ESG

ESG: boas práticas valorizam negócios (Foto: Unsplash)

Que a sustentabilidade se tornou um assunto-chave quando a pauta é empreendedorismo, a maioria dos empresários já sabe. Mas o que muita gente ainda não conhece é o significado da sigla ESG, que tem se tornado cada vez mais comum nas discussões sobre novos negócios e tendências de mercado.

O termo vem do inglês Environmental, Social and Governance – em português, Ambiental, Social e Governança (ASG) – e representa boas práticas que as empresas buscam para minimizar o impacto ambiental de sua produção, investindo ainda na igualdade social dentro e fora do negócio. Um levantamento feito pelo Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que o conceito deve ser fundamental para a estratégia de crescimento nos próximos cinco anos.

O conceito, no entanto, não é novidade. Em 2017, uma pesquisa da consultoria Boston Consulting Group (BCG) demonstrou que empresas com melhor desempenho nessas práticas eram mais valorizadas no mercado. Após o início da pandemia, então, essa questão se tornou primordial: ainda segundo um estudo do Pacto Global, 84% dos empresários entrevistados para a pesquisa relataram maior interesse no tema em 2020.

O assunto, que de início parecia voltado apenas para empresas de médio e grande porte, chega agora aos micro e pequenos negócios, já que o consumidor tem se atentado às práticas de ESG na hora de escolher um produto ou serviço. 

Confira as principais normas de ESG para aplicar no seu negócio:

AMBIENTAL

– Busca por alternativas sustentáveis para a redução do impacto no meio ambiente

– Redução na emissão de poluentes

– Boas práticas com embalagens, geração, cuidado e descarte de plásticos e outros materiais

– Gerenciamento correto do descarte de lixo

SOCIAL

– Respeito aos direitos trabalhistas

– Valorização da saúde e segurança no ambiente de trabalho

– Apoio à diversidade e inclusão

– Posicionamento da empresa em causas e projetos sociais

– Atuação com a comunidade

GOVERNANÇA

– Adoção de políticas para o controle dos processos

– Comportamento e política institucional relacionados às práticas anticorrupção, lavagem de dinheiro e trabalho análogo à escravidão

– Transparência na política de remuneração dos diretores

– Valores, postura moral e ética nos negócios

– Valorização da prestação de contas e da responsabilidade corporativa

– Veracidade das informações de produtos e processos da empresa

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