A ArcelorMittal realizou, na Beira-Mar de Fortaleza, uma corrida de rua que uniu esporte, inovação e cuidado ambiental. A edição de 2025 do Circuito do Aço – Esporte e Sustentabilidade mobilizou 2 mil participantes e deixou um legado sustentável para a cidade, acompanhando de perto o destino de todos os materiais gerados antes, durante e após o evento – dos copinhos d’água às lonas de comunicação visual.
Com uma Central Sustentável de Triagem completa, operada no local da corrida por coletores de materiais recicláveis, a economia circular foi assegurada. Ou seja, o evento criou um sistema para reaproveitar todos os resíduos, fechando o ciclo e evitando descarte inadequado.
Ao todo, 102,75 kg de materiais (plástico, papel, vidro e metal) foram reciclados. Já as aparas (palitos de picolé) e restos de alimentos totalizaram 6 kg de resíduos orgânicos, destinados à compostagem.

A marca de zero copinhos no chão também foi viabilizada por uma inovação da organização da corrida. Ao longo dos percursos de 2,5 km, 5 km e 10 km, redes de pesca de 17 metros foram posicionadas estrategicamente após os pontos de hidratação, para que os corredores descartassem os copinhos de água usados, garantindo a reciclagem do plástico. A novidade foi aprovada pelos participantes.

Houve ainda a doação de materiais de comunicação visual, como lonas e tecidos, para a Rede de Mulheres Empreendedoras Sustentáveis, que transforma esses insumos em bolsas e outros itens comercializáveis. O balanço sustentável do Circuito do Aço também aponta a economia de 225 kg de CO₂, 2.190 litros de água e 420 kWh de energia, resultado das práticas implementadas.

Além disso, as ações socioambientais foram incorporadas a todas as etapas: do kit do atleta – entregue em ecobag com manifesto ambiental – às práticas pós-prova. O evento ainda promoveu oficina de brinquedos sustentáveis para crianças, treinamento e cartilha ambiental para fornecedores.

Histórias que inspiram

Para além dos números, o Circuito do Aço deixou impacto humano – na rotina dos coletores, na experiência dos corredores e na inspiração para quem vive o esporte.

Janete Cabral, 56 anos, presidente da Sociedade de Reciclagem do Pirambu (Socrelp), reforça o valor da participação da associação na corrida. “Foi a primeira vez que incluímos a separação para compostagem em um evento desse porte. Quando estamos presentes, todo o material chega até nós como doação e nada se perde”.

Para o corredor Francisco Junqueira Chaves, que completou sua 100ª prova aos 70 anos, a corrida foi um incentivo à longevidade ativa. “Dou exemplo para os jovens e para quem tem minha idade: correr é saúde. É preciso se cuidar para chegar bem no dia da prova”.

“Me senti acolhida. Esse cuidado com o meio ambiente é também um cuidado com a nossa saúde”, complementa a paratleta Rita de Cássia, campeã dos 5 km, que também aprovou as ações ambientais.

 

Sobre a ArcelorMittal
Maior produtor de aço no Brasil e líder no mercado global, o Grupo ArcelorMittal tem cerca de 127 mil empregados, sendo 20 mil no Brasil, e atende clientes em 140 países, com o propósito de criar aços inteligentes para as pessoas e o planeta. A empresa possui unidades industriais em oito estados (BA, CE, ES, MG, MS, RJ, SC e SP), além da maior rede de distribuição do País.

Foi a primeira empresa das Américas com uma unidade certificada pelo ResponsibleSteel, uma das certificações em ESG mais respeitadas no mundo. No Ceará, a unidade ArcelorMittal Pecém está localizada em São Gonçalo do Amarante. Para mais informações, siga @arcelormittalbrasil nas mídias sociais e visite nosso website: https://brasil.arcelormittal.com.

About the Author

Paulo Rogerio

Jornalista, 63 anos, corre há 15. É autor da fanpage e instagran @corridaderuanoceara. Foi editor de Esportes, Cidades e Economia, e ombudsman do O POVO. Titular da coluna impressa Corrida de Rua por três anos , também no O POVO. Atuou ainda como Colunista no site Globo Esporte. Autor de Crônicas no Blog Eliomar de Lima @corridaderuanoceara

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