Clube da Luta

Coluna: o fim de uma era e a chegada de uma nova geração de brasileiros no UFC

O carioca Marlon Moraes vai disputar o cinturão do peso-galo. Foto: UFC/Divulgação

A edição que o UFC realizou no último sábado, no Rio de Janeiro, terminou de forma melancólica para Anderson Silva e José Aldo, os dois maiores campeões que o Brasil já teve na organização. Com as derrotas que sofreram em suas lutas, os dois ídolos do MMA sepultaram as chances de encerrarem suas carreiras com o cinturão. Aldo só tem mais uma luta no contrato, que não será pelo título. Anderson, aos 44 anos, sofreu lesão no joelho no fim da luta e pode nem mais voltar a lutar. É o fim de uma geração que reinou por anos no Ultimate.

Por outro lado, o País saiu do Rio com uma nova campeã: Jéssica Andrade, a “Bate-estaca”, que conquistou o título feminino do peso-palha, se juntando a Amanda Nunes, campeã dos pesos galo e pena. E mais dois campeões podem estar pintando: Marlon Moraes e Thiago Marreta, ambos com lutas marcadas por título. Marlon encara Henry Cejudo pelo cinturão dos galos, dia 8 de junho, em Chicago. Já Marreta encara o até hoje imbatível Jon Jones, dia 6 de julho, em Las Vegas. É a chance de vermos o surgimento de uma geração de campeões para o MMA brasileiro.

*Reprodução da coluna de Bruno Balacó publicada no jornal O POVO em 17 de maio de 2019

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