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Valeska Andrade

Foi realizado na manhã desta segunda-feira (19), no Itaú Cultural, em São Paulo (SP), o lançamento nacional da 3ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro – iniciativa do Ministério da Educação e da Fundação Itaú Social, com a coordenação técnica do Cenpec. As inscrições para as redes públicas da educação básica e para os professores de Língua Portuguesa estão abertas até o dia 25 de maio e devem ser feitas pelo Portal da Olimpíada.

O evento contou com a presença do Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e de representantes das organizações envolvidas na Olimpíada – Anna Helena Altenfelder, superintendente do Cenpec, Antonio Jacinto Matias, vice-presidente da Fundação Itaú Social, Cleuza Repulho, presidente da Undime, Maria Nilene da Costa, presidente do Consed, e Hugo Barreto, secretário da Fundação Roberto Marinho (representando o Canal Futura).

“A Olimpíada de Língua Portuguesa se caracteriza e se diferencia das demais iniciativas pelo seu caráter formativo. O concurso é apenas um elemento mobilizador”, salientou a superintendente do Cenpec. Em sua fala, ela enumerou ainda as diversas estratégias utilizadas – material impresso, audiovisual, comunidade virtual (reformulada), plataforma de cursos a distância – para dar conta do desafio de formar um número tão grande de professores, de contextos tão distintos.

Já o vice-presidente da Fundação Itaú Social, Antonio Matias, destacou o leque de parcerias que viabilizam a iniciativa e enfatizou o grande investimento na formação dos professores feito na Olimpíada – aposta que, segundo ele, tem se mostrado acertada pela melhoria na qualidade da aprendizagem atestada nas avaliações.

Para a presidente da Undime, Cleuza Repulho, a Olimpíada proporciona um espaço de trabalho coletivo e o reconhecimento do papel do professor e do lugar onde as crianças vivem. Por essa razão, a Undime apoia a iniciativa, mobilizando as redes.

O ministro Aloizio Mercadante parabenizou o Cenpec pela “competência com que coordena essa iniciativa” e reforçou a importância pedagógica da Olimpíada, pela sua contribuição na formação continuada de professores. Lembrou ainda dos investimentos do governo federal na educação infantil, mais precisamente na construção de creches, e mencionou ainda dados que apontam as grandes disparidades regionais em termos de alfabetização, o que motivou a criação de um programa nacional de alfabetização na idade certa, a ser lançado em breve. “Enquanto no Paraná apenas 4% das crianças não são alfabetizadas até os oito anos, em Alagoas são 35%”, exemplificou.

“A mobilização em torno do aprendizado criativo da Língua Portuguesa é uma iniciativa importante e já consolidada no calendário educacional brasileiro. Ela cria um padrão de compromisso das redes com os resultados educacionais, algo fundamental”, avalia o secretário de Educação Básica do MEC, César Callegari.

A técnica da secretaria municipal de Educação de Itapeva (SP), Flag Santos, compareceu ao evento com grandes expectativas em relação a mais uma edição da Olimpíada: “Participamos desde a primeira edição e a cada ano percebemos que a iniciativa agrega mais valor. O professor vê a Olimpíada como uma oportunidade de aprimoramento do seu trabalho com a produção escrita”, conta.

– Saiba mais sobre a Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro

– Conheça o Portal da Olimpíada de Língua Portuguesa

Valeska Andrade

Adultos que tiveram uma infância marcada pelo amor materno apresentam um estado de saúde bem melhor do que aqueles que não desenvolveram uma relação íntima com as mães. A conclusão é de uma pesquisa da Universidade Brandeis, em Massachusetts (EUA). O estudo avaliou mil adultos para medir a relação entre condições socioeconômicas e doenças como diabetes, pressão alta e ataque cardíaco. Um segundo grupo formado por 1.200 pessoas supervisionadas nos últimos dez anos também foi considerado no acompanhamento médico. “O estresse na infância pode levar a resíduos biológicos que reaparecem na meia-idade”, comenta a autora do estudo, a professora Margie Lachman. O amor maternal durante a idade infantil seria uma espécie de defesa contra doenças a longo prazo.

