Ancoradouro

Detalhes sobre a Caminhada com Maria

Ibiapina abriu a reunião com a explicação histórica da Caminhada e seu início. Ressaltou a facilidade da tarifa social e a presença de várias caravanas do interior do estado, inclusive de Juazeiro do Norte. Lembrou o tema da Caminhada 2010: “Fica Conosco Senhor”, inspiração de Dom José Antônio em unidade com o Congresso Eucarístico Nacional.

Quando falou da motorromaria lembrou com clareza que a coroa de Nossa Senhora será levada pelo pelotão das mulheres motoqueiras até a praça do conjunto polar no sábado, dia 14. Essa mesma coroa será trazida no domingo através da Caminhada até a Catedral onde será feita a solene coroação de Nossa Senhora preparada por artístas, engenheiros e outros profissionais.

A segurança da Caminhada será feita com moto patrulha e policiamento aberto com 200 policiais. O Capitão Cleberson da Polícia Militar do Estado do Ceará deixou claro que um grande trabalho no sentido será feito de impedir a ação de meliantes. A orientação geral é a importância do fiel não levar obejtos de valor, bolsas e outros.

Quanto à AMC o representante, Brasil, gerente operacional de ações da corporação fez uma grande explanação de todo processo que será feito a fim de realizar um eficaz fluidez e segurança do trânsito com 160 agentes em atividade para repetir o sucesso das atividades das caminhadas anteriores sem nenhum incidêncente.

O Tenente Pessoa do Corpo de Bombeiros do Estado do Ceará fará um grande trabalho no intuito de garantir a segurança de toda população. Em alerta para possíveis incidentes estarão 12 bombeiros e várias viaturas. Cada viatura terá um Major em contato com outras cidades circunvizinhas a fim de realizar a convocação de outros Corpos de Bombeiros no caso de incidentes que o continente de Fortaleza não atenda à demanda.

O representante do Centro de Apoio de Aperfeiçoamento de Resgate à Vida (C.A.R.V.) mostrou uma total unidade com os outros órgãos como a AMC para realizar uma total segurança ao fiel como já relatamos em posts anteriores. (confira abaixo no blog a cobertura do trabalho do C.A.R.V.)

O representante da ETUFFOR, Dr. Belo, reassaltou que a entidade disponibilizará 27 veículos reservas a partir de 7 horas da manhã e ao final do evento para tranportar a população de volta para suas casas serão 90 ônibus disponíveis totalizando com a frota efetiva do centro 362 ônibus.

Quanto ao buraco na Avenida Leste-Oeste o Dr. Euclides Gomes, Diretor de Engenharia da Cagece garantiu que foi realizado um trabalho eficaz com preenchimento com areia e colocação de placas de ferro próprias para passar pessoas, por maior o contingente que seja.

O representande da Polícia Rodoviária Federal, Oficial Darlan, representou o Superintendente da acorporação demonstrando total disponibilidade de fazer a guarda da berlinda de Nossa Senhora de Assunção em todo percurso do evento para garantir sua segurança e melhor fluidez da mesma da Barra do Ceará até a Catedral.

O Secretário Executivo da Regional I, Dr. Fábio Braga, demonstrou tudo que já está sendo feito em prol do evento que está em 96% compreendido nesta regional. Dentre as ações destacamos a recuperação de toda pavimentação da leste-oeste, recuperação do asfalto, poda de árvores. Além disso, estará sendo feito até amanhã o cadastro de ambulantes de forma gratuita. Além disso, toda equipe de limpeza da regional estará com um grande efetivo em todo entorno da Caminhada.

No encerramento da coletiva Pe. Clairton Alexandrino foi porta-voz de toda Igreja e especialmente de nosso Arcebispo em mostrar que a Caminhada e toda festa de Nossa Senhora da Assunção são um evento para Jesus e estamos seguindo a ela, Maria, como principal modelo do seguimento de Cristo. A coletiva encerrou-se com sua bênção.

