagem: Eric Barbosa<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Co-dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica e assist\u00eancia de mixagem: Uir\u00e1 dos Reis<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Gravado entre 2016 e 2018 na Trincheira Est\u00fadio (Fortaleza\/CE &#8211; Brasil)<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Masteriza\u00e7\u00e3o: Klaus Sena &#8211; KlausHaus Studio (S\u00e3o Paulo\/SP &#8211; Brasil)<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Desenho da capa: Antonia Malau<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Artefinal do encarte: Diego Maia<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Fotos: Nat\u00e1lia Parente<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Figurino: Silvania de Deus<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Maquiagem: Netinho Nogueira<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Assessoria de Imprensa: Bebel Medal<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">M\u00eddia Social: Nanda Loureiro<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Produ\u00e7\u00e3o executiva e fonogr\u00e1fica: Ana Azeredo<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Selo: Trincheira \/ \u00cdndigo Azul \/ SuburbanaCo<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Distribui\u00e7\u00e3o: \u00cdndigo Azul \/ OneRPM<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>SERVI\u00c7O<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Show: Acesa<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Artista: Aur\u00e9lia<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Dia: 05 de novembro de 2018<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Hor\u00e1rio: 19h<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Local: Cine-Teatro S\u00e3o Luiz<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Dura\u00e7\u00e3o: 1h30<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Entrada: R$ 20,00 (inteira) \/ R$ 10,00 (meia):\u00a0<a href=\"https:\/\/www.tudus.com.br\/evento\/cineteatro-sao-luiz-acesa-aurelia\">https:\/\/www.tudus.com.br\/evento\/cineteatro-sao-luiz-acesa-aurelia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cantora, compositora, atriz e jornalista, Marta Aur\u00e9lia, ou simplesmente\u00a0Aur\u00e9lia, lan\u00e7a, no dia\u00a005 de novembro de 2018, quando se comemora o Dia Nacional da Cultura, \u00e0s\u00a019h,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":51,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3,4],"tags":[82,167,2615,305,488,1085,1533],"class_list":["post-5927","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-agenda","category-arte","tag-agenda-fortaleza","tag-arte","tag-aurelia","tag-blog-no-ceara-jornal-o-povo","tag-cine-sao-luiz","tag-homem-etc","tag-musica"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5927","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/51"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5927"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5927\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5929,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5927\/revisions\/5929"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5927"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5927"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/homemetc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5927"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}