Plínio Bortolotti

Asfalto mais alto do que a calçada: só Fortaleza tem, na av. Santos Dumont

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Na avenida Santos Dumont o asfalto é mais alto do que a calçada

Além do desconforto, a obra mal feita põe os pedestres em risco

De Mariana Lazari, estudante do 8º semestre do curso de Comunicação da UFC, recebi as fotos e o texto que segue abaixo:

«O asfalto num trecho da avenida Santos Dumont foi recapeado há pouco tempo. Passo sempre por ali e observei a “qualidade” do serviço. Em alguns trechos, é preciso descer do asfalto para a calçada. O problema não é novidade, mas é incrível que se continue investindo em obras dessa “qualidade”.

Na frente do BNB Clube (2ª foto), há um trecho rebaixado para acesso de veículos. O asfalto está tão mais alto do que a calçada, que os carros precisam descer pra chegar ao estacionamento. Há arranhões no asfalto que mostram que não é fácil sair dali…

Investe-se dinheiro público em uma obra necessária, mas feita de maneira tão descuidada, que logo esse asfalto estará mais uma vez esburacado. É preciso que se recupere o asfalto das avenidas – como a Santos Dumont -, mas não dessa maneira.»

Pois e, na Fortaleza, terra de ninguém, em vez de se subir na calçada é precisco “descer” do asfalto.

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7 Comentários

  • Romulo disse:

    O problema não está somente na qualidade do asfalto colocado nas ruas de Fortaleza, mas também no principal que é a segurança daqueles que transitam nas calçadas, pois, já não existem mais os chamados meio – fio, que tem como objetivo separar a rua por onde circulam os automóveis com este espaço que não mais pertence ao cidadão, chamado calçada…

  • Plínio,

    Gostaria de começar meu comentário de uma forma mais ácida. Venho acompanhando há mais de 10 anos os serviços de recuperação de ruas e avenidas de nossa cidade. Tal prática é comum, entretanto o que se vê em outras cidades e capitais, é a utilização de máquinas mais modernas que retiram todo o asfalto em camadas para que não ocorra o que vemos agora na Santos Dumont: o desnível. Só aí é realizado o recapeamento mantendo o meio-fio dentro da legislação. Mesmo não sendo um especialista da área, e não precisa ser,entendemos que a calçada de maneira nenhuma pode permanecer a um nível 3, 5 ou até 10 cm abaixo da pista de rolamento, pois coloca em risco as pessoas que ali transitam. Se a calçada em nível acima do asfalto já não é proteção para as pessoas, imaginem da forma como está ficando. E as galerias para abosorção de águas da chuva que em muitos pontos ou quase totalidade não existem?

  • Fernanda disse:

    engraçado. hj msm durante meu trajeto pela av. antonio sales, onde estão sendo realizadas obras do projeto denominado “transfor” (em q não consegui ver o real benefício q trará ao transito); me peguei lamentando mais uma vez por essa cidade agonizante q é/está Fortaleza. ademais da sensação de revolta e verdadeira tristeza que me causam fatos como este da av. santos dumont […]

    Cara Fernanda, retirei o trecho entre chaves […], este blog não publica agressões nem xingamentos. Se prefetir que o comentário seja retirado por completo é só avisar.

  • Norberto disse:

    Esse tipo de situação permite como vi ontem, motoristas mal educados (Van placa […]), subirem o canteiro que separa a pista marginal da Av. aguanambi da pista central.

  • Angelo disse:

    Só assim pra prefeitura dizer que as ruas não alagam mais. Agora as calçadas ficam inundadas e as ruas secas. Antes fosse “só” na Santos Dumont… Costa Barros e várias ruas do Centro, dentre tantas outras, estão do mesmo jeito… E a cara de pau e incompetência da prefeitura é tão grande que não se espantem se os proprietários dos imóveis das redondezas forem multados por irregularidades na altura e outras “irregularidades” nas especificações das calçadas segundo a lei orgânica do município.

  • Nando disse:

    RSRSRSR… “Pois e, na Fortaleza, terra de ninguém, em vez de se subir na calçada é precisco “descer” do asfalto”. SERIA ENGRAÇADO SE NÃO FOSSE TRÁGICO!!! E VIVA O POVO BRASILEIRO, O ÚNICO QUE FAZ PIADA DA PRÓPRIA DESGRAÇA.

  • Olá Plínio, fiquei pensando…
    Como é que os cadeirantes vão transitar pela avenida com esse desnível tão evidente?
    A se pensar…

    Flávia Vieira
    Moderadora do blog Dúvidas no Divâ

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