Fisioterapia & Saúde

Conselho de Fisioterapia Repudia Ação do Conselho de Educação Física.

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O presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do RS, Dr. Alexandre Doval, manifestou hoje, em nome de todo o Plenário que compõe CREFITO5, o seu repúdio pela ação promovida pelo Conselho Regional de Educação Física do Rio Grande do Sul.

Em procedimento rotulado de ação fiscalizatória, realizado na última quarta-feira, o CREF-RS ao que tudo evidentemente indica, simulou uma situação em que seu presidente, Eduardo Merino, era atendido em uma clínica de fisioterapia de Porto Alegre, por uma profissional Fisioterapeuta, onde logo após o início do atendimento, agentes ficais do CREFRS invadiram e ocuparam o local para autuá-la, por exercício ilegal da profissão.

O CREFITO5, em princípio, a priori e neste especial momento, vem manifestar entendimento, que não é através de atos ou ações simuladas que a fiscalização – motivação principal de todos os Conselhos Profissionais -, deve ser promovida. Além disso, o CREFITO-5, em estreita obediência aos ditames Constitucionais, defende ser imprescindível o respeito, no que concerne a atuação e a formação profissional de todos aqueles que legalmente atuam na área da saúde.

CREFITO5 e CREF-RS já foram parceiros em diversas causas, sempre atuando com os mesmos objetivos: valorização do exercício legal das profissões, incentivo às ações preventivas na área da saúde, em defesa da inserção de seus profissionais em políticas públicas de saúde que pautem suas ações na atenção básica, entre outras tantas lutas. Estranha-se, nesse sentido a forma como foi conduzida a ação e o fato de envolver o presidente do CREF-RS, em ato que se mostra, evidentemente, simulado.

Devido a esse fato, o CREFITO5, preliminarmente, reforça a toda a sociedade que está à disposição para qualquer esclarecimento, dúvida ou sugestão. Outrossim, queremos enfatizar que pós a devida apuração e elucidação dos fatos, havidos, serão encaminhadas as medidas jurídicas cabíveis. O presidente do Crefito-5, ressalta e enfatiza, que não há necessidade de criar-se alarde em torno do fato. “Temos nosso Departamento de Fiscalização à disposição de todos. Nosso principal objetivo é promover e zelar pela saúde dos cidadãos e isso nós fazemos eticamente, através de visitas fiscais que tem como objetivo principal a orientação e não apenas a ação punitiva”, explica Doval.

Ação de fiscalização – É importante que todos os profissionais Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais tenham claro que sua atuação profissional só pode ser fiscalizada pelo CREFITO-5.

Fonte: CREFITO 5

4 Comentários

  • Gilmar Barros disse:

    Caríssimo amigo a reportagem não é claro sobre qual atendimento era prestado ao Presidente do Conselho de Educação Física. Assim, fica difícil avaliar. Apesar de que qualquer ato simulado é em si desapropriado e desprovido de ética e moral. Gostaria ainda que reforçasse o alerta contra a vergonhosa faixa salarial oferecida nos concursos para provimento de cargos de fisioterapia, a exemplo dos míseros dois salários e meios ofertados para a Políclínica de Baturité, que segundo o Governador Cid Gomes quando em visita a Quixadá, referiu veementemente que a contração de profissionais para essas clínicas ocorreria através de salários justos, longe portanto dessa cruel realidade.

    • Jorge Brandão disse:

      Caro amigo Gilmar, divulgamos a declaração feita pelo COFFITO e nos exentamos de qualquer comentário para que o blog tenha interatividade maior. Ficamos extremamente felizes com sua participação e abrimos esse espaço para que você possa manifestar sua indignação com relação aos concursos. Pode mandar artigos para brandaofisioterapia@gmail.com

  • Não acho que há diferença entre nós profissionais na área do Pilates.Afinal,nos cursos desta especiaização,não existem cursos separados para cada uma destas áreas.
    Durante o aprendizado,o conhecimento é o mesmo e igual para educadores físicos e fisioterapeutas.

    O método Pilates é o mesmo,para quem for trabalhar com ele.

  • Márlia disse:

    Acho que fica difícil avaliar, se não sabemos qual procedimento foi utilizado pela profissional e se este educador físico conhece a área de atuação do fisioterapeuta a ponto de julgar que procedimento ela pode ou não realizar. E aí como ficamos, como definir o que cabe a cada profissão? Agora parece que vai ter que ser definido. Quanto ao pilates, acho que na formação universitária as disciplinas abordadas são diferentes. Sendo assim, mesmo que no curso de pilates a abordagem seja a mesma para estes profissionais,o atendimento segue com olhar clínico específico (para cada profissão), diante do que busca o paciente ou cliente.

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