
Na Segunda-feira seguinte, dia 26 de Agosto, ao abrir a sacristia o Padre verificou, com espanto, que a hóstia se tinha transformado em uma substância ensanguentada. O Padre comunicou ao cardeal Bergoglio o estranho acontecimento, que deu instruções para que a hóstia fosse fotografada por profissionais. As fotos foram tiradas no dia 6 de Setembro de 1996 e mostravam que a hóstia se tinha transformado em uma espécie de carne ensanguentada, e que tinha aumentado de tamanho.
Durante alguns anos, a hóstia de Buenos Aires foi mantida na sacristia da igreja, e em absoluto segredo pelo cardeal Bergoglio. E, com o decorrer dos anos, e dado que a “nova matéria” da hóstia não aparentava ter sofrido qualquer decomposição, o cardeal Bergoglio decidiu que a hóstia deveria ser analisada cientificamente.
Em 5 de Outubro de 1999, na presença de representantes do cardeal, um cientista (Dr. Castañon) retirou uma amostra do fragmento ensanguentado e enviou-o para Nova Iorque para análise laboratorial. Na medida em que não queria influenciar a análise laboratorial, o Dr. Castañon não informou propositadamente a equipa de cientistas americanos que analisou o fragmento acerca da proveniência do dito. Um dos cientistas que analisou o fragmento de Buenos Aires foi o Dr. Frederic Zugiba, um cardiologista conhecido e patologista forense, que determinou que o fragmento material analisado era uma parte do músculo do ventrículo esquerdo de um coração humano.
O Dr. Frederic Zugiba constatou que o coração humano em causa naquela amostra de Buenos Aires estava vivo na altura da sua recolha agora analisada, porque o fragmento apresentava a existência de glóbulos brancos que tinham tinham morrido fora de um organismo vivo. Ou seja, segundo o Dr. Frederic Zugiba, o coração humano em causa estaria vivo aquando da recolha da amostra analisada em Nova Iorque. Ademais, o referido cientista constatou que os glóbulos brancos penetraram no tecido da amostra, o que significa que o coração estaria sob uma condição de forte stress — como se a pessoa a quem pertenceu aquele coração estivesse a ser severamente agredida, por exemplo, na área do peito.
Fonte: Dia de Élena Arreguy e texto plugado do site Perspectivas