Fonte: Folha de S. Paulo (SP)

Valeska Andrade

A Coordenação Cultural da Casa de Cultura Alemã da UFC informa que o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico lançou edital relativo a bolsas para o Curso de Inverno de Língua e Cultura Alemãs (Winterkurs) 2013. As inscrições podem ser feitas até 11 de junho de 2012.

Em cooperação com universidades alemãs, o DAAD oferece o “Hochschulwinterkurs”, curso de alemão com duração de quatro a seis semanas, realizado nos meses de janeiro e fevereiro.

Oferecido pelas universidades de Düsseldorf, Essen, Freiburg e Leipzig, o curso é todo ministrado em alemão. O teste ONDAF, necessário para a candidatura, será aplicado terça-feira, dia 29 de maio, em diversos horários, no Laboratório de Informática do Campus do Benfica. Para obter informações, basta enviar e-mail para cca@ufc.br. Os candidatos receberão carta com as instruções para a inscrição e uma senha pessoal para inscrever-se.

O programa de bolsas destina-se a estudantes universitários com bons conhecimentos do alemão e excelente desempenho acadêmico, que queiram aperfeiçoar o idioma e aprofundar seus conhecimentos sobre a cultura e a sociedade alemãs. São oferecidos o seguro-saúde e bolsa no valor de 2.625 euros. Podem candidatar-se estudantes de graduação e de mestrado de todas as áreas.

São requisitos: ter nacionalidade brasileira ou residência permanente no Brasil; ser matriculado em universidade brasileira e ter concluído o 6º período até o mês de dezembro anterior à viagem, CR igual ou superior a 8,0; possuir conhecimentos de alemão correspondentes ao nível intermediário B1 para todas as carreiras e B2 para germanistas (o teste OnDaf é obrigatório para todos) e ter carta de motivação escrita em alemão.

Mais informações sobre as cidades onde é ofertado o curso e os formulários necessários para a inscrição estão no site do DAAD.

Fonte: Profª Ute Hermanns, Coordenadora Cultural da Casa de Cultura Alemã e Professora Visitante Leitora – DLE/UFC – (fone: 85 3366 7642)

Valeska Andrade

A Câmara dos Deputados analisa o projeto de lei já aprovado pelo Senado Federal que proíbe a comercialização e a distribuição gratuita de mamadeiras, bicos e chupetas que contenham bisfenol-A. Segundo o autor da proposta, o senador Gim Argello (PTB-DF), estudos demonstraram o potencial cancerígeno da substância, além de efeitos adversos no desenvolvimento físico, neurológico e comportamental de crianças. O projeto foi apresentado em junho de 2010. Em setembro de 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baixou uma resolução proibindo a aplicação de bisfenol-A em mamadeiras a partir de janeiro de 2012. Assim, o projeto apenas transforma a resolução em lei e estende a medida para bicos e chupetas, itens não mencionados na norma da Anvisa. O autor da proposta afirma que o bisfenol-A presente no plástico policarbonato é liberado quando este é aquecido.

Fonte: Diário Catarinense (SC)

Valeska Andrade

Um estudo norte-americano mostra que é possível identificar o risco de uma criança desenvolver dislexia antes de ingressar na escola. Isso pode facilitar a alfabetização e minimizar os impactos do transtorno de aprendizagem na vida social. Para a neuropediatra Cláudia Machado Siqueira, coordenadora do Laboratório de Estudos dos Transtornos de Aprendizagem (Letra), em Belo Horizonte (MG), o estudo reforça a necessidade de identificar os grupos de risco da dislexia. “Quando você encaminha precocemente a criança para o tratamento, ela se desenvolve com menos prejuízo, pois o cérebro aprende a trabalhar nessas condições”, alerta. A dislexia atinge cerca de 10% da população mundial, prevalecendo no sexo masculino. Para cada 1,5 homens, uma mulher recebe o diagnóstico.