Postado por Caminhada com Maria

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Nenhum comentário

  • JR MELO disse:

    O Padre Júlio J. Brustoloni, missionário redentorista, no seu livro História de Nossa Senhora da Conceição Aparecida — A Imagem, o Santuário e as Romarias – p. 115, após achar que a imagem é motivo de contradição para muitos crentes (protestantes, evangélicos, especialmente Pentecostais), diz: O mais grave não é negar o culto à imagem de Nossa Senhora Aparecida, mas sim não aceitar o papel de Maria no plano de salvação estabelecido por Deus. Eles aceitam que o seu Filho nasceu de uma mulher, Maria, mas não reconhecem o culto devido àquela Mulher que esmagou com sua descendência a cabeça do demônio, e que, por vontade de Deus, foi colocada em nosso caminho de salvação para interceder por nós.

    Com um único versículo da Bíblia, provavelmente muito conhecido pelo padre, sua teoria é desmontada: Adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele prestarás culto (Mt 4.10b). Além do mais, não acreditamos que aquela imagem de barro, intitulada Nossa Senhora da Conceição Aparecida, seja um retrato de Maria, mãe do Senhor Jesus Cristo, conforme nos revela a Bíblia Sagrada.

    São declarações como as do padre Júlio J. Brustoloni, ou o espantoso livro de S. Afonso de Ligório “As Glórias de Maria”, que transferem, sem a menor cerimônia, todos os atributos e honras que pertencem exclusiva-mente ao Senhor Jesus para Maria ou a tentativa malabarista da CNBB com o livreto “Com Maria, Rumo ao Novo Milênio” -uma forçosa tentativa de justificar o culto mariano, é que nos faz pronunciar, mostrando um outro caminho, aquele da Bíblia, sem retórica ou esforço, um caminho cândido, sereno e verdadeiro, com todo respeito e amor aos católicos ro­manos, que todo cristão deveria ter, apresentando-se firmes no tocante a sã doutrina (2 Tm 4.1-5).

    Trata-se de uma pequena imagem de barro, medindo 39 centímetros e pesando aproximadamente 4,5 kg, sem o manto e a coroa, que foram acrescentados1. As Anuas dos Padres Jesuítas de 15 de janeiro de 1 750, dizem que, aquela imagem foi moldada em barro, de cor azul escuro; é afamada por causa dos muitos milagres realizados2. Dr. Pedro de Oliveira Neto, que estudou a imagem, apresentando o resultado em 13 de abril de 1967, afirma, em contrapartida:

    A imagem encontrada pelos pesca-dores junto ao Porto de ltaguaçu, e que hoje se venera na Basílica Nacional, é de barro cinza claro, como constatei, barro que se vê claramente em recente esfola-dura no cabelo3. A mesma conclusão chegaram os artistas do MASP — Museu de Artes de São Paulo – em 1978, declarando:

    Constatamos pelos fragmentos da Imagem em terracota, que ela é da primeira meta­de do século XV!!, de artista seguramente paulista, tanto pela cor como pela qualidade do barro empregado e, também, pela própria feitura da escultura (4). Essa pequena imagem feita de barro representa Maria para o catolicismo romano.

    Segundo o Dr. Pedro de Oliveira Neto, a imagem de barro foi feita por um discípulo do Frei Agostinho da Piedade: A Imagem de Nossa Senhora Aparecida é paulista, de arte erudita, feita provavelmente na primei­ra metade de 1600, por discípulo, mas não pelo próprio mestre, do beneditino Frei Agostinho da Piedade. Os estudiosos, observando o estilo da imagem, concluíram que o autor da imagem foi o Frei Agostinho de Jesus, sendo provavelmente esculpida em 1650, no mosteiro beneditino de Santana de Parnaíba, SP .CALro que o autor deste blog e o jornal o POVO, nao vai publicar meu comentario.EStao comprometidos com esse paganismo da Igreja CAtolica e rechaçam quaisquer “protestates ” que lhes venham alertar sobre esta heresia que fazem part.

  • antonio disse:

    se Deus permitir estarei caminhando junto com Maria pra adorar o nosso Deus ressuscitado e que possamos seguir o exemplo de Maria que foi sempre serva do Senhor

  • Vagner disse:

    Olá JR Melo,
    Faço apenas uma pergunta: Porque Deus mandou fazer a serpente de bronze, e os querubins que enfeitaram a arca da aliança?
    Será que os protestantes nunca entenderão que NENHUM CATÓLICO ADORA IMAGENS?

