A medida visa proteger principalmente as crianças.
Segundo especialistas, elas são mais vulneráveis à exposição às toxinas do cigarro. Bebês, por exemplo, respiram mais rápido que adultos e acabam inalando mais fumaça.
Outro agravante, de acordo com Valéria Martins, secretária-geral da Sociedade Paulista de Pneumologia, é que os pequenos têm órgãos em desenvolvimento e sistemas imunológicos imaturos. “Além de asma e bronquite, fumantes passivos podem desenvolver câncer no futuro”, alerta a médica.
Fonte: Folha de S. Paulo (SP)
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