Fonte: Estado de Minas (MG)

Valeska Andrade

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania Cultural (SCC/MinC) publicou no DOU de hoje, 29/02 (seção 1, páginas 13 e 14) portaria prorrogando para até o dia 30 de abril o prazo para os interessados se inscreverem no edital Prêmio Agente Jovem de Cultura: Diálogos e Ações Interculturais que premiarará 500 iniciativas de jovens entre 15 e 29 anos.
O edital é uma parceria entre o MinC – que investirá R$ 2,9 milhões – e os ministérios da Saúde (R$ 1 milhão) e do Desenvolvimento Agrário (R$ 600 mil), além da Secretaria-Geral da Presidência da República/Secretaria Nacional de Juventude (R$ 500 mil).
Podem concorrer ao prêmio iniciativas existentes e já concluídas nas áreas de comunicação, tecnologia, pesquisa, formação cultural, produção artística, intercâmbio e sustentabilidade. Cada selecionado irá receber premiação no valor de R$ 9 mil. Os premiados poderão se inscrever de acordo com a faixa etária: serão 200 bolsas para jovens entre 25 e 29 anos, número igual para aqueles que têm entre 18 e 24 anos e outras 100 para os jovens de 15 a 17 anos. As inscrições poderão ser feitas pela internet, por meio do SalicWeb, ou pelos Correios. O MinC lembra aos interessados que as inscrições online só serão efetivadas depois que o inscrito clicar no botão “Enviar”.
O edital terá duas fases: habilitação das propostas (análise documental eliminatória) e seleção (eliminatória e classificatória). Os projetos serão avaliados a partir dos seguintes critérios: criatividade, inovação e boas práticas; impacto social da iniciativa; comprovação da qualidade e efetividade das estratégias de comunicação e de estratégias que promovam o empoderamento para o autocuidado; sustentabilidade valorização da cidadania e da diversidade cultural brasileira.
Para a secretária de Cidadania Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, é importante identificar e valorizar o que vem sendo feito por jovens que trabalham com a cultura no Brasil. “Esse prêmio é o primeiro passo de um processo de ação mais ampla e permanente, que vai envolver trabalhos de fortalecimento da formação do agente jovem de cultura, incluindo bolsas de formação, com uma parceria, também, do Ministério da Educação (MEC)”, afirma Rollemberg.
Clique aqui e acesse todas as informações sobre o edital

Valeska Andrade

Pesquisa Datafolha realizada em 2008 com 1341 jovens de 169 municípios brasileiros revelou que cerca de um quarto (26%) deles, de todas as classes sociais consideram-se “muito consumistas”. Gastos com vestuário e calçados estão no topo da lista de prioridades desse público, e que 61% consomem a maior parte de sua renda — recebida dos pais — com itens de marca. Além dos gastos com vestuário, os celulares e festas também consomem parte da renda dos adolescentes. Para o professor de educação financeira da BM&FBovespa, José Alberto Filho, os próprios pais precisam se conscientizar da mudança de comportamento, pois a tendência é que os filhos repitam esse modo de agir. A urgência de educação financeira para os brasileiros é tanta que o governo federal formulou no ano passado decreto que institui a Estratégia Nacional de Educação Financeira. Um dos principais pontos da medida é a inclusão de aulas sobre o assunto nas escolas públicas. O projeto piloto foi instalado em cinco estados e no DF.

Bombardeio consumista – Do outro lado do cabo de força que travam aqueles que estabelecem programas de educação para jovens estão os fabricantes e anunciantes de produtos infantis. Segundo Lais Fontenelle Pereira, do Instituto Alana, a TV infantil tem um anúncio a cada dois minutos, o que é preocupante uma vez que as crianças passam mais tempo assistindo ao aparelho do que na escola. Ela afirma também que 65% das meninas exploradas sexualmente usam o dinheiro para bens de consumo.