  • JR MELO disse:

    irmao WAgner, quero lhe ajudar a sair da servidao do catolicismo Romano e passar a usufruiur o verdadeiro evangelho de CRisto.;Os querubins não eram carregados em procissão; o povo não cantava louvores a eles; não eram coroados; não eram iluminados por meio de velas; não eram tocados e beijados; não eram reproduzidos para serem guardados em casa, em redoma, no pescoço, e colocados nas praças e em lugar de destaque; não havia fábricas de querubins com fins lucrativos; não eram colocados nas sinagogas. Mais: a igreja primitiva não precisou usar querubins nem qualquer tipo de imagens. O mesmo raciocínio serve para a serpente de metal, edificada no deserto. Foi destruída exatamente quando o povo se inclinava a adorá-la. “Ele [rei Ezequias] tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram de Neustã [hebraico: pedaço de bronze]” (2 Reis 18.4). Não houve outro que confiasse tanto no Senhor Deus… “Assim foi o Senhor com ele” (18.5-6). Podemos dizer que quanto mais o rei Ezequias destruísse imagens, mais demonstrava confiança no Senhor e mais o Senhor era com ele.

    As figuras do Antigo Testamento eram sombras das coisas futuras (Cl 2.17), mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo… Entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro…” (Hb 9.6-24).

    Portanto, as imagens devem ser queimadas, quebradas, feitas em pedaços e totalmente destruídas, porque para nada servem. Servem apenas para fomentar uma idolatria destruidora, que afasta o homem de Deus e o faz confiar mais em pedaços de pau, de mármore, pedra, gesso do que no Senhor.

    A proibição de Êxodo 20.4-5: “Não farás PARA TI imagens de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus… Não te encurvarás a elas nem as servirás” – inclui, de forma bem clara, as imagens de pessoas falecidas, dos anjos e da Trindade. “Para ti” significa para adoração particular. Por isso, a Palavra acrescenta que não devemos nos prostrar (“não te encurvarás”, isto é, não fazer gestos de reverência, tirar o chapéu, inclinar o corpo, ajoelhar-se). Encurvar-se ou ajoelhar-se é a mais visível manifestação de adoração. É a adoração interior, do coração, que se exterioriza.

    Em diversas praças das capitais brasileiras, há imagens esculpidas de homens públicos ou de feitos históricos. Deus não as proíbe, exceto se forem adoradas como deuses.

  • JR MELO disse:

    ESpero que o mediador de Blog seja coerente e tenha prossifissionalismo e nao apague meu post.EStar mostrando que tem carater e sabe lhe dar com divergencias, mostrando o quanto é aberto ao debate e a busca da verdade da Biblia.

  • JR MELO disse:

    Querdo WAgenr JEsus te AMa, e O ESpirito SAnto quer tirar as vendas e escamas impostas pelo paganimso de Roma.;Os querubins não eram carregados em procissão; o povo não cantava louvores a eles; não eram coroados; não eram iluminados por meio de velas; não eram tocados e beijados; não eram reproduzidos para serem guardados em casa, em redoma, no pescoço, e colocados nas praças e em lugar de destaque; não havia fábricas de querubins com fins lucrativos; não eram colocados nas sinagogas. Mais: a igreja primitiva não precisou usar querubins nem qualquer tipo de imagens. O mesmo raciocínio serve para a serpente de metal, edificada no deserto. Foi destruída exatamente quando o povo se inclinava a adorá-la. “Ele [rei Ezequias] tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram de Neustã [hebraico: pedaço de bronze]” (2 Reis 18.4). Não houve outro que confiasse tanto no Senhor Deus… “Assim foi o Senhor com ele” (18.5-6). Podemos dizer que quanto mais o rei Ezequias destruísse imagens, mais demonstrava confiança no Senhor e mais o Senhor era com ele.

    As figuras do Antigo Testamento eram sombras das coisas futuras (Cl 2.17), mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo… Entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro…” (Hb 9.6-24).

