Fisioterapia & Saúde

Problemas na Fundação Catarinense de Educação Especial

Pais e servidores protestam contra problemas na Fundação Catarinense de Educação Especial

Prédio da instituição, em São José, está em condições precárias

Pais de alunos e funcionários da Fundação Catarinense de Educação Especial, em São José, Grande Florianópolis, fizeram uma manifestação na manhã desta segunda-feira. Entre as reclamações, estão as condições precárias do prédio onde são atendidas crianças, adolescentes e adultos com necessidades especiais.  Os pais se queixam que o forro nas salas está caindo, há portas quebradas e focos de cupim. Também há goteiras no teto e a lavanderia do local pode ser interditada.  Indignada, uma das mães, Vera Lúcia Lopes, diz que o problema é grave e que o filho já não quer mais ir à fundação.  A gerente de Recursos Humanos, Rosana Bicca, conta que uma das salas chegou a sofrer um princípio de incêndio há poucos dias.
— Estamos vivendo uma situação crítica tanto na parte física como emocional. Além dos problemas de infraestrutura, há uma grande rotatividade de servidores. Não queremos deixar a que a fundação se acabe — disse ela, em entrevista à rádio CBN/Diário.
Obras
Os alunos e funcionários aguardam o retorno das obras do prédio. A reforma, que começou em 2009, foi suspensa pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) por conta de supostas irregularidades na licitação. O presidente da instituição, Luiz Alberto Silva, não foi encontrado para comentar o assunto.  A Fundação Catarinense de Educação Especial foi criada há mais de 30 anos e atende 800 educandos de todo o Estado por mês. A instituição, que é pública, oferece gratuitamente tratamentos como fisioterapia, estimulação visual e fonoaudiologia.

Fonte: Diário Catarinense