Fisioterapia & Saúde

Advertência Pública do Conselho de Fisioterapia Contra Site Médico.

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19 Comentários

  • Caros senhores e senhoras,

    Transcrevo as palavras que estão publicamnete contidas no meu blog de um importante e renomado fisioterapeuta, que faz considerações brilhantes e se alinha ao nosso pensamento.

    “Enquanto são criadas as mais variadas associações de Fisioterapeutas especialistas, (Acupuntura, Pilates, RPG, osteopatia, entre outras) preocupadas somente em banalidades de políticas de classe, brigas internas, milindres entre colegas nós continuaremos a ser mal renumerados, a investir em uma clínica e recebermos nossos atendimentos por uma tabela de honorários que não é nossa, com o surgimento de inúmeras faculdades que não tem seu conteúdo programático de curso padronizado. Devíamos estar mais preocupados em publicar mais, buscar evidências científicas que fortaleçam nossas técnicas, informar à população e à sociedade da importância de nossa profissão, que aperece somente quando um atleta lembra que teve sua recuperação bem realizada por um de nossos colegas, ou quando torcemos para um personagem de novela sofra um acidente e que a mesma inclua em seu elenco uma participação de um fisioterapeuta. Há a necessidade urgente de mudanças na atitude dos colegas de não somente defenderem a técnica utilizada, quando há esquecemos de defender e estreitar o relacionamento com os demais profissionais de saúde, procurando igualdade, informando e trocando informações seja com médico, dentista entre outros da real necessidade que é a Fisioterapia na contribuição de saúde e melhora da qualidade de vida daqueles que nos buscam a esperança de alcançá-las.”

    Dr. Antonio Viana de Carvalho Junior

    Vejam que, como grupo multidisciplinar com médicos, cirurgiões, fisioterapeutas, psicólogos e educadores físicos, estamos propondo uma nova forma de agir. Esta nossa forma progressista, inovadora e resolutiva de agir vai encontrar um certa resistência de setores mais retrógrados. Nosso principal objetivo é a discussão de uma nova era dos tratamentos da coluna, mas não podemos ver com bons olhos que sejam usadas frases soltas em um documento público, que politiza desproporcionalmente uma discussão científica e filosófica.

    Forte abraço a todos.

  • Sugiro que os senhores e senhoras possam ler a “Definição de Fisioterapia”, no site do próprio Conselho Regional de Fisioterapia, onde diz:

    “É uma ciência da Saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais”.

    O sintomas de doenças, as inflamações, as doenças, elas mesmas, não estão dentro deste conceito. As críticas que fiz se embasam neste conceito que todos vocês deveriam dominar para o exercício profissinal, em vez de de ficar recortando frase fora do contexto.

    Minha crítica à Reconstrução Músculo Artivular da Coluna Vertebral se baseia principalmente no termo, que porpõe recosntruir uma articulação e músculos. ISTO É MENTIROSO. Os meios utilizados nesta técnica também são questionáveis, pis se valem da própria história natural. E principalmente, pois ele se propõe a tratar hérnia de disco, que é uma doença e não uma distúrbio cinético funional. Captaram?

    Leiam, o post dos “papagaios de conhecimentos inúteis” e vejam os elogios que faço à boa fisioterapia. No entanto, faço uma crítica ao mau uso desta ferramenta importantíssima de ajuda aos nossos pacientes. Só para encerrar o assunto, sabe em quantos pacientes com lombalgia eu uso fisioterapia? EM TODOS!!! Como posso ser contra a fisioterapia? Mas acho que alguma voz de bom senso deve se levanatar quando uma técnica como uma tal de microfisioterapia diz poder mexer com uma mitocôndria… Vamos ter paciência!!!

    E ainda se irritam quando falamos de curandeirismo, charlatanismo e mentira. Vamos pensar com racionalidade.

    Lembrem-se bem…. Um dia todos nós seremos pacientes. Que saúde vamos querer para nossos filhos e netos? A da mentira que se interessa em lucro e exploração da boa-fé dos outros, ou a da verdade que tudo liberta.

    Encerro com uma frase de Monteiro Lobato, dita através da boneca Emilia…

    “O segredo, meu filho, é um só: liberdade. Aqui não há coleiras. A maior desgraça do mundo é a coleira. E como há coleiras espalhadas no mundo.”, dizia a boneca com seu tom sempre professoral.

