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Consumismo Infantil: como não ceder?

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Estamos numa ótima época para falar sobre esse assunto, afinal o período natalino se aproxima com todos os apelos de consumo direcionados às crianças. Aliás, elas têm sido um dos grandes alvos da indústria do marketing nos últimos anos, já que, cada vez mais, assumem poder de decisão de compra em suas famílias e isso vai dos alimentos até roupas e brinquedos de sua preferência. Exatamente por isso, a televisão e a internet bombardeiam o público infantil com novidades coloridas e atrativas o tempo todo nos intervalos de desenhos animados e filmes veiculados no Netflix e no Youtube.

Quando se conversa sobre consumismo,  jamais se pode esquecer que as crianças são mais vulneráveis que os adultos, tendo em vista que ainda não conseguem decidir o que é melhor para elas de maneira mais ampla e consciente. Pensam essencialmente em realizar seus desejos imediatos, o quais incluem os prazeres trazidos pelo consumo, muitas vezes de algo que nem necessitam de fato. Sendo assim, os pais precisam, mais do que nunca, assumir a responsabilidade de educá-las como consumidoras.
Para ajudá-los nesta jornada, o Colégio Canarinho elaborou uma lista com 4 atitudes que podem desenvolver para frear os desejos de consumo típicos da época. A ideia é usar também esta oportunidade para dar boas lições de educação financeira para os nossos pequenos.
1. Peça que elas façam uma lista de desejos
As crianças mudam de ideia toda hora. Por isso, ao pedir para formalizarem seus desejos, vocês as levarão a pensar com carinho no que realmente querem e ponderar se alguns itens são realmente importantes para elas. Desta forma, ao final, poderão escolher um que não pesará tanto no bolso. Apenas deixem claro que vocês não comprarão tudo que está listado para que elas não criem expectativas.
2. Mostre a magia do Natal além do consumismo
Essa é a oportunidade perfeita para mostrar às crianças que as melhores coisas da vida não podem ser compradas. Algumas vezes, preparar a confraternização, receber amigos em casa, produzir cartões ou presentes artesanalmente podem ter um valor bem maior. Isso, provavelmente, mostrará a elas novas maneiras de sentirem-se plenas, assim como as ajudará a tornarem-se mais humanas, solidárias e menos ansiosas pelo consumo.
3. Diminua a exposição das crianças à publicidade
Quanto mais tempo assistindo TV ou navegando na internet, mais elas sofrerão com o assédio mercadológico, já que estes meios estão repletos de publicidades que incentivam o consumismo infantil. Aproveitem também para, nos momentos em que estiverem com elas assistindo a programas comuns, analisarem os produtos exibidos em relação à sua qualidade, consequências para a saúde,  erotização do corpo e muitos outros fatores importantes. Pode ser que até permaneçam desejando alguns deles, mas, com o tempo, se tiverem entendido os pontos colocados, vão utilizar-se das premissas de vocês na hora de consumi-los.
4. Não ceda às birras
Com o apelo da publicidade e a pressão social dos amiguinhos, é natural que as crianças tornem-se muito insistentes quando querem algo e muitas vezes os pais são vencidos pelo cansaço ou piedade. No entanto, ouvir que não é possível comprar tudo o que elas desejam tem um grande valor na educação infantil, pois mostra que no mundo há limites e as ensina a lidar com frustrações futuras, aspecto essencial na construção da personalidade.
Dizer a elas que o dinheiro não é infinito, que o valor do objeto que pedem ultrapassa o orçamento familiar ou que o consumo do que desejam pode ser recusado ou adiado usando uma linguagem clara e adequada à faixa etária podem ajudá-las a refletir sobre qual o real sentido de comprarmos algo.
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Conteúdo produzido por colégio Canarinho.
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