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Valeska Andrade

A polêmica sobre o uso de salto alto por parte de crianças sempre existiu, marcada, por um lado, pelo interesse das crianças em exibir um par de sapatos “igualzinho ao da mamãe”, e por outro, pelo posicionamento dos especialistas que condenam a precocidade nesse uso. Recentemente, o deputado federal Décio Lima (PT-SC) criou projeto de lei proibindo a venda de sapatos com altura superior a 2 cm para crianças de até 12 anos. A proposta está em tramitação na Câmara dos Deputados e reacende o sinal vermelho para os pais. A ortopedista pediátrica Pola Aline defende que os sapatos para as meninas devem ser confortáveis e com estrutura que deixe os pés rentes ao chão. “O uso de saltos nessa idade pode provocar uma série de problemas, já que a criança ainda está em fase de desenvolvimento”, avisa a médica.

Fonte: Correio Braziliense (DF)

Valeska Andrade

O Instituto de Ciências do Mar (Labomar), o Centro de Tecnologia (CT) e o Centro de Ciências AGrárias (CCA), da Universidade Federal do Ceará, inscrevem para concurso público de professor substituto.

No CT, a vaga é para o setor de estudo “Física para Engenharias”; já no CCA, o setor de estudo é “Desenho básico para Ciências Agrárias e Topografia aplicada à Aquicultura”. As inscrições vão de 16 a 18 de abril. Ambas as vagas exigem título de mestre e dedicação de 40 horas semanais. A taxa de inscrição é de R$ 75,00.

No Labomar, as inscrições ocorrem de 17 a 19 de abril. A única vaga é para o setor de estudo “Erosão Costeira e Geofísica Aplicada”, que exige do candidato aprovado regime de trabalho de 20 horas semanais e título de Doutor. A taxa de inscrição é de R$ 62,00.

Mais informações sobre o concurso nos editais nº 128/2012, 136/2012 e 144/2012, disponível no site da Superintendência de Recursos Humanos da UFC.

Fonte: Superintendência de Recursos Humanos da UFC – (fone: 85 3366 7407)

Valeska Andrade

Estão abertas, até 20 de abril, as inscrições para a XV Maratona Cearense de Química dos ensinos Fundamental e Médio. Elas podem ser feitas na secretaria da Associação Brasileira de Química (ABQ) – Regional Ceará (Rua Floriano Peixoto, 2020 – Centro), instituição que promove o evento, em parceria com a UFC.

A Maratona ocorrerá em duas etapas, sendo a primeira realizada nas cidades de Fortaleza, Sobral e Juazeiro do Norte, e a segunda, somente na Capital. As provas da competição serão aplicadas em setembro e novembro. Os três primeiros colocados serão premiados com certificados, medalhas e livros.

Mais informações sobre a Maratona, bem como o calendário da seleção e o conteúdo programático, estão disponíveis no edital publicado no site da Associação Brasileira de Química, Regional Ceará.

Fonte: Associação Brasileira de Química – (fone: 85 3226 4958 / abqce@ufc.br / silvanamfb@yahoo.com.br

Valeska Andrade

Levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre o cadastro de adoção divulgado na última semana mostra que dos 27.437 interessados em adotar no Brasil, apenas 661 querem crianças e adolescentes de oito a 17 anos de idade, isto é, menos de 3% do total. A maioria quer crianças de até dois anos. Porém, dos 4.799 meninas e meninos disponíveis para adoção, só 91 estão na faixa etária de zero a dois anos, enquanto 548 têm 14 anos. O desejo de acompanhar as fases de crescimento é uma das explicações dos adultos para a preferência. “Acredita-se que uma criança mais nova tem menos história que uma mais velha ou é mais fácil lidar”, diz Niva Campos, responsável substituta pela Seção de Colocação das Crianças em Famílias Substitutas da 1ª Vara da Infância e Juventude do Distrito Federal.

Incompatibilidades de perfis – Conforme o balanço nacional, persiste a preferência dos adotantes por crianças brancas – 35,8%. No entanto, 1.677 crianças aptas à adoção são brancas (34,1%), 2.249, pardas (45,7%), e 930 , negras (18,9%). As amarelas e indígenas somam menos de 1%. “As pessoas procuram adotar crianças com semelhança física a elas. A gente tem menos procura por crianças negras. Isso tem a ver com o preconceito racial. Mesmo em uma família negra ou multiracial existe uma tendência por crianças brancas”, explica Niva Campos. Quase 60% dos pretendentes declaram ser indiferentes em relação ao sexo, porém 33,2% querem exclusivamente meninas, ante 9,6%, que desejam adotar garotos.

Valeska Andrade

O reconhecimento de paternidade ficou mais simples e ágil com uma norma editada na semana passada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Agora, o pedido para que o nome do pai seja incluído na documentação do filho pode ser feito diretamente no cartório de registro civil da cidade onde mãe e filho moram. Assim, o processo não precisará passar pelo Ministério Público (MP) quando a solução for simples. O novo método permite que a mãe ou o filho maior de idade procure o cartório de registro mais próximo – hoje são 7.324 no País – para pleitear a localização do pai. A única condição é que nenhum pedido de reconhecimento de paternidade tenha sido feito à Justiça. “A ideia é simplificar o processo ao máximo para que a pessoa não precise sair do seu bairro para começar o procedimento”, explica o juiz-auxiliar da Corregedoria do CNJ, Ricardo Chimenti.