    As coleiras dos interesses mesquinhos são muito fortes e escravizam as ideias dos que as portam…

    Henrique da Mota, Médico

  • Com certeza meu Caro Henrique, sempre em nome do bom atendimento ao paciente certamente procuramos nos atualizar e relatar qualquer forma de tratamento que de alguma forma venha a prejudicar os pacientes ou apenas na busca de lucros e utilizando com você diz do “Charlatanismo”, tenho certeza que em nome da Boa Fisioterapia e em nome da nossa dignidade nenhum dos Fisioterapeutas aqui deixaram ou deixarão de denunciar tal prática, tive oportunidade de ter como Professor o Dr. Jorge Brandão como tambem o Dr. Ricardo Lotif e sei bem que eles defendem a boa Fisioterapia, a Fisioterapia de resultado aquela que possui bases cientificas e em nome da Profissão não podemos nos calar quando um profissional da área da saúde vem a denigrir e falar que Fisioterapia não serve para isso ou para aquilo, isso meu caro não podemos aceitar. O que temos é saber de uma coisa que ouvi bastante do Dr. Ricardo Lotif nas aulas de Fundamentos da Fisioterapia que se chama ÉTICA. e esta ética que infelizmente o Senhor não souber respeitar. no ponto de denunciar os Charlatanismos concordo plenamente com vossa pessoa, porém denunciar de forma correta e ética e não generalizar e denegrir a imagem de uma profissão que tenho certeza tem o prestigio e o reconhecimento de muitas pessoas.

    Grande abraço meu caro.

  • Jonas Marques disse:

    Caro henrique,

    Diante do esposto aqui nesse blog, gostaria que o senhor me mande referencias da técnica usada pelo senhor, a dita neuroporação, durante uma curta busca não achei referencias da mesma, oque foi achado foi sobre eletroneuroporação(poucas), gostaria que o senhor nos desse informações para um debate sobre a mesma , já que o senhor questiona tantas técnicas utilizadas por nós, Como o senhor bem nos disse após a utilização da técnica o paciente passa pelas mãos de outros profisionais. Oque nos garante que apenas a intervenção dos profissionais não ocasionaria uma melhora do paciente, oque seria uma boa opção dado o custo do procedimento.Sei que a curto prazo o paciente tem grande melhora , ja que atendo paciente vindo da sua clinica, oque não temos é uma comparação com outros procedeimentos e o custo beneficio para po paciente, que tem .

    Grato pela atenc

  • Jonas Marques disse:

    O post anterior ficou incopleto por um erro de digitação

    …“para o paciente que tem que ser sempre o centro das nossas discussões`

    Grato
    Jonas Marques`

  • Henrique da Mota disse:

    Vocês fogem do assunto. Já leu a definição da sua profissão? “É uma ciência da Saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais”. Não fui eu que disse. É uma definição oficial.

    Encerro de uma vez esse assunto, uma vez que noto que minha opinião causou um grande melindre, e se melindrar não é uma ação de quem quer qualquer debate.

    De fato, apenas uma pessoa me mandou argumentos científicos com relação à terapias manuais, que por sinal foi um artigo de grande valor, e que eu estou estudando com carinho. É de mais colegas assim que vocês precisam. Meus parabéns às contribuições científicas do Jonas e as colocações do Jacques. Feliz natal a todos.

    Tchau. Fui.

  • É interessante ver como as pessoas mudam de lado rapidamente e não tem opiniões bem formadas.

    Transcrevo a frase do Sr Ewerton, numa postagem enviada há poucos meses neste Blog Fisioterapia e Saúde:

    “Microfisioterapeuta?

    Sou a favor de podermos usar a denominação da nossa especialidade, caso tenhamos uma, mas microfisioterapeuta não é especialidade e muito menos fisioterapia.

    Comparar a Microfisioterapia a Acupuntura é um erro e quem conhece a Acupuntura e a Medicina Tradicional Chinesa – MTC sabe disso.

    A tristeza, por exemplo, citada pelo “microfisioterapeuta”, estaria relacionada ao Intestino Delgado, quando na realizade pela MTC a relação da Tristeza é com o Pulmão.

    Atenção!!!”

    Notem que eu transcrevi a íntegra da mensagem e ele disse que “microfisioterapia não é fisioterapia”. Não faço como uns e outros que cortam minhas frases do texto e contexto.

    Se não é fisioterapia é o quê? Medicina eu sei que não é! A gente enquadraria em quê? Você acha, então, que fazer microfisioterapia é exercer de forma errada a fisioterapia?

    Diz, inclusive, que o que disse seu colega “microfisioterapeuta” não era realidade. Não seria isso uma clara agressão ao diagnóstico do seu colega. Eu nunca diria dessa forma algo contra um colega. É esta a ética que você aprendeu em suas aulas. Seu professor deve ter dado mal a aula ou você faltou nesse dia?

