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Assassinato de jovem gay não foi crime de Homofobia como quis insinuar a militância LGBT

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O assassino, outro homossexual, confessa o motivo do crime:  o desentendimento começou quando a vítima sugeriu inverter as posições no ato sexual.

Jovem foi assassinado por outro homossexual depois de terem relações sexuais na rua.

Jovem foi assassinado por outro homossexual depois de terem relações sexuais na rua.

O jovem gay João  Donati, 18 anos, em Inhumas, na região metropolitana de Goiânia, Goiás foi assassinado de forma brutal na última quarta-feira, dia 10. O corpo do garoto nem esfriou e a militância LGBT quis capitalizar com a violência contra o rapaz. 

A Secretaria de Direitos Humanos lançou uma nota oficial defendendo a criminalização da homofobia a partir do assassinato do rapaz, julgando o crime – sem ao menos o resultado da perícia – como homofóbico.

Jean Wyllys, ex-bbb e candidato à reeleição quis tirar dividendos para a sua campanha. O deputado pede votos e ainda culpa os religiosos pelas mortes violentas dos gays a partir do assassinato de Donati. Uma demonstração de oportunismo ímpar e descabido. 

Veja o que escreveu Wyllys 

“Em menos de um mês teremos a possibilidade de nos expressarmos coletivamente através do voto, de norte a sul, de leste a oeste do Brasil. É hora, portanto, de passarmos um recado político. Quem não tiver a capacidade de se indignar e se insurgir contra o ódio e a violência contra LGBTs; quem não tiver a coragem de defender os nossos direitos civis negados atualmente por sermos quem somos e a nossa dignidade humana; quem for mesquinho ao ponto de nos ignorar ou de tentar nos enganar em troca do apoio eleitoral de líderes fundamentalistas religiosos que estimulam o ódio contra nós, entre seus rebanhos, não merece o nosso voto!”

No entanto, a polícia encontrou o assassino de Donati, Adrie, um outro jovem de 20 anos que teve relações sexuais com o garoto antes de matá-lo estrangulado. “Após a relação, os dois acabaram se desentendendo e entrando em luta corporal. Ele matou o João asfixiado, pegou o papel que estava em um lixo e colocou na boca dele, segundo ele, porque estava “muito nervoso”,  contou o delegado em entrevista ao G1“.

Andrie relatou que manteve relações sexuais com a vítima nas proximidades ao Estádio Municipal de Inhumas. Em seu relato, ele explicou que o motivo do desentendimento começou quando a vítima sugeriu inverter as posições no ato sexual.

Resta saber se o blogueiro de olhos puxados Leonardo Sakamoto fará um post de retratação. O rapaz adepto da causa LGBT usou também do oportunismo irresponsável para destilar seu ódio explícito  contra os religiosos.

Até os políticos que votam contra as leis de privilégios a homossexuais deveriam ser condenados pelo crime de homofobia, segundo a postagem de Sakamoto. Seu texto  traz como título “Se vivesse hoje, Jesus poderia ser gay. E levaria porrada em nome de Deus” é uma ofensa aos cristãos que são julgados por ele como raiz dos males contra os homossexuais quando na verdade a maioria são mortos por outros homossexuais como no triste caso de João Donati.  

Confira as palavras de ódio de Sakamoto

Candidatos a cargos públicos, de governo ou oposição, que bradam, indignados, mediante a tentativa de aprovação da lei que criminaliza a homofobia. Ou frente ao risco dessa discussão entrar nas salas de aula e tornar os jovens mais abertos às diferenças.A verdade é que deveriam ser responsabilizados em atos de homofobia não apenas os diretamente envolvidos, mas também suas fontes de inspiração.

Caso repetido

No início do ano um jovem homossexual foi encontrado morto e a  militância LGBT teve a mesma irresponsabilidade de considerar o crime homofóbico com direito a nota da Maria do Rosário, então presidente da Secretaria de Direitos Humanos, verborragia do Jean Wyllys  e o oportunismo odioso do Sakamoto. Kaique não tinha sido vítima de homofobia, ele suicidou-se. Até quando os militantes vão usar o sangue destes inocentes para promover sua causa?Isto sim é uma violência.

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