{"id":5835,"date":"2014-06-25T16:30:44","date_gmt":"2014-06-25T19:30:44","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/imae\/?p=5835"},"modified":"2014-06-25T16:30:44","modified_gmt":"2014-06-25T19:30:44","slug":"criancas-bilingues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/2014\/06\/25\/criancas-bilingues\/","title":{"rendered":"Criando crian\u00e7as bil\u00edngues &#8211; Parte 2"},"content":{"rendered":"<p>Este post \u00e9 a continua\u00e7\u00e3o deste aqui:\u00a0<a href=\"mitos e verdades\" target=\"_blank\"><strong>Criando crian\u00e7as bil\u00edngues: mitos e verdades<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2014\/06\/bilingueG-300x402.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5836\" alt=\"crian\u00e7as bilingues\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2014\/06\/bilingueG-300x402.jpg\" width=\"300\" height=\"402\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2014\/06\/bilingueG-300x402.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-content\/uploads\/sites\/50\/2014\/06\/bilingueG-300x402-120x161.jpg 120w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Parte II<\/em><br \/>\n<em>Por Sofia Bed\u00ea &#8211; fonoaudi\u00f3loga e colunista do iM\u00e3e.<\/em><\/p>\n<p>Com havia prometido, falarei sobre as particularidades que o biliguismo pode acarretar nos primeiros anos de exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 relevante lembrar que as primeiras palavras ditas pelo beb\u00ea ocorrem geralmente entre nove meses e tr\u00eas anos de idade, o que configura um per\u00edodo bem extenso de toler\u00e2ncia. Considera-se, portanto, dentro do padr\u00e3o de normalidade, tanto a crian\u00e7a que fala suas primeiras palavras aos nove meses quanto aquela que as pronuncia aos tr\u00eas aninhos.<\/p>\n<p>Especialistas recomendam que se a crian\u00e7a n\u00e3o fala nenhuma palavra com um ano e seis meses ou se os pais n\u00e3o entendem o que ela fala, o problema deve ser explicitado ao pediatra, sempre observando as caracter\u00edsticas individuais da crian\u00e7a. E ainda se aos tr\u00eas anos a crian\u00e7a n\u00e3o fala \u2013 ou fala pouqu\u00edssimas palavras \u2013 dever\u00e1 ser consultado por um Fonoaudi\u00f3logo.<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que apenas contar o n\u00famero de palavras que a crian\u00e7a diz n\u00e3o \u00e9 suficiente para determinar se o desenvolvimento da linguagem dela est\u00e1 dentro da normalidade. Ela pode n\u00e3o falar muitas palavras ou frases, mas entende o que \u00e9 dito \u2013 o que j\u00e1 configura um aspecto positivo. Outras parecem n\u00e3o reagir a est\u00edmulos verbais e n\u00e3o compreender o que se diz a ela, fato que certamente deve ser investigado por profissionais especialistas, como um Neuropediatra, Psic\u00f3logo ou Fonoaudi\u00f3logo.<\/p>\n<p>Isso tudo para dizer que, independentemente do n\u00famero de l\u00ednguas a qual est\u00e3o expostas, crian\u00e7as bil\u00edngues come\u00e7am a falar na mesma \u00e9poca que as crian\u00e7as monol\u00edngues. Portanto, crian\u00e7as bil\u00edngues podem ter os mesmos dist\u00farbios de fala e linguagem que as que falam apenas uma l\u00edngua. Assim sendo, se for verificado algum atraso significativo na fala n\u00e3o deve ser sempre tido como normal s\u00f3 por causa do ambiente bil\u00edngue \u2013 ele pode ser causado por outro fator e deve ser investigado.<\/p>\n<p>Portanto, bilinguismo n\u00e3o causa nem previne o atraso no desenvolvimento da fala. Mas outros fatores sim! E quanto antes o diagn\u00f3stico for feito, melhores s\u00e3o as chances de resolver o problema. Para isso, devem ser observadas as fases do desenvolvimento da fala da crian\u00e7a, respeitando todos os seus aspectos \u2013 social, cognitivo, emocional e gen\u00e9tico \u2013 tema j\u00e1 abordado pelo blog anteriormente <a href=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/imae\/criando-criancas-bilingues-mitos-e-verdades\/\" target=\"_blank\">AQUI.<\/a><\/p>\n<p>Seguem abaixo algumas causas de atraso no desenvolvimento da fala de crian\u00e7as monol\u00edngues, bil\u00edngues, polil\u00edngues&#8230;<\/p>\n<ol>\n<li>Problemas de audi\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Problemas de desenvolvimento geral\/neuropsicomotor<\/li>\n<li>Transtornos neurol\u00f3gicos<\/li>\n<li>Problemas emocionais\/psicol\u00f3gicos<\/li>\n<li>Falta de estimula\u00e7\u00e3o da fala e linguagem<\/li>\n<\/ol>\n<p>CONCLUS\u00c2O<\/p>\n<p>As crian\u00e7as bil\u00edngues se desenvolvem em diferentes ritmos, da mesma maneira que as monol\u00edngues \u2013 podendo falar mais cedo ou mais tarde que outras crian\u00e7as.<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p><em>Sofia \u00e9 fonoaudi\u00f3loga, especialista em voz, e atende em seu escrit\u00f3rio colaborativo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MobileCoworking?fref=ts\" target=\"_blank\">MOBILE COWORKING<\/a><\/em><br \/>\n<em>Mais informa\u00e7\u00f5es:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.mobilecwk.com.br\/home.html\" target=\"_blank\">http:\/\/www.mobilecwk.com.br\/home.html<\/a><\/em><br \/>\n<em>Contato: (85) 9900 0042<\/em><br \/>\n<em>Foi alfabetizada em portugu\u00eas e ingl\u00eas na mesma \u00e9poca. Tamb\u00e9m fala espanhol e atualmente mant\u00e9m aulas de \u00e1rabe instrumental. Recentemente foi aprovada na Resid\u00eancia em Neurologia e Neurocirurgia da Escola de Sa\u00fade P\u00fablica do Cear\u00e1.<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff99cc\">&#x2665;\u00a0\u00a0&#x2665;\u00a0\u00a0&#x2665;<\/span><\/p>\n<p><strong>iM\u00e3e nas redes sociais:<\/strong><br \/>\nFacebook:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/imaeblog\" target=\"_blank\">facebook.com\/imaeblog<\/a><br \/>\nInstagram:\u00a0<a href=\"http:\/\/instagram.com\/blogimae\" target=\"_blank\">@blogimae<\/a><br \/>\nTwitter: @<a href=\"https:\/\/twitter.com\/imamaeblog\" target=\"_blank\">imamaeblog<\/a><br \/>\nPinterest:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.pinterest.com\/imaeblog\/\" target=\"_blank\">www.pinterest.com\/imaeblog<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este post \u00e9 a continua\u00e7\u00e3o deste aqui:\u00a0Criando crian\u00e7as bil\u00edngues: mitos e verdades &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":101,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[231,448],"class_list":["post-5835","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-fonoaudiologia","tag-bilinguismo","tag-criancas-bilingues"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5835","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-json\/wp\/v2\/users\/101"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5835"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5835\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5835"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5835"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/imae\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5835"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}