    Gostaria que você fosse ao meu blog e visse que o que defendemos, como equipe multidisciplinar que somos é a boa aplicabilidade do Diagnóstico e Tratamento Cinesiológico Funcional. Em nossa ação, estamos todos os colegas (médicos, cirurgiões, anestesistas, fisioterapeutas de diversas especialidades e psicólogos) trabalhando em regime de igualdade hierárquica. Quanta vezes não mudei de ideia terapêutica após consultar meu colega fisioterapeuta. É o trabalho em equipe que faz nossa frça e por isso incomodamos tanta gente que se prende a conceitos ultrapassados.

    Você me parece um cara inteligente, mas talvez esteja apenas do lado errado, por isso sua indefinição nas críticas.

    Forte abraço,

    Henrique da Mota

    • Jorge Brandão disse:

      Fiz uma nota de esclarecimento me permitindo não mais falar no assunto, a imensa quantidade de e-mails, telefonemas e a repercussão foram além. Dessa forma devo mais uma vez colocar minha opinião.
      Dr. Henrique o problema de fato não está em você ser o pesquisador e estudioso, provocações nessa linha se faz cada vez mais interessantes, a questão que gerou grande prejuízo em toda essa polêmica, são termos e frases demonstrando total preconceito e desprestigiando toda uma classe, mesmo encontrando por várias vezes elogios a fisioterapia, nos sentimos atingidos, tenho a consciência que iniciei esse debate, se ponha em nosso lugar e leia:
      MUITAS TÉCNICAS DITAS MODERNAS E PIONEIRAS DE FISOTERAPIA SÃO APENAS “PATÉTICO EXERCÍCIO DO EMPIRISMO CHARLATÂNICO”
      “Na ansiedade de tentar mostrar algo novo ao paciente, que está cansado de ser submetido a algo sem resultado, o profissional (fisioterapeuta) se rende ao “patético exercício do empirismo charlatânico”!”

      Com esta frase o Dr Wiron Correia Lima* expressou sua opinião profissional baseado em aspectos técnicos.

      * O Dr Wiron Correia Lima é um dos mais conceituados fisioterapeutas em nosso país e Presidente da Sociedade Brasileira de Fisoterapia.

      Nós, do Centro Médico da Coluna Vertebral, concordamos com sua opinião, e achamos que as boas técnicas da fisioterapia cientificamente baseada não podem ser confundidas com muitas invencionices sem nenhum grau de razoabilidade.

      Fazer críticas fundamentadas a estas “pseudoterapias” é uma das funções desse blog, que usa seu direito de expressão em defesa da verdade científica, e a esta verdade alinha seus interesses e procedimentos.

      Àqueles que se sentirem ofendidos em seus puritanismos e hipocrisias, ou que tenham contrariados seus interesses comerciais, deixamos sempre aberto o espaço para que possam defender seus argumentos, para que possamos crescer juntos em harmonia e em nome da boa ciência.

      Forte abraço a todos
      Imagine seus pacientes e toda a sociedade lendo algo de sua profissão dessa forma.
      Além de muitos outros posts que generalizam e ridicularizam a fisioterapia, podem ter sido colocadas de forma provocadora e não de má fé, mas foram enviadas ao mundo por seu blog, o que me chegou inclusive é que vários órgãos da fisioterapia deram e outros pretendem entra no ministério público, pretendem abrir processos, minha sugestão é que sua liberdade de expressão deva ser mantida por direito e o nosso dever por direito é exigir uma retratação aos milhares de trabalhadores da fisioterapia desse país e ao mesmo tempo retirar do seu blog os termos e expressões chulos e desleais pelo qual você nos trata. Faça uma reflexão ou melhor utilize desse potencial imensurável que eu reconheço e admiro, tenho certeza da sua capacidade e simplicidade para admitir o seu erro, novamente enfatizo não são os questionamentos científicos e sim circunstância extremamente constrangedoras através de infelizes palavras colocadas.
      Conte comigo sempre e um grande abraço.

  • Dr.Liberato Neto-Fisioterapeuta disse:

    Meus grandes amigos Fisioterapeutas e Médicos.

    Para que possamos lembrar de que um irmão,um cristão, com necessidades de todo jaez,ao procurar um profissional da área da saúde,quer,antes de tudo,a honestidade.Esta honestidade,meus queridos ,está sempre vinculada na verdade.Deus deu ao homem o dom da inteligência.Esta precisa ser usada para o bem dos semelhantes.Assim como todos os conhecimentos maravilhosos que os senhores possuem.
    Cito,abaixo,as palavras de Dennis Allan,pedindo a permissão de Deus,nosso Pai,para que estas palavras possam nos ajudar.

