Carmo de Minas (MG) – Quem sobe em um balão como passageiro não deve pensar muito. A ideia de voar a 1.500 metros do nível do mar e a 500 metros do chão exige abstração. Afinal, você estará em um cesto. E outra: quem sobe não faz a menor ideia de onde irá pousar. O piloto faz alguma, porque conhece a região e tem instrumentos para decidir. De todo modo, lá em cima fica-se ao sabor das correntes de ar. “Não sou em que me navega, quem me navega é o vento”, cantaria um piloto sambista. O POVO embarcou a convite da Nespresso. Ah, e só avise pra sua mãe depois de pousar. Leia completa aqui

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Jocélio Leal

Editor-chefe dos núcleos de Negócios e Economia do O POVO- POPVeículos/ POP Imóveis e Construção/Empregos& Carreiras/ Editoria de Economia/ Colunista de Economia e Política no O POVO/ editor-executivo do Anuário do Ceará desde 2001/ Apresenta flashes do Blog nas rádios O POVO-CBN e Nova Brasil FM/ Apresentador da TV O POVO (Canal Futura)

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