O levantamento apontou ainda que os usuários são, em sua maioria, jovens entre 14 a 24 anos e 59% deles têm renda própria de até R$ 2 mil mensais.
A antropóloga Luciana Aguiar, diretora da Plano CDE, considerou os resultados como uma consequência da mobilidade social vivida atualmente pelas classes C, D e E. “Os adolescentes estão cada vez mais escolarizados do que os pais. Por isso, buscam mais informações fora de casa”, argumenta.
Correio Braziliense (DF)