Fonte: Revista Carta Capital

Valeska Andrade

A Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor (Febem) foi extinta por ineficiência. No lugar dela, a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase) nasceu, mas a estrutura de tratamento para recuperar adolescentes em conflito com a lei permanece a mesma: estrutura física ultrapassada, excesso de medicação, castigos, superlotação e falta de monitores. Levantamento feito pelo jornal Zero Hora com 162 adolescentes internados em uma das casas da instituição em 2002, mostrou que 48 morreram e 114 foram condenados. Outros dois não voltaram a cometer atos infracionais. Um dos exemplos de problemas da antiga Febem que ainda persistem nas unidades é o excesso de medicação, conforme tem sido constatado por levantamentos mensais da Justiça. Em dezembro de 2011, detectou-se que 98% dos internos da Comunidade Socioeducativa (CSE) estavam sob medicação.

Reinserção – Coordenadora do Centro de Apoio à Infância e à Juventude do Ministério Público, a procuradora Maria Regina Fay de Azambuja aposta no investimento em educação, esporte e lazer como medida urgente para atender aos jovens privados de liberdade. “O Estado devia oferecer o que deixou de oferecer antes, mas o faz de forma muito aquém do que está previsto. Minha impressão é de que trabalhamos inclusive nós, do MP apenas remendando o que está insuportável”, afirma.

Fonte: Zero Hora (RS)

Valeska Andrade

Pesquisa divulgada pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) no ano passado revelou que estudantes das universidades federais brasileiras leem, em média, 1,2 livro por ano. Em uma das instituições, a Federal do Maranhão, por exemplo, 23,2% dos alunos não leram um livro durante o ano da pesquisa. O melhor índice foi registrado nas universidades em que a maioria dos estudantes leu, no máximo, quatro livros durante o ano. Para a chefe do Departamento de Letras da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria de Jesus Carvalho, o analfabetismo funcional é um reflexo da baixa qualidade do ensino, especialmente na educação básica. “Estamos numa sociedade que abre escola para todos, mas a escola não se prepara ou não está preparada para receber toda essa demanda”, argumenta. O analfabeto funcional é o indivíduo incapaz de interpretar um texto de qualquer gênero literário, o que dificulta, no ensino superior, o aprendizado de conteúdos mais sofisticados. A pesquisa foi realizada com base no ano de 2010.

Fonte: Diário de Cuiabá (MT)

Valeska Andrade

Até o próximo dia 18, a UFC inscreve interessados no curso de extensão em Arqueologia Subaquática, que será ministrado de 23 a 28 de abril. A promoção é do Instituto de Ciências do Mar (Labomar), em parceria com a Universidade Federal do Piauí (UFPI) e a operadora de mergulho Mar do Ceará.

O objetivo do curso é fomentar o surgimento de novos grupos de pesquisa em Arqueologia Subaquática (área da ciência arqueológica que estuda sítios, objetos, vestígios humanos e paisagens submersas) para atuarem em prol da proteção e da gestão sustentável dos recursos arqueológicos submersos. As atividades teóricas serão realizadas no auditório do Instituto de Ciências do Mar (Av. da Abolição, 3207). As aulas práticas acontecerão em piscina e através de mergulhos nos naufrágios do Macau (Fortim) e do Titanzinho (Fortaleza).

As aulas serão ministradas por um dos representantes da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Prof. Flávio Rizzi Calippo. O curso será ofertado nos módulos Básico (para não mergulhadores) e Avançado (para mergulhadores certificados). As taxas de material são R$ 30,00, para o módulo básico e R$ 220,00, para o módulo avançado.

Podem inscrever-se estudantes da graduação e pós-graduação, pesquisadores e demais interessados. As inscrições devem ser feitas na Sala do Programa de Educação Tutorial (PET) de Oceanografia (Av. da Abolição, 3207), das 8h às 12h e das 14h às 17h, ou na operadora de mergulho Mar do Ceará (Av. Heráclito Graça, 1090, Sala 5), das 18h às 22h.

Mais informações através do e-mail: petoceanografiaufc@gmail.com.

Fonte: Prof. Marcelo Soares, do Instituto de Ciências do Mar – (fone: 85 3366 7019)