Fisioterapia & Saúde

Ganso inicia fisioterapia e promete dedicação no tratamento

A dura rotina de Paulo Henrique Ganso em busca da recuperação plena de uma cirurgia para reconstrução de do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo começou. O meia realizou a primeira atividade fisioterápica, na tarde desta segunda-feira, no Cepraf (Centro de Excelência na Prevenção e Recuperação de Atletas de Futebol), localizado no CT Rei Pelé.

A atividade foi iniciada por volta das 15h25min. Os primeiros tratamentos visam diminuir o inchaço no joelho. Exercícios leves de mobilidade foram realizados. Ganso caminha com o auxílio de muletas por mais três semanas. O prazo para retorno aos gramados está estipulado em cerca de seis meses

“O joelho do Paulo Henrique apresentou pouco inchaço e pouca quantidade de derrame residual. Isso é um dos indicativos do sucesso da operação e da boa reação do organismo à cirurgia. Hoje, já removemos o enfaixamento cirúrgico e iniciamos trabalho estimulação de elétrica neuromuscular (despertar do quadríceps), exercícios ativos de tornozelo e pé, com elevação do membro para auxiliar na drenagem linfática, além da crioterapia (aplicação de gelo)”, explicou o fisioterapeuta, Avellino Buorgemino.

Ganso realizou a cirurgia no joelho esquerdo no último sábado, em São Paulo. No dia seguinte, o jogador recebeu alta.

“Ninguém fica contente quando tem uma lesão. Mas eu estou me sentindo bem e vou me esforçar ao máximo para voltar na melhor condição possível. Desde que cheguei aqui no Cepraf, todos meus companheiros estão me dando muita força e isso vai me ajudar muito”, disse Ganso, por intermédio da assessoria de imprensa.

O jogador vai retirar os pontos do joelho depois de completada a segunda semana de cirurgia. Atividades físicas no gramado só estão programadas para o quinto mês de tratamento.

“O tratamento inicial é analgesia. Vai fica sem pisar de sete a dez dias e sem movimentar muito o joelho. O processo tem que ser respeitado. Atividade física em campo só mesmo entre o quinto e sexto mês de tratamento”, explicou o médico santista, Rodrigo Zogaib.

Fonte: Portal Uol.