    Portanto, as imagens devem ser queimadas, quebradas, feitas em pedaços e totalmente destruídas, porque para nada servem. Servem apenas para fomentar uma idolatria destruidora, que afasta o homem de Deus e o faz confiar mais em pedaços de pau, de mármore, pedra, gesso do que no Senhor.

    A proibição de Êxodo 20.4-5: “Não farás PARA TI imagens de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus… Não te encurvarás a elas nem as servirás” – inclui, de forma bem clara, as imagens de pessoas falecidas, dos anjos e da Trindade. “Para ti” significa para adoração particular. Por isso, a Palavra acrescenta que não devemos nos prostrar (“não te encurvarás”, isto é, não fazer gestos de reverência, tirar o chapéu, inclinar o corpo, ajoelhar-se). Encurvar-se ou ajoelhar-se é a mais visível manifestação de adoração. É a adoração interior, do coração, que se exterioriza.

  • JR MELO disse:

    Espero do mediador que tenha profissionalismo e isençao jornalistica publicando meu post.

  • Vagner disse:

    Prezado JR MELo quem tem escamas é você;
    Leia e medite o seguinte texto:

    OS CATÓLICOS ADORAM OS SANTOS?

    “Pela tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Lot, que estava assentado à porta da cidade, ao vê-los, levantou-se e foi-lhes ao encontro e prostrou-se com o rosto por terra” (Gn 19,1).

    Todo católico já deve ter sido interpelado por um protestante a respeito do uso das imagens na Igreja Católica. Suas perguntas nesta matéria sempre vêm com a acusação de que nós católicos somos idólatras porque fazemos uso das imagens. O mais interessante e também triste é que normalmente essas pessoas se dizem ex-católicas. E não me surpreendo em sempre verificar que foram “católicos” muito mal formados ou totalmente ignorantes da doutrina que dizem ter professado.

    Será que esses ex-“católicos” já leram no Catecismo da Igreja Católica o ensino da Igreja sobre o uso das imagens? Lá encontramos:

    2131. Com base no mistério do Verbo encarnado, o sétimo Concílio ecuménico, de Niceia (ano de 787) justificou, contra os iconoclastas, o culto dos ícones: dos de Cristo, e também dos da Mãe de Deus, dos anjos e de todos os santos. Encarnando, o Filho de Deus inaugurou uma nova «economia» das imagens.

    2132. O culto cristão das imagens não é contrário ao primeiro mandamento, que proíbe os ídolos. Com efeito, «a honra prestada a uma imagem remonta (63) ao modelo original» e «quem venera uma imagem venera nela a pessoa representada» (64). A honra prestada às santas imagens é uma «veneração respeitosa», e não uma adoração, que só a Deus se deve:

    «O culto da religião não se dirige às imagens em si mesmas como realidades, mas olha-as sob o seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem ao Deus encarnado. Ora, o movimento que se dirige à imagem enquanto tal não se detém nela, mas orienta-se para a realidade de que ela é imagem» (65).” (Catecismo da Igreja Católica, 2131-2132.)

    Na Sagrada Escritura há outras passagens que condenam a confecção de imagens como, por exemplo: Lv 26,1; Dt 7,25; Sl 97,7 e etc. Mas também há outras passagens que defendem sua confecção como: Ex 25,17-22; 37,7-9; 41,18; Nm 21,8-9; 1Rs 6,23-29.32; 7,26-29.36; 8,7; 1Cr 28,18-19; 2Cr 3,7,10-14; 5,8; 1Sm 4,4 e etc.

    Pode Deus infinitamente perfeito entrar em contradição consigo mesmo? É claro que não. E como podemos explicar esta aparente contradição na Bíblia? Isto é muito simples de ser explicado. Deus condena a idolatria e não a confecção de imagens. Quando o objetivo da imagem é representar um ídolo que vai roubar a adoração devida somente a Deus, ela é abominável. Porém quando é utilizada ao serviço de Deus, no auxílio à adoração a Deus, ela é uma benção.

    “Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubin na extremidade de uma parte, e outro querubin na extremidade de outra parte; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele.” (Ex 25,18-19)

    “E disse o Senhor a Moisés: Faze uma serpente ardente e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo mordido que olhar para ela. E Moisés fez uma serpente de metal e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para a serpente de metal e ficava vivo.” (Nm 21,8-9)

    “Este [Ezequias] tirou os altos, e quebrou as estátuas, e deitou abaixo os bosques e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera, porquanto até aquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso e lhe chamavam Neustã.”(2Rs 18,4).