    O conceito da “verdade” vem desafiando a humanidade por milhares de anos. Filósofos da antiga Grécia debatiam a natureza da verdade. Eles discutiam se ela era real e absoluta, ou relativa e ilusória. Suas dúvidas podem ter sido refletidas numa questão de Pilatos: “Que é a verdade?” (João 18:38).

    Hoje, a mesma pergunta surge continuamente em várias situações. É de vital importância que achamos a resposta para esta pergunta na área de religião. O que é verdadeiro? Posso conhecer a verdade?

    Para ajudar-nos a responder a estas questões, vamos focalizar nossa atenção em um versículo do ensinamento de Jesus. Em João 8:32, ele disse: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará .” Considere as implicações desta afirmação.

    “A Verdade”
    Os humanos podem andar em dúvida e incerteza, mas Jesus é inequívoco. Ele fala sobre a verdade como algo exato e objetivo. Em outra parte ele nos fala que a verdade é a palavra de Deus revelada. Quando ele falou com seu Pai (João 17:17), ele disse: “tua palavra é a verdade”. Quando Jesus falou sobre a verdade, ele não estava falando sobre uma vaga abstração resultante de um intenso pensamento humano, meditação, lógica ou de um debate. Ele não definiu a verdade em termos subjetivos como uma coisa qualquer que as pessoas escolheriam acreditar. Jesus definiu a verdade como um fato revelado e eterno! A palavra de Deus é verdadeira independentemente do fato de eu concordar com isso, de eu aceitar e obedecer, ou rejeitar e contestar.

    Outros que escreveram o Novo Testamento fizeram similares afirmações sobre a palavra de Deus, achada nas Escrituras. Em 2 Timóteo 3:16-17, Paulo disse: “Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” Paulo também disse que seu ensinamento não tinha palavras de sabedoria humana, e sim palavras reveladas pelo Espírito Santo (veja 1 Coríntios 2:9-13).

    Deus revelou a verdade como certa e absoluta. Deus não nos deu meramente idéias subjetivas para serem moldadas de modo a se ajustarem às nossas situações. Ele não aprova distorções ou modificações das Escrituras para que se ajustem aos nossos caprichos. Deus certamente não nos deixou num mar de dúvidas onde nada podemos saber com certeza.

    Devemos escolher como responder a esta revelação de Deus. Nós podemos obedecê-la ou rejeitá-la. Temos a liberdade de aceitar tudo o que Deus disse, ou somente as partes que nos interessam. Mas quando decidirmos como responder a ela, devemos lembrar de que nada o que fizermos irá mudar a veracidade de suas palavras. Aproximadamente três mil anos atrás o escritor de Salmos disse: “Para sempre, ó Senhor, está firmada a tua palavra no céu” (Salmo 119:89).

    “Conhecereis . . .”
    Jesus não mostra a “verdade” como um objetivo ilusório e inatingível. Ele diz: “Conhecereis a verdade”. Jesus plenamente ensinou que podemos e devemos conhecer a verdade. Podemos conhecer a verdade hoje do mesmo jeito que o povo de Beréia o fez no primeiro século: Eles procuraram por ela nas Escrituras (veja Atos 17:11). Podemos distinguir o certo do errado. Paulo instruiu os Tessalonicenses: “Julgai todas as cousas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal” (1 Tessalonicenses 5:21-22). Ainda hoje é verdade que a “lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos” (Salmo 119:105).

    As pessoas que escreveram o Novo Testamento confidentemente declaram que é possível saber a verdade. Em Hebreus 10:26, o escritor fala das pessoas que tinham “recebido o pleno conhecimento da verdade”. João falou com pessoas que receberam este conhecimento da verdade (1 João 2:21). Paulo condenou aqueles que estão “sempre aprendendo mas que jamais podem chegar ao conhecimento da verdade” (2 Timóteo 3:7). Por que receberam tão severa crítica? Porque eles fracassaram em aprender a verdade, resistindo assim a palavra de Deus. Eles não compreenderam a verdade porque assim não a quiseram (veja 2 Timóteo 3:8). Nós podemos saber a verdade.

    “. . . Vos Libertará”
    Isto pode nos fazer pensar, talvéz até um ponto de medo, sobre a responsabilidade dada por Deus de conhecermos a verdade. Para prevenir que sejamos esmagados por esta provocante passagem, não devemos perder esta grande promessa anexada neste trecho. Jesus acrescentou: “A verdade vos libertará”.

