O candidato à Prefeitura de Fortaleza Capitão Wagner (Pros) disse nesta terça-feira, 20, que a acusação de liderar motim da Polícia Militar em paralisação no início do ano é “fake news”.
A afirmação consta de ferramenta virtual, lançada pelo concorrente ao Paço, na qual promete rebater afirmações falsas contra ele.
Entre essas supostas mentiras, está a de que ele teria encabeçado o movimento.
Na semana passada, o governador Camilo Santana (PT) escreveu nas redes sociais que Wagner “tanto liderou o motim de 2011 como teve participação direta nesse último motim, que teve clara motivação política para desorganizar a segurança do Ceará”.
O governador acrescentou: “Capitão Wagner participou ativamente de manifestações com encapuzados, discursou no Batalhão dos amotinados e teve seus aliados na linha de frente, todos integrantes de seu grupo político e candidatos ao seu lado. As notícias e imagens estão aí para quem quiser ver”.
Capitão Wagner participou ativamente de manifestações com encapuzados, discursou no Batalhão dos amotinados e teve seus aliados na linha de frente, todos integrantes de seu grupo político e candidatos ao seu lado. As notícias e imagens estão aí para quem quiser ver. (Cont.)
— Camilo Santana (@CamiloSantanaCE) October 14, 2020
O site de Wagner rejeita essas acusações afirmando que o deputado “não tinha nenhum motivo para desejar uma paralisação de policiais, especialmente em ano eleitoral”.
Também registra que “Wagner liderava as pesquisas de intenção de voto e não havia razão para estimular um movimento paradista”.
E conclui dizendo que, “por outro lado, o Governo do Estado deixou para enviar a proposta de aumento salário dos policiais justamente em 2020”.
