Plínio Bortolotti

Cinco modelos para financiar o jornalismo sem fins lucrativos

Em texto assinado por Margaret Looney, o IJNET (Rede Internacional de Joranlistas) publicou matéria mostrando cinco modelos para financiar o jornalismo sem fins lucrativos.

Está se tornando relativamente comum, nos Estados Unidos e alguns outros países, que os jornalistas busquem formas alternativas de financiar produção de matérias investigativas ou de fazer um jornalismo voltado para a comunidade.

Veja os modelos mais utilizados:

1. Financiado pela Comunidade. Campanhas financiadas por cidadãos comuns.
2. Micro-subsídios. Fundações doam uma pequena quantia para jornalistas empresariais ou freelancers iniciarem um projeto.
3. Paywalls. Cobra uma taxa de acesso ao conteúdo digital.
4. Cooperativas. Nos Estados Unidos já funciona uma cooperativa de jornalismo comunitário, modelo que também seguem jornalistas de outros países. [No Brasil um dos exemplos de maior sucessor de cooperativismo em jornalismo foi o Coojornal, periódico alternativo que circulou na década de 1970, de oposição à ditadura militar.]
5. Filantropia/entidades sem fins lucrativos. Modelo reúne múltiplos fluxos de receitas, vindos de fundações sólidas, doadores anônimos e às vezes empresas patrocinadoras.

Veja matéria completa no portal IJNET.

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