    A liberdade é valorizada universalmente. Inúmeras pessoas têm sacrificado suas vidas esforçando-se para assegurarem sua própria liberdade política ou de outrem também. Verdadeiramente em todas as nações do mundo, o encarceramento é considerado como uma severa punição para aqueles que violam a lei. Tão valiosa quanto a liberdade pessoal e política, também é aquela que Jesus nos fala em João 8:32. Só que esta liberdade é até mais significativa. Nossos pecados nos levam a conseqüências de vínculos espirituais e mortais — eterna separação de Deus. Jesus se ofereceu para nos libertar das conseqüências da nossa própria rebelião contra Deus!

    Paulo nos lembrou deste benefício do evangelho em Romanos 1:16 “. . .é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego”. Deus escolheu o uso de sua palavra, que é a verdadeira mensagem da Bíblia, para salvar-nos de nossos pecados.

    Deus, contudo, não nos força a sermos libertos. Muitas pessoas são enganadas por Satanás e seus falsos mestres para que não possam discernir a liberdade do encarceramento (veja 2 Pedro 2:17-22). Infelizmente, muitas pessoas rejeitam a liberdade que Deus oferece e permanecem presas em seus próprios pecados. Jesus usou as palavras de um profeta do Velho Testamento, Isaías, para descrever a triste condição daqueles que não aceitam a liberdade divina: “Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados” (Mateus 13:15).

    Muitas pessoas consideram a verdade incerta, mas Deus claramente revelou a verdade para que nós possamos conhecê-la. Muitas pessoas acreditam que os sentimentos subjetivos, aqueles que julgamos serem corretos, são os mesmos que os salvarão, mas Deus uniu a salvação com a sua objetiva verdade. Quando nós aprendemos e obedecemos a verdade revelada na palavra de Deus, podemos estar certos da nossa salvação. João nos falou do nosso relacionamento com Deus quando ele disse: “Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade” (1 João 2:3-4).

    Deus nos providenciou a confiança e a segurança para estarmos aptos a conhecer a verdade. O mesmo Deus que nos criou e nos deu a habilidade de nos comunicar, tem também a habilidade de transmitir sua vontade para conosco de modo que possamos entendê-la. Devemos humildemente aceitar a responsabilidade de estudar, entender e obedecer sua revelação.

    Num mundo desordenado pela dúvida e pela confusão ideológica, nós podemos achar esperança nas palavras de Jesus: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”

    Um abraço fraterno a todos!
    Dr. Liberato Neto
    Fisioterapeuta

  • Henrique da Mota disse:

    Caro Jorge,

    Não entendo o grande melindre causado, nem vejo ataques à fisioterapia ne à pessoa de alguém. Vejo principalmente a defesa do que existe de bom na fisioterapia.

    Percebo, no entanto, um fuga da discussão do fato principal, se atendo a termos periféricos retirados do contexto. Muitas pessoas fazem o julgamento pela leitura dos comentários do seu blog, e não da íntegra dos meus textos. Isto é tendencioso e até covarde.

    Você como moderador, não está guardando uma correta imparcialidade, pois não publica os aspectos elogiosos e construtivos do que escrevo, apenas aquilo que agrada interesses ocultos. Favorecendo, talvez sem perceber, pessoas com interesses de auto-promoção política ou econômica.

    De fato, este é o pano de fundo desta discussão: imagine se toda uma rede de procedimentos inúteis fosse desmantelada? Existem grupos muito satisfeito com o estado das coisas. Daí esta grande resistência às minhas ideias. Minhas ideias são muito, mas muitíssimo incômodas e sempre soube que em uma discussão deste porte, tentariam e tentarão usar de todos os tipos de estrategemas de Dialética Erística, “per fas et per nefas”.

    Não há erro de minha parte que deva se admitido, mas há muitos erros em muitas terapias que devem ser corrigidos.

    O que me assombra é a total falta de capacidade de diálogo técnico e a facilidade de se valerem de meios intimidatórios.

    De fato, não sei nem se deveria mais participar desta discussão, pois se numa discussão científica e técnica os dois lados saem ganhando, numa ação politizada e classista, a história é diferente. Eui só estou ensinando e nada aprendendo, salvo a saber quem são as pessoas e como elas podem ser mascaradas.

    Mas de uma coisa isto vai servir. Tenha certeza que as coisas serão diferentes de hoje em diante. Muitos que me criticam, sabem que minhas ideias são incômodas aos seus interesses, mas sabem que eu estou certo. Isto muda tudo.

