A imagem abaixo não é montagem, é real. Uma mexicana orgulha-se de ostentar o título da mulher das Américas que mais
fez modificações no corpo. Além das tatuagens que cobrem, inclusive, seu rosto e dos piercings, ela implantou vários chifres na testa, modificou os dentes trocando os normais por pontiagudos lembrando a imagem de um vampiro.
Maria Jose Cristerna se identifica como mulher vampira e parece que nunca o ouviu o ditado “não é bonito ser feio”.
Em tempos de relativismo voraz o próprio corpo não é entendido como um espaço de respeito, mas como um instrumento nas mãos dos modismos. Infelizmente cresce o números dos adeptos de modificações grosseiras nos próprios corpos. Apartados do conceito de beleza valorizam o feio e buscam perenizá-lo em si.
