Cinema às 8

Conheça os vencedores do 15º Festival Noia

"Janaína Overdrive", de Mozart Freire

“Janaína Overdrive”, de Mozart Freire

O 15º Festival Noia – Festival do Audiovisual Universitário se encerrou no último domingo em uma noite, digamos, cearense. Enquanto a premiação do júri oficial distribuía 13 prêmios, os locais “Janaína Overdrive”, de Mozart Freire, e “Abissal”, de Arthur Leite, levavam oito categorias para casa. Destaque para o primeiro, que ficou com os prêmios de Melhor Filme, Trilha Sonora, Direção de Arte, Figurino, Maquiagem e Atriz (Layla Kayã Sah). Já “Abissal” ganhou pela direção e montagem. No final do texto, temos uma crítica de “Janaína Overdrive”.

Ao todo, competiam 19 curtas-metragens, sendo cinco cearenses, além de representantes de outros sete Estados. A curadoria foi assinada por Beatriz Furtado, professora universitária e pós-doutora em Cinema e Arte Contemporânea; Cláudia Pires, diretora da Vila das Artes, e o jornalista e produtor de cinema César Teixeira. Já o júri oficial de cinema foi formado por psicólogo, diretor e produtor Hidário Matos, pelo professor e realizador Marcelo Ikeda e pela professora Sabina Colares.

"Abissal", de Arthur Leite

“Abissal”, de Arthur Leite

Além da mostra principal, o Noia 2016 concedeu ainda o prêmio da crítica, entregue pela Associação Cearense de Críticos de Cinema. A comissão, formada por Arthur Grieser, George Pedrosa e Thiago Siqueira escolheu o curta gaúcho “A Rua das Casas Surdas”, de Gabriel Mayer e Flavio Costa. Já o público pôde votar também em seus favoritos. Na Mostra Cearense de Cinema Universitário, o prêmio ficou com “Estilhaço”, de Alan Santos. Já na Mostra Brasileira de Cinema Universitário, o público escolheu o pernambucano “Descanso”, de Júlio Pereira.

Em uma novidade na 15ª edição, o Noia premiou ainda fotografias e bandas selecionadas. Os júris oficiais apontaram “Maculação”, de Álamo Pascal (individual) e os trabalhos “Isolamento”, “Raiva”, “Barganha”, “Depressão” e “Viagem”, de Francisco Emanuel Duarte (série), entre as fotos. A melhor banda foi Berg Menezes para o júri, Procurando Kalu para o público. A melhor música foi “Batucada”, de Sara Lizz.

MOSTRA DE FOTOGRAFIA
JÚRI OFICIAL
– Na ‘categoria individual’ – o trabalho “Maculação” de Álamo Pascal
– Na Categoria Série – Francisco Emanuel Duarte com os trabalhos Isolamento, Raiva, Barganha, Depressão e Viagem.

MOSTRA DE BANDAS
JÚRI OFICIAL
Melhor BANDA: Berg Menezes
Melhor MÚSICA – “BATUCADA” DE Sara Lizz
JÚRI POPULAR
– Melhor BANDA foi “Procurando Kalu”.

Veja os vencedores da 15a Edição do NOIA – Festival do Audiovisual Universitário:
JÚRI OFICIAL DE CINEMA
– Melhor Filme: Janaína Overdrive (de Mozart Freire)
– Melhor Direção: Arthur Leite (filme “Abissal”)
– Melhor Roteiro: Carruagem Rajante (de Jorge Polo e Lívia de Paiva)
– Melhor Montagem: Abissal (de Arthur Leite)
– Edição de Som: Balada para os Mortos (de Lucas Sá)
– Trilha Sonora: Janaína Overdrive (de Mozart Freire)
– Fotografia: Carruagem Rajante (de Jorge Polo e Lívia de Paiva)
– Direção de Arte: Jônia Tercia e Mozart Freire (filme “Janaína Overdrive)
– Figurino: Janaína Overdrive (de Mozart Freire)
– Maquiagem: Janaína Overdrive (de Mozart Freire)
– Melhor Atriz: Layla Kayã Sah (no filme” Janaína Overdrive)
– Melhor Ator: João Campany (no filme “Alforria”)
– Melhor Intérprete Coadjuvante: Lúcio Campelo (no filme “O Homem que Não Cabia em Brasília”)

JÚRI DA CRÍTICA
– Melhor filme: A RUA DAS CASAS SURDAS (de Gabriel Mayer e Flavio Costa)

JÚRI POPULAR
– Na Mostra Cearense de Cinema Universitários o prêmio foi para “Estilhaço” de Alan Santos
– Na Mostra Brasileira de Cinema Universitário o premiado foi “Descanso” de Júlio Pereira.

MOSTRA DE FOTOGRAFIA
JÚRI OFICIAL
– Na ‘categoria individual’ – o trabalho “Maculação” de Álamo Pascal
– Na Categoria Série – Francisco Emanuel Duarte com os trabalhos Isolamento, Raiva, Barganha, Depressão e Viagem.

MOSTRA DE BANDAS
JÚRI OFICIAL
Melhor BANDA: Berg Menezes
Melhor MÚSICA – “BATUCADA” DE Sara Lizz
JÚRI POPULAR
– Melhor BANDA foi “Procurando Kalu”.

Criativo, Janaina Overdrive é sopro de empoderamento no cinema cearense

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