    Outra coisa que acho interessante é que não recebi tantas visitas ou reclamações no meu blog, nem no seu há uma grande expressão do público, apenas eu que falo ou recebo atques politizados e vazios. Não vejo manifestações tão abundantes que possam refletir esta referida ferida feita no coração da fisioterapia nacional. Estranho, não?

    Diga-me…O que está ocorrendo de fato? Qual o motivo de tanto medo? Que grande ameaça uma simples opinião pode representar? Se eu estivesse dizendo alguma mentira ninguém certamente iria se importar. Mas, caro amigo Jorge, minhas verdade são profundamente incômodas, e o pior… São verdades.

    Outra coisa que tem que ser dita é que não houve preconceito ou desprestígio. Não da onde você tirou uma coisa destas. Faça uma melhor leitura do que eu escrevo e peça que os outros assim o façam.

    “achamos que as boas técnicas da fisioterapia cientificamente baseada não podem ser confundidas com muitas invencionices sem nenhum grau de razoabilidade” isto é desprestígio?

    Não vejo qualquer problema em me descupar se lhes causei qualquer eventual constrangimento, pois uma frase pode ser uma para quem diz e outra para quem ouve. Isto depende do estado de espírito de quem ouve. Não gostaria de causar danos a muitos amigos que tenho do lado daí.

    Forte abraço a todos.

    Vamos em frente…

  • Jonas Marques disse:

    Henrique,
    No aguardo da resposta do meu post anterior!

    Abraço!
    Jonas

  • Dr. Wiron Correia Lima Filho disse:

    Difícil entender que o que está escrito no texto, não deve ser usado de forma parcial.
    Mesmo que sirva de base para o discusso dos que não usam a resposta sobre o tema em questão e queiram desviar o centro do debate(acho que esse não é o caso do moderador, pois o conheço de longa data e esse não é seu expediente), não tira o valor do assunto postado no blog do CMCV.
    O desrespeito à individualidade, ao segredo profissional e à intimidade do paciente. Esse foi o ponto gerador da frase. Prova tal, que a frase está no final do paragráfo.
    Não tenho qualquer problema com técnicas novas, convencionais, apenas uso uma ou outra dentro de um contexto cinesiológico-funcional.
    Quanto às técnicas pseudocientíficas ou que geram maleficências aos meus pacientes, estas eu deixo de fora do meu arsenal.
    E peço a eles(pacientes) que fiquem longe(papel preventivo do bom profissional) da mesma forma que oriento-os na maneira correta de apanhar objetos do chão, dormir, sentar, caminhar..etc
    Tenho pacientes encaminhados para outros colegas( conheço poucos que fazem isso, e sempre sou elogiado por fazê-lo) no RPG, Pilates, Fisioterapia Aquática, acupuntura, FNP, e até para outros especialistas, como os da Ed. Física.
    Logo, o meu discurso foi voltado à má prática no campo das ações
    e não na intenção de nomear ou tipificar quem quer que seja.
    Dr. Wiron Correia Lima Filho

  • Dr. Wiron Correia Lima Filho disse:

    Olá Dr. Jonas.
    Que bom falar com vc!
    O grande fluxo de pacientes que temos em nosso consultório chegam até nós com processos neuropáticos de grande importância clínica. A dificuldade no diagnóstico da neuropatia é um problema para qualquer profissional( QUALQUER), pois a modificação no comportamento noci-degenerativo é praticamente abstrato. Realizo consultas interdisciplinares com Dr. Henrique, na busca do DCF e percebemos que o perfil desse paciente é muito comum na prática de saúde diária. Enquanto o paciente que encontra-se na fase de dor nociceptiva é beneficiado com medicamentos simples, exercícios não específicos e condutas fisioterapêuticas(eletroterapêuticas, hidroterapêuticas, cinesioterapêuticas, massoterapêuticas…), porém na neuropatia é infelizmente é diferente, o componente passa de inflamatório a degenerativo, que tem um comportamento diferente, difuso atacando GRD, facetas, componentes neurodiscais e aqueles neurológicos que já conhecidos por nós. Esse é aquele paciente que peregrina de médico em médico, fisioterapeuta em fisioterapeuta, passa por cirurgias e nada resolve e muitas vezes até pior o mesmo fica. Lembro que vc tem uma paciente , por sinal lhe fez muitos elogios, nessa situação, encaminhada por mim ao seu serviço, que veio de outro serviço de Fisioterapia, com conduta pouco ortodóxa e piorou muito, que para melhorar foi necessário não apenas intervenção infiltrativa, mas o uso de medicamentos antineuropáticos fortes. O que não alterou o objetivo de nosso trabalho cinético-funcional, apenas proporcionou que minha intervenção fosse possível e a indicação do retorno ao pilates também.
    A neuropatia é um processo neuroquímico irritativo e não um distúrbio cinético-funcional, daí a situação não ser favorável à maioria das condutas fisioterapêuticas. É simples o entendimento.
    O programa de abordagem dos membros da equipe vai de acordo com a evolução do paciente, como preconiza o DCF, inclusive com suporte de análise biomecânica clínica dinâmica e estática ( OptiSpine) que aumenta a efetividade do trabalho desenvolvido por mim. Com abordagem cinesioterapêutica, miofascial e eletroterapêutica ( nas dores residuais em último caso).
    Alguma condutas quando bem indicadas( RPG, Osteopatia, Backsckool…) também são utilizadas por nós, com nossos parceiros.
    As alterações encontradas no exame de biomecânica clínica, esses são de natureza cinesiológica-funcional e aí somos uma” FERRARI ” na abordagem e no DCF.
    Temos que ter cuidado com essas diferenças sutis entre o nociceptivo e o neuropático, para usarmos todo o nosso potencial clínico e de nossos colegas e assim beneficiarmos o paciente.
    Dr. Wiron Correia Lima

