Assim Caminha a Humanidade

Ep. #32: O ovo da serpente: Reflexões sobre o fascismo

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Na tragédia Júlio César, de Shakespeare, ao aderir à conspiração contra o ditador Júlio César, Brutus o compara a “um ovo de serpente, que, uma vez chocado, por sua natureza, se tornará nocivo, razão pela qual deve ser morto quando ainda na casca”. Em 1977, inspirado na fala shakespeariana, o cineasta sueco Ingmar Bergman deu o nome de O Ovo da Serpente a um filme que mostra o início da ascensão do nazismo na Alemanha. Desde então, a expressão tem sido usada para se referir a movimentações de cunho nazifascista, talvez como intuição de que, como dizia Mark Twain, “a história nunca se repete, mas ela rima”.

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Apresentação: Pati Rabelo e Heráclito Pinheiro

Roteiro: Pati Rabelo

Consultoria: Heráclito Pinheiro

Edição: Mariana Vieira

Arte da Vitrine: Pati Rabelo

Curadoria de Instagram e Blog: Pati Rabelo

Comercial: Heráclito Pinheiro

Coordenação de Produção: Chico Marinho

Estratégia Digital: João Victor Dummar

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