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Renúncia do Papa Bento XVI

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Vanderlúcio Souza

O episódio da renúncia de Bento XVI desencadeou um inesperado e bem logrado gerenciamento de crise dirigido pelo Porta Voz do Vaticano, padre Feederico Lombardi.

A notícia que pegou a todos de surpresas em pouco tempo teve diversos desdobramentos. O Vaticano entrou em ação e através de seus diversos meios foi dando respostas ao episódio histórico.

A dificuldade maior foi a intenção escusa de grandes de setores da imprensa que disseminaram a todo instante falsas interpretações das falas do então Papa Bento XVI e os órgãos de comunicação. O papa dizia “A”, interpretavam “B” e escreviam “C”.

Vanderlúcio Souza

O pseudo repórter – alguém com ódio mortal ao papa – chama Ratziger por duas vezes de Adolf, uma referência ao líder nazista que matou milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Compara o Conclave, reunião dos cardeais votantes para escolher o novo papa, de sauna gay e alcunha a Igreja de pedófila apostólica romana, além de outras expressões que me recuso reproduzir neste espaço.

Vanderlúcio Souza

Em reportagem veiculada nesta terça-feira, dia 19, no Jornal Nacional (TV Globo) foi citada a opinião de um cardeal como sendo a do Arcebispo emérito de São Paulo, também cardeal, Dom Cláudio Humes.

No início da matéria a correspondente da emissora no Vaticano, Ilze Scamparini, conversa com Silvonei José, responsável pela Rádio Vaticana na língua portuguesa. Logo após a repórter dar andamento a uma especulação sobre o questionamento da presença do cardeal e ex-arcebispo de Los Angeles Roger Mahony, acusado por acobertamento em casos de pedofilia segundo a mídia.