  • Dr. Wiron Correia Lima Filho disse:

    Ah! As referências:

    Referências:

    Sluijter ME, Cosman ER, Rittman WB, Van Kleef M. Pain 1998b;11:109–17.
    Cahana A, Van Zundert J, Macrea L, van Kleef M, Sluijter M.Pain Med 2006;7:411–23
    Cosman Jr ER, Cosman Sr ER. Pain Med 2005;6:405–24
    Coster HGL. European Biophysics Journal 2009;39: 185-189

    Abs

  • Caro Jonas,

    Fico feliz com seu retorno. A Neuroporação não é uma invenção, mas uma sistematização de técnicas já existentes, ou seja, uma organização de procedimentos que são constantes da tabela CBHPM, que é a tabela que regula os procedimentos médicos. Seria como se você tivesse as sete notas musicais e fosse feita uma nova música. A união dos acorde faz toda a diferença, ok?

    A história da Neuroporação, que foi um nome criado por mim, para batizar este conceito, começou após várias publicações de vários trabalhos, como os trabalhos de grupos japoneses que mostraram que disfunções inflamatórias nos gânglios das raízes dorsais de L2 estavam relacionadas à manutenção das dores lombares, por um componente visceral e não somático. Desta forma, passei a sempre fazer procedimentos de bloqueio sobre esta zona, que representa a saída do sistema simpático lombar para as estruturas anatômicas da coluna.

    Outros trabalhos mostraram a microanatomia da inervação discal e facetária, o que levou ao blqueio seletivo de inervações facetárias e dos nervos sino vertebrais. Vários outros trabalhos da biomecânica clínica, que vem sendo desenvolvidos desde o princípio dos anos 2000, dos quais participo desde minha formação em Lyon, começaram a definir o que chamamos de morfotipos sagitais, e, desta forma estamos percebendo relações importantes com a dores da coluna.

    Para ter informações mais interessantes sobre pesquisas de definição biomecânica de morfotipos, pode tentar acessar o Projeto SinPatCo, do Departamento de Engenharia de TeleInformática da Universidade Federal do Ceará. Lá. há alguns anos, iniciei minha participação como colaborador de um estudo financiado pelo CNPq, que já produziu teses de mestrado e doutorado. Neste estudos, nós usamos uma tecnologia chamada de redes neurais artificiais, que é uma ferramenta estatística de análise de dados não lineares. É uma das vertentes de nosso estudo.

    Uma outra vertente de minha atuação foi o desenvolvimento de uma nova teoria biodinâmica da coluna, e quanto a isso você pode encontrar na internet palestras minhas sobre isto. Depois te mando o link.

    Com estas ideias, venho causando um impacto sobre as indicações cirúrgicas dos colegas de minha especialidade e fazendo avançar nosso conhecimento.

    Atualmente, temos recebido visitas técnicas de colegas de vários locais, para que possam desenvolver o mesmo trabalho de uma forma multicêntrica. Após a constituição de um time com as mesmas orientações, talvez valha a pena a realização de um estudo randomizado, duplo cego, multicêntrico. Assim ele teria mais valor.