Procedimento – No cartório, é preciso apresentar a certidão de nascimento da criança e preencher um formulário com os dados da mãe e do filho, assim como os do suposto pai, como nome e endereço, que são obrigatórios. Outros dados relativos ao pai, como profissão, endereço do local de trabalho etc. são opcionais. O cartório encaminhará o documento ao juiz responsável, que notificará o suposto pai sobre o pedido. Caso a ligação familiar seja confirmada, o juiz determina a inclusão do nome do pai na certidão de nascimento. Por outro lado, caso o pai não assuma a paternidade ou não apresente resposta em 30 dias, o processo é encaminhado ao Ministério Público ou à Defensoria Pública, para a tramitação de uma ação de investigação de paternidade.

Valeska Andrade

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) vai modificar a forma como é feita a correção da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Uma das possibilidades é a montagem de uma banca com três especialistas para avaliar as provas que tiverem discrepância superior a 300 pontos. As mudanças, que ainda estão sendo estudadas, devem ser anunciadas nas próximas semanas pelo presidente do Inep, responsável pela aplicação da prova, Luiz Cláudio Costa. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, já havia defendido uma nova forma de lidar com as redações. No ano passado, o Inep foi confrontado com processos judiciais de candidatos que criticaram as notas finais.

Fonte: O Estado de S. Paulo (SP)

Valeska Andrade

Mudanças no comportamento de crianças e adolescentes, tornando-as mais ansiosas, depressivas e isoladas, são alguns dos sintomas do bullying. Às vezes, esse conjunto de fatores também pode desencadear reações mais agressivas. A tragédia de Realengo, em abril de 2011, ainda está na memória do País. Para o professor do Departamento de Psicologia Escolar da Universidade de Brasília (UnB), Aderson Luiz Costa, não é fácil determinar os motivos que levam uma vítima a atacar seus intimidadores. “Não há uma resposta simples. É preciso analisar a história de vida da pessoa, suas patologias e transtornos. Mas qualquer pessoa submetida a uma condição de alto nível de ansiedade, obrigada a viver em sofrimento diário, vive em um potencial produtor de reações mais agressivas e intensas”, explica.

Fonte: Jornal de Brasília (DF)

Valeska Andrade

Mais de 100 meninos brasileiros foram contratados por clubes estrangeiros no ano passado para jogar futebol no exterior. A constatação faz parte de levantamento da Fifa realizada com base nas transferências ocorridas em 2011. Esse número, porém, pode ser apenas a ponta de um iceberg, já que os dados se referem somente a transações oficiais e autorizadas. No total, 13 mil crianças de todo o mundo teriam passado pelos sistemas de registros da entidade em 2011, classificadas como “amadores”. Essa é a primeira vez que a Fifa publica um mapeamento completo das transferências internacionais, graças ao novo sistema eletrônico de registro de vendas e compras de atletas. A entidade insiste, porém, que, com o sistema eletrônico e as exigências feitas, o número de jovens transferidos desabou. A Fifa proíbe a “venda” de crianças atletas, justamente para evitar a exploração delas e como uma tentativa de manter talentos em seus países de origem. O relatório admite que “histórias de horror” podem ocorrer e que essa é a população “mais vulnerável”.

Fonte: O Estado de S. Paulo (SP)

Valeska Andrade

Os conselhos tutelares de Fortaleza (CE) sofrem com a falta de estrutura, a começar pela quantidade de colegiados. São apenas seis, quando deveria haver pelo menos o dobro de unidades, tendo em vista a população da cidade. A maior preocupação, no entanto, é com o acolhimento dos meninos ameaçados de morte pelos traficantes. Não existem locais para abrigá-los. “O problema é que a prioridade da gestão não é a infância. Há um gasto de R$ 127 milhões com publicidade”, afirma o advogado Renato Roseno. Já o titular da Secretaria de Direitos Humanos de Fortaleza (SDH), Demitri Cruz, diz que Fortaleza é pioneira na implantação de políticas públicas para a criança e o adolescente. “Evidentemente, as demandas são grandes e, às vezes, enfrentamos situações de gargalo, mas, aqui, encontramos uma rede que não existe em outro lugar”.

Interior de São Paulo – Os problemas de estrutura e falta de funcionários também afetam os conselhos tutelares da região de Ribeirão Preto (SP). “Tudo funciona em meias medidas. O conselho tem uma casa alugada, três computadores e um carro velho. É como uma fachada: faz de conta que há três conselhos lá”, disse o juiz da Infância e da Juventude de Ribeirão, Paulo César Gentile. Em Ribeirão Preto, o Conselho Tutelar 3 ameaçou fechar por falta de reposição de computadores após um furto. A secretária da Assistência Social, Maria Sodré, disse que as melhorias ocorrerão em 90 dias, prazo firmado com a Promotoria.

Fonte: Folha de S. Paulo (SP)

Valeska Andrade

Entre as mulheres, os danos causados pela dependência de crack afetam seriamente uma segunda vida: a do feto. Pesquisas indicam o alto índice de gravidez não planejada entre as dependentes da droga. A situação é de tal gravidade que autoridades de saúde discutem a oferta de contraceptivos, nos casos mais urgentes, a fim de impedir a gestação por até dois anos. São histórias como a de Laura (nome fictício), 30 anos, que está em tratamento numa comunidade terapêutica de Ceilândia (DF). Depois de perder a guarda do primeiro filho, a mãe recebe assistência para tratar a dependência e para resgatar o vínculo com filho, nascido prematuro. A criança nasceu abaixo do peso, sofre crises de refluxo e foi contaminada por sífilis ainda no útero. A enfermidade compromete o sistema nervoso central e o coração.

Fonte: Correio Braziliense (DF)