Ancoradouro

FEMEN passa dos limites e parodia suicídio

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femen2O grupo ucraniano FEMEN já estava com tudo preparado para montar uma sede no Rio de Janeiro  de olho na Jornada Mundial da Juventude. Já tinham recrutado brasileiras para atuar nas manifestações mas o plano ruiu. As brasileiras abandonaram o movimento. ” O FEMEN assumiu uma postura ditatorial”, desabafou Sara Winter, ex-braço direito do movimento no país.

Segundo a ex-integrante do movimento, o grupo Ucraniano teria  imposto pedidos desrespeitosos à cultura do país como pichar o monumento do Cristo Redentor com o símbolo da organização.

Com  a recusa do ato elas “ficaram brutais” comentou Sara ao Portal G1.

O movimenta na maioria das vezes blasfema os símbolos sagrados do universo católico. Em Bruxelas invadiram uma  Universidade  quando o  arcebispo Andre-Joseph Leonard falava. As integrantes do Femen  jogaram água no religioso que não reagiu, sequer olhou para as manifestantes. Resignado não revidou e ao final beijou uma imagem da Virgem Maria.

A última invasão do grupo foi na Basílica de Notre Dame em Paris. Não bastasse adentrar o templo  seminuas, as protestantes posaram com uma arma conta a cabeça lembrando a cena do suicídio de outro manifestante que aconteceu dentro da Igreja.

Há consenso na imprensa de não se comentar ou fazer referência ao suicídio, sobretudo com imagens. Critério não foi levado em conta na difusão das fotos do FEMEN. O suicídio  na Europa e também no Brasil é  caso de saúde pública.

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1 comentário

  • Renan disse:

    SÃO TÍTERES DE SOTURNOS INTERESSES ANTI CRISTO!
    O grupo Femen se intitula um grupo feminista – age como feminazista impostor de ideias, evocando o POLITICAMENTE CORRETO da intolerância do PT a quem não os aceitar como exigem – e protestaria contra a instrumentalização da mulher, apesar de sabermos que são fantoches e mercenarias de outros interesses anti cristãos-Igreja católica, e as agressivas militantes seminuas infernizam locais públicos para se destacarem.
    Idem, desconhecem o limite, suscitam o ódio e despertam a violência através de aparições quase desnudas, corpos pintados e proferindo palavrões, mais parecendo frenéticas – estariam elas possessas? – ou comportando-se como sob efeitos de drogas.
    Os ataques são recorrentes, como a uma Universidade em Bruxelas ao arcebispo Andre-Joseph Leonard, invadindo o local e lançando água no religioso inerte e silente, o qual nem sequer olhou para as manifestantes; não revidou e ao final beijou uma imagem da Virgem Maria.
    As integrantes defenderiam as minorias e na ocasião militavam contra a homofobia, porém divulgam as mui instigadas “LUTAS DE CLASSES”, um dos movimentos comunistas para desagregarem as pessoas e lançando umas contra as outras e facilitar a dominação.
    Reincidem sempre em escaramuças em oposição a membros da Igreja Católica e em 2011, durante a Jornada Mundial da Juventude alguns militantes LGBT atiraram preservativos em direção jovens católicos proferindo improperios contra a Igreja e o Papa. A reação dos jovens católicos foi silente, similar à do arcebispo, orando cabisbaixos sem fitarem os agressores.
    As atitudes das vítimas recordam instruções que, ao ato de exorcismo, não se fite o demônio ao seus ataques.

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