Há vários projetos, planos e indicações para a acabar com a família tradicional, aquela composta por um homem, uma mulher e os filhos. Justificam que este modelo chegou ao fim e para não constranger aos filhos das novas composições deve ser extinto, a começar na escola.
Mudança aconteceu na gestão do petista Haddad
O que estava no papel começa a tomar forma. O exemplo mais terrível e recente vem de escolas públicas de São Paulo, governada pelo petista Fernando Haddad que trocou o “Dia das Mães” e “Dias dos Pais” – vejam só, pelo “Dia dos Cuidadores”.
O Estatuto da Diversidade Sexual amadrinhado pela também petista, hoje Ministra da Cultura, Marta Suplicy, já previa a retirada dos termos ‘pai’e mãe’ dos documentos, no artigo 32:
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Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.
O colunista Reinaldo Azevedo apurou a denúncia de um pai e confirmou a extinção da festa do Dia das Mães na EMEI Cecília Meireles. A Secretaria de Educação confirma o desastre:
“Hoje em dia, a família é composta por diferentes núcleos de convívio e, por isso, algumas escolas da Rede Municipal de Ensino decidiram transformar o tradicional Dia dos Pais e das Mães no Dia de quem cuida de mim.”
A coordenadora pedagógica é mais direta e apresenta melhor a mentalidade “A família tradicional não existe mais”. Azevedo comenta que “todo mundo sabe que boa parte das tragédias sociais e individuais tem origem em famílias desestruturadas”. Quem discorda do articulista?
São Paulo é a maior metrópole do país e bem provável que em breve o modismo avance por outros redes de escolas municipais e estaduais. Cabe aos pais ficarem de olho. Afinal, se as pequenas militância se fazem ouvir , o apelo da maioria não pode ficar velado sob essa ditadura das minorias.