    Embora a Bíblia mostre claramente em quais casos a confecção das imagens é permitida, os “leitores da bíblia” proíbem o uso das imagens em qualquer caso, desta forma extrapolando indevidamente o mandamento de Deus.

    Ajoelhar-se e prostar-se é sempre adoração ou idolatria?

    Dizem ainda que nós católicos somos idólatras porque nos ajoelhamos diante das imagens dos santos e lhe fazemos pedidos. Esta acusação demonstra uma tremenda ignorância por parte dos protestantes entre o culto de adoração (latria) e o culto de veneração (dulia). A própria Escritura que eles dizem conhecer e seguir dá testemunho da distinção entre as duas coisas.

    Ajoelhar-se também é um sinal de reverência e veneração. Os súbitos devem prestar veneração pelos Reis, ou por uma autoridade suprema. O filho pelos pais, os alunos pelos professores e os discípulos pelo mestre. Tudo isso está em conformidade com a ordem estabelecida por Deus. Vejamos alguns exemplos na Sagrada Escritura:

    “Pela terceira vez, mandou o rei [Ocozias da Samaria] um chefe com os seus cinqüenta homens, o qual, chegando aonde estava Elias, pôs-se de joelhos e suplicou-lhe, dizendo: Peço-te, ó homem de Deus, que a minha vida tenha algum valor aos teus olhos e a destes cinqüenta homens teus servos ” (2Rs 1,13).

    Na passagem acima um mensageiro do Rei Ocozias da Samaria põe-se de joelhos diante do Profeta Elias. Por que faz isso? Para suplicar-lhe que permita viver com seus cinqüenta companheiros de viagem, pois antes Elias mandou vir fogo do céu sobre duas equipes anteriores. O ato de súplica não é um ato de adoração, mas de humildade, de rebaixamento, onde se reconhece no outro sua superioridade ou seu poder de atender-lhe um pedido.

    Nós católicos quando nos ajoelhamos diante das imagens dos santos e lhe fazemos pedidos, não estamos adorando ídolos, mas dirigindo nossa súplica aos nossos irmãos na fé que representados por suas imagens já se encontram na presença de Deus. O ajoelhar-se do católico aí é um ato de súplica e não de adoração. Com efeito, ensina o Catecismo da Igreja Católica”

    956. A intercessão do santos. “Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por conseguinte, pela fraterna solicitude deles, nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio” (Lumen Gentium 49)

    Será que os ex-“católicos” alguma vez leram este parágrafo do Catecismo? Sinceramente, eu duvido… Vejamos outro interessante testemunho da Escritura Sagrada:

    “Abraão levantou os olhos e viu três homens de pé diante dele. Levantou-se no mesmo instante da entrada de sua tenda, veio-lhes ao encontro e prostrou-se por terra” (Gn 18,2).

    O texto sagrado testemunha que Abraão prostra-se ao ver os três anjos do Senhor. Devemos acusar o Patriarca de idolatria? Obviamente que Abraão não estava adorando os anjos, pois se fosse este o caso eles o teriam repreendido, como fez o anjo que revelava o apocalipse a S. João (cf. Ap 22,8-9). Entretanto, Abraão estava prestando-lhes culto de reverência, reconhecendo a condição superior dos anjos de Deus.

    “Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus” (Mt 5,19).

    Ora, por acaso não são os santos exatamente aquelas pessoas que venceram na fé e que agora podem ser consideradas grandes no Reino dos Céus como ensinou Nosso Senhor? Cabe ainda lembrar que para o Senhor o menor no Reino do Céu é maior do que qualquer um que esteja vivendo na terra (cf. Mt 11,11).

    Embora os atos de veneração e súplica sejam externamente iguais à reverência que se deve somente a Deus, internamente são coisas bem distintas e a própria Escritura Sagrada distingue bem as duas coisas. Mais alguns exemplos interessantes:

    “Moisés saiu ao encontro de seu sogro, prostrou-se e beijou-o. Informaram-se mutuamente sobre a sua saúde e entraram na tenda” (Ex 18,7).

