{"id":741,"date":"2017-04-15T23:30:56","date_gmt":"2017-04-16T02:30:56","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/leiturasdabel\/?p=741"},"modified":"2017-04-15T23:30:56","modified_gmt":"2017-04-16T02:30:56","slug":"valter-hugo-mae-bienal-literatura-e-afetos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/leiturasdabel\/2017\/04\/15\/valter-hugo-mae-bienal-literatura-e-afetos\/","title":{"rendered":"Valter Hugo M\u00e3e, Bienal, Literatura e afetos"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_742\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-742\" class=\"size-large wp-image-742\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/leiturasdabel\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/leiturasdabel\/wp-content\/uploads\/sites\/48\/2017\/04\/image-624x779.jpeg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"687\" \/><p id=\"caption-attachment-742\" class=\"wp-caption-text\">Escritor em entrevista ao rep\u00f3rter Jader Santana (Foto: Camila Holanda)<\/p><\/div>\n<p>Eu deixei o Centro de Eventos do Cear\u00e1 com uma sensa\u00e7\u00e3o de \u00eaxtase muito intensa. A Bienal se mostrou bonita e diversa como prometido. Amigos e conhecidos acenando nos corredores, m\u00fasica ao longe, livros por todos os lados. E um sentimento de que o evento \u00e9 um lugar de encontros. Mas um personagem roubou a cena no meu primeiro dia de Bienal: Valter Hugo M\u00e3e.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>O autor angolano circulou pelos corredores do t\u00e9rreo com ar despreocupado. Era mais um leitor celebrando a exist\u00eancia do livros e da literatura. Vi Valter pela primeira vez na Casa Vida&amp;Arte. Portando ecobag e com sand\u00e1lias de dedo, deu entrevista tranquilamente. Na sa\u00edda do est\u00fadio, ele parou para autografar livros e conversar com as pessoas. Calmo. Sereno. Afetuoso.<\/p>\n<p>Depois disso come\u00e7ou uma pequena euforia. De cada dez fotos na minha timeline, nove eram de pessoas que encontraram Valter Hugo M\u00e3e nos corredores do t\u00e9rreo. Eu vou usar um verbo adorado por alguns amigos: flanar. O escritor estava, sim, ali, flanando pela Bienal. Uma das atra\u00e7\u00f5es internacionais e presen\u00e7a das mais aguardas, Valter optou pela simplicidade, pelo afeto e pelo contato direto com os leitores.<\/p>\n<div id=\"attachment_744\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-744\" class=\"size-large wp-image-744\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/leiturasdabel\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/leiturasdabel\/wp-content\/uploads\/sites\/48\/2017\/04\/image-2-624x352.jpeg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"310\" \/><p id=\"caption-attachment-744\" class=\"wp-caption-text\">Valter Hugo M\u00e3e e a mediadora Cleudene Arag\u00e3o durante o di\u00e1logo. (Foto: divulga\u00e7\u00e3o\/Secult)<\/p><\/div>\n<p>Poderia at\u00e9 existir um Tumblr: &#8220;toda hora VHM num lugar diferente da Bienal&#8221;. Ele deu entrevistas, autografou, viu mestres da cultura, conversou e encantou um grupo de leitores em especial, que h\u00e1 tempos esperava a chance de tomar um caf\u00e9 com o autor. Sim, VHM garantiu pessoalmente que os participantes do Clube de Leitura da Sublime assistissem ao Di\u00e1logo. Eles haviam feito campanha para conhecer o autor.<\/p>\n<p>\u00c0s 20 horas, o angolano falou para um audit\u00f3rio lotado. Subiu ao palco com o mesmo traje e a mesma serenidade de antes.<\/p>\n<div id=\"attachment_743\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-743\" class=\"size-large wp-image-743\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/leiturasdabel\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/leiturasdabel\/wp-content\/uploads\/sites\/48\/2017\/04\/image-1-624x779.jpeg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"687\" \/><p id=\"caption-attachment-743\" class=\"wp-caption-text\">Um pr\u00eamio para quem adivinhar&#8230;<\/p><\/div>\n<p>Eu j\u00e1 havia perdido a esperan\u00e7a de topar com VHM novamente. Parei para tomar um caf\u00e9 com uma amiga. Estava comentando o quanto \u00e9 bom ter lugar para sentar no evento (na edi\u00e7\u00e3o de 2014 faltou at\u00e9 isso e minha m\u00e3e, que tem artrose, sofreu um bocado). Quando olho para o estande do Instituto do Cear\u00e1 e l\u00e1 est\u00e1 ele: calmo folheando algum livro. Autografou o meu &#8220;A M\u00e1quina de Fazer Espanh\u00f3is&#8221; r\u00e9cem-comprado com uma letra ileg\u00edvel. Nunca saberei o que est\u00e1 escrito ali. Mas pouco importa.<\/p>\n<p>Servi\u00e7o: neste domingo haver\u00e1 outra participa\u00e7\u00e3o de VHM na Bienal. \u00c0s 16 horas, ele participa do di\u00e1logo &#8220;Romances de pai, escritas da m\u00e3e&#8221;. Marcelino Freire tamb\u00e9m \u00e9 convidado e a media\u00e7\u00e3o \u00e9 de Socorro Acioli. A programa\u00e7\u00e3o acontece na Sala Moreira Campos (sala 1, mezanino 2). Entrada gratuita. A Bienal segue at\u00e9 23 de abril.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu deixei o Centro de Eventos do Cear\u00e1 com uma sensa\u00e7\u00e3o de \u00eaxtase muito intensa. A Bienal se mostrou bonita e diversa como prometido. 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