    Novos avanços também foram feitos na compreensão dos mecanismos bioquímicos das dores agudas e crônicas, e hoje temos uma quantidade de medicamentos que não tínhamos há 2 anos no Brasil. Temos também a nova noção da participação das células gliais na manutenção das dores. Dessa forma, vemos claramente que o problema da dores da coluna envolve muitos mecanismos bioquímicos, biomecânicos e morfológicos. É exatamente este conhecimento que tem faltado aos praticantes dos métodos que critico.

    É a ssociação de tudo isso que vai constituindo o corpo do que chamei de neuroporação.

    Se você quise começar uma busca sobre a genética deste procedimento, e sobre tudo que o fundamenta, deveria buscar iniciar
    estudando termos como eletropermeabilização ou transporação. Eu creio, inclusive, que este termo transporação seja usado por alguns fisiatras e fisioterapeutas para administração superficial de medicamentos.

    Seguem em anexo as codificações pela tabela CBHPM dos procedimentos usados na neuroporação.

    Bloqueio do sistema nervoso autônomo – Cod CBHPM: 3.14.05.01-0
    Coluna vertebral: Infiltração foraminal – Cod CBHPM: 4.08.13-36-3
    Coluna vertebral: Infiltração facetária – Cod CBHPM: 4.08.13-36-3
    Coluna vertebral: Infiltração articular – Cod CBHPM: 4.08.13-36-3
    Punção de estruturas orienta por imagem – Cod CBHPM: 3.07.13.01-3
    Radioscopia para acompanhamento de procedimento – Cod CBHPM: 4.08.11.02-6

    É importante reforçar que a função primordial da neuroporação é a de controlar o processo inflamatório da coluna, permitindo a rápida entrada em ação da fisioterapia para a plena recuperação funcional do paciente. Não existe neuroporação sem fisioterapia!

    Creio que a discussão sobre a NEUROPORAÇÃO será muito benéfica a todos, e gostaria de dar continuidade, respondendo às questões que você tenham.

    Forte abraço a todos

  • Dr.Liberato Neto-Fisioterapeuta disse:

    Olá Dr. Henrique da Mota,

    Seria possível o senhor receber alguns fisioterapeutas ,individualmente, nas suas unidades intervencionistas,ou do Hospital Monte klinikum ou do São Mateus ,para poderem conhecer mais sobre esta técnica super eficaz ,a Neuroporação?
    A proposta não é que o senhor faça um curso para divulgar a técnica.Que isso fique bem claro.
    Será muito importante vermos o prognóstico diferenciado dos pacientes,seus relatos pessoais e suas espectativas para com a aplicação da sua técnica.
    Nada como conhecer ,na prática,o que ,até agora ,a grande maioria só ouviu falar.Quando passarmos a conhecer a técnica,vermos o seus resultados,comprovarmos que a fisioterapia será beneficiada com a Neuroporação,o preconceito irá sumir o que é o primeiro passo para o respeito e para uma possível a adesão

    Agradeço a oportunidade!
    Atenciosamente
    Dr. Liberato Neto
    Fisioterapeuta

  • Henrique da mota disse:

    Caro Dr Liberato Neto,

    Seria mais proveitoso o contato com o Dr Wiron, que poderia mostrar aos seus colegas todas as vantagens que podem ser tiradas dessa ação comum entre as técnicas intervencionistas médicas e as terapias cinético-funcinais.

    Não resta dúvida que, hoje, com a esta nova sistematização dos tratamentos inetrvencionistas fazemos em 7 a 14 dias dias o que em geral se leva meses para ser atingido com as técnicas agindo isoldadamente. Hoje, ao meu ver, não há logica em realizar fisioterapia em um paciente com fortes dores e inflamações, perdendo muito tempo, se podemos já entregar um paciente com um estado de analgesia e anti-inflamação plena, apto para um trabalho pesado de recuperação funcional.

    Bom pro paciente… bom pro fisioterapeuta. Esta é a contribuição que tenho dado.

  • Alana disse:

    Sou acadêmica de fisioterapia, e ouvi falar sobre a técnica, mas infelizmente não encontrei muitos artigos publicados e até mesmo fontes de pesquisa. O que pude entender de maneira simplória é que a neuroporação é a utilização da eletroporação, afim de potencializar a absorção e medicamentos, na membrana celular de um nervo. Gostaria de saber se o que eu entendi a respeito da técnica é verídico ou encontra-se equivocado.

  • Tãnia Lúcia disse:

    Votos de que esteja tudo bem.
    Interessante sua publicação, creio que poderia aproveita-la
    em divulgação no meu site, o que acha?
    Para ver meu endereço:
    https://planosdesaudehdm.com.br
    Sds.

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