    “Quando Abigail avistou Davi, desceu prontamente do jumento e prostrou-se com o rosto por terra diante dele” (1Sm 25,23).

    Porém, alguém poderia levantar a seguinte objeção: “mas, os exemplos dados são de pessoas vivas venerando pessoas vivas e não mortas”. Primeiramente, isso não é totalmente verdade já que os anjos do Senhor não podem ser considerados “pessoas vivas”, mas seres espirituais. Em segundo lugar, os santos que estão no céu também são seres espirituais. Em terceiro, a Escritura dá testemunho da veneração do rei Saul ao profeta Samuel já falecido:

    “Qual é o seu aspecto? É um ancião, envolto num manto. Saul compreendeu que era Samuel, e prostrou-se com o rosto por terra” (1Sm 28,14).

    Mais sobre atos de veneração podem ser encontrados em Gn 23,12; Gn 33,3; Ex 18,7; 1Sm 25,41; 2Sm 9,6; 14,4.

    Adorar é reconhecer a divindade e oferecer sacrifício

    Deus condena a confecção de ídolos, pois o ídolo leva as pessoas a prestarem a ele o culto que só se deve a Deus: o culto de adoração. Adorar um ato de reconhecimento da divindade e oferecimento de sacrifício.

    Os pagãos realmente adoravam seus ídolos, pois lhes reconheciam a divindade e lhes ofereciam sacrifício:

    “Habitando os israelitas em Setim, entregaram-se à libertinagem com as filhas de Moab. Estas convidaram o povo aos sacrifícios de seus deuses, e o povo comeu e prostrou-se diante dos seus deuses” (Nm 25,1-2).

    “Em vão Acaz tinha despojado o templo do Senhor, o palácio real e os príncipes para fazer presentes ao rei da Assíria. Tudo isso de nada lhe valeu. Embora estivesse angustiado, o rei Acaz continuou seus crimes contra o Senhor. Oferecia sacrifícios aos deuses de Damasco, que o tinham derrotado: São, dizia ele, os deuses dos reis da Síria que lhes vêm em auxílio; oferecer-lhes-ei, portanto, sacrifícios para que me ajudem igualmente. Mas foram a causa de sua queda e de todo o Israel” (2Cr 28,21-23).

    No segundo livro dos Reis encontramos o conceito completo de idolatria por meio de sua condenação:

    “O Senhor tinha feito com eles uma aliança e lhes tinha dado a seguinte ordem: Não adorareis outros deuses, nem vos prostrareis diante deles; não lhes prestareis culto, e não lhes oferecereis sacrifícios” (2Rs 17,35).

    Os pagãos prostravam-se diante de seus ídolos não para reconhecerem neles instrumentos e servos de Deus de condição superior a nossa e que são capazes de interceder por nós junto a Deus, mas crendo que eram deuses verdadeiros e portanto capazes de eles mesmos realizarem milagres.

    Em 2Rs 17,35 Deus apresenta a doutrina em sentido negativo. No versículo seguinte encontramos o conceito da verdadeira adoração:

    “Mas temei ao Senhor que vos tirou do Egito com o poder de seu braço. A ele temereis, diante dele vos prostrareis e a ele oferecereis os vossos sacrifícios” (2Rs 17,36).

    Somente a Deus devemos nos prostrar reconhecendo-lhe a divindade e oferecendo-lhe o sacrifício devido.

    Os verdadeiros idólatras de nosso tempo são aqueles que oferecem sacrifício de animais (geralmente galinhas e carneiros) aos seus falsos deuses. Os protestantes não adoram a Deus, apenas o louvam. Seu culto é apenas um culto de louvor e não de adoração. Só no catolicismo se adora a Deus, pois na Santa Missa é oferecido a Deus o cordeiro imaculado que é Nosso Senhor Jesus Cristo, conforme sua própria prescrição (cf. Mt 14,22-25; Lc 22,17-20; 1Cor 11,23-29).
    http://www.veritatis.com.br/apologetica/imagens-santos/593-os-catolicos-adoram-os-santos

