Ancoradouro

Padre afirma que tem outro “estrondoso milagre” atribuído a Carlo Acutis

O milagre atribuído a Carlo Acutis aprovado agora em novembro pelo Vaticano aconteceu no Brasil, em Campo Grande – MS, na Paróquia São Sebastião. Uma criança recebeu o milagre da recuperação completa da doença pâncreas anular,  uma anomalia congênita rara. Em outubro de 2010, na capela de Nossa Senhora Aparecida,  no momento da Bênção com a Relíquia, aproximou-se o garoto com esta enfermidade.

Miraculado com familiares e médicos.

“Essa enfermidade fazia com que a criança vomitasse todo tempo o que a deixava fraca e muito abatida, pois tudo o que comia, voltava, inclusive líquido. Já andava com uma toalhinha, porque era grave a sua situação. Cada vez mais fraco, debilitado, encontraria a morte certa. Na fila para bênção, a criança pergunta ao avô o que deveria pedir e ele lhe diz: ‘para parar de vomitar’, e assim aconteceu”, relata o pároco Padre Marcélo Tenório.

Carlo Acutis tem milagre aprovado pelo Vaticano.

“Quando chegou a vez do enfermo, ele tocou na Relíquia do Carlo e disse com voz firme: ‘Parar de Vomitar’ e, a partir de então, não vomitou mais. Em fevereiro de 2011, a família mandou fazer novos exames no garoto e foi-lhe constatado a plena cura. Esse possível milagre foi enviado para Sagrada Congregação dos Santos e então o Vaticano mandou instaurar aqui na Arquidiocese um Tribunal Eclesiástico para averiguação do fato, colhendo testemunhos e provas documentais e médicas.Encerrado aqui todo processo, retornou a Roma, para ser submetido à Equipe de peritos do Vaticano”.

Padre Marcélo conta que tem mais um “estrondoso milagre” relacionado a Carlo Acutis e também naquela paróquia. “Trata-se do jovem Gabriel Terron, nosso cerimoniário. Ele era coordenador dos Carlanis, grupo de jovem que seguia o Carlo. Certa vez ele teve 5 paradas cardíacas o que o deixou diagnosticadamente em vida vegetativa. Eu mesmo estive com ele no hospital e toquei-o com a Sagrada Relíquia, e hoje ele está bem , em nosso meio, ajudando vez outra na Santa Missa e os médicos não sabem explicar o ocorrido”, adianta.

 

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