  • JR MELO disse:

    IrmaoWagner , vou ajudar a voce entender o que de fato exprime todas essas referencias biblicas que alguns apologeticos catolicos e sites comprometidos com a doutrina espuria do catolicismo, teimam e se contorcem a normatizar se baseando em interpretações tendenciosas da Biblia, que lamentavelmente, voce utilizou do recurso “ctrl c” crtl v” .Saiba irmao, que há muitos caso que é permitido a pessoa se prostrar .VOce cita ente outros, textos como : 2Rs 17,3 ;1Sm 28,14).Isso é aprovado sim por Deus, irmao.MAs o contexto querido é bem diferente do que voce e os teologos romanos querem enfiar pela sua consciencia .EM genesis 18.2 , tambem cita um fato em que houve essa conduta de reverencia .Mas veja, texto e CONTEXTO BIBLICO são coisas opostas.
    1o .As pessoas que se prostaram por respeito e nao por reverencia ou culto, como os catolicos da modernidade o fazem diante de esculturas dentro de mosteiros e templos catolicos;
    2º :O ato de prostrasr-se na epoca foi entendido como uma pratica social e nao como um rito rteligioso;
    3 º A BIblia condena prostrar-se diante de um anjo que esteja a serviço de Deus(AP.2.8.9) portanto vc alegar que ha adoraçao de GEnesis em 19.1 é erro grave ;
    4º A BIblia claramente condena a reverencia diante de qualquer imagem em venereção reiligiosa de culto(EX:20. 4) .Finalmente,Deus sempre exigiu e agiu para evitar essas praticas abominaveis. Quer ver um exemplo Wagner?SAendo Deus que os devotos ISraelitas poderiam ser tentados a venerar os resos mortais de Moises,o que fez??Enterrou-os omde niinguem soubese (DT; 34,6 )Seu alvo foi prevenir a IDOLATRIA, irmao.que o diabo deseja encorajar(leia JD .9 )

  • JR MELO disse:

    Irmao cuidado co m o que voce aprende com seus teologos e estudiosos catolicos .QUerem-no a toda prova, lhe induizir a crer que Saul falopucom Sauel !!Irmao, vc esta assim , concordando com uma hereisa extremamanetre perigosa adepta a prstica s espiritas :a mediunidade.Voce cita o texto 1Sm 28.14 praa fundamentar o contato com os mortos(claro copiado de um site apologeitco catolico)Irmao, em desobediencia a todasas ordens divinas contrarias a comunicaçao co os morots, veja, Saul, em desespero pelo fato de Deus nao estar mais lhe respondesndo , nem por sonhos, nem por urim, nem por profetas , procurou um pitorisa(medium ).Durante a sessao , apenas a mulher ve uma vaga descriçao imprecisa do que seria Samuel .Nao se pode conceber que Deus tenha proibido a feitiçaria e a consulta aos moros ,e depois, permitir que a feitiçaria trpouxesse o espirito de Samuel (TG 1. ,17 ) .NO texto que vc levanta, a mulhaer dia”VEjo deuses que sobem d a terra.M” meu irmao, quem eram esses deuses? ?So podiam ser demonios , passando -se por espiritos de luz ou adiinhadores( 2CO ,13.1 3)OS mortos jamis podem se comubnicar com os vivos(leia LC 13. 14 )///////////vc sabe qual foi o resultado dessa consulta mediunica de Saul ?TRagica!!! aMedium disse que Saul foi entregue nas maos dos filisteus:MEntira po qr que SAulse matou ; OS filhos de Saul nao morreram todos (como alegaou a medium ) ,ao inves, tres ficaram vivoc ;REsumindo, Saul consultou uma medium que mentiu e embutiu uma demosntraçao do quanto o diabo pode enganar uma pessoaCuidado , irmao;EXamine as escrituras e nao fique nas maos de teologos que distorcem os escritos biblicos para forjar praticas abominaveis como a idolatria e consulta aos mortos, tema aqui debatido;

  • JR MELO disse:

    Qual o problema de nao ter postado meu comentario ?Isenção e democracia no blog passou longe irmao;Nao é oq ue se aprende na faculdade de jornalismo!!!

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