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Vasco Arruda

A rabeca encantada de Violina. Pois. Gostei logo, encanto ligeiro, do nome Violina. Para mim, menino de qualquer tempo e lugar, ouvi música que faz mexer, invencionices e fantasiações. Uma menina com nome Violina e que toca uma rabeca encantada? Corri para ler. Curiosidade de quem quer imaginar. E fui encantado pela história de quem tocando rabeca, faz a vida mudar de cor e até galinha voltar a botar ovo… Não vou contar o resto da brincadeira da estreante Adriana Alcântara. Quem quiser ser de bem, trocar uma tristeza por uma alegria, corra e se encante.
Demitri Túlio
[Apresentação do livro “A rabeca encantada de Violina”, de Adriana Alcântara. Fortaleza: Edição do Autor, 2010.]

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Vasco Arruda

Através do Pai-Nosso, a perspectiva se dirige para o próprio Jesus, para a sua mensagem e sua pessoa. Das sete petições pode-se deduzir como Jesus experimentou Deus e como ele entendeu a sua missão.
Jesus não aparece explicitamente no Pai-Nosso. Não há nenhuma palavra sobre ele próprio, sobre a sua honra e a sua atuação, também não aparece nenhuma palavra sobre a Igreja. O Pai-Nosso é totalmente teocêntrico. Nele se fala somente de Deus dentro do triângulo: Deus – mundo – ser humano. Com isso, aponta-se para os tempos iniciais do cristianismo, para os inícios jesuânicos.
Mas justamente pelo fato de o Pai-Nosso falar de modo concentrado sobre Deus é que Jesus está presente nele de forma abscôndita. Pois justamente a concentração em Deus corresponde à essência básica da sua existência e constitui a força motora de sua proclamação. Jesus não pregou a si mesmo. Ele não está interessado na sua autorrealização, mas na realidade e na realização de Deus. Sua profissão é falar de Deus no mundo e suscitar fé nas pessoas é o seu objetivo. Nele próprio se manifesta o que significa ter fé em Deus. Ele interpretou a sua relação pessoal com Deus nas suas pregações e nas suas ações. O Pai-Nosso contém a quintessência de sua experiência de Deus. Por isso, este é o credo próprio de Jesus.
Heinz Zahrnt
[Zahrnt, Heinz. Viver como se Deus existisse. Tradução de Haroldo Reimer e Ivoni Richter Reimer. – Petrópolis, RJ: Vozes, 1996, p. 162.]

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Vasco Arruda

O dogma sobre a assunção foi particularmente objeto de uma séria preparação para uma consulta da Igreja universal, que chegou ao reconhecimento da evidência da fé, ao povo cristão. O que pode parecer mais audacioso, na promulgação que Pio XII fez sobre a assunção, a 1º de novembro de 1950, é a ausência de todo fundamento escriturístico “direto”. Os teólogos protestantes reagiram assaz vivamente diante dessa situação, agravando o clima de desconfiança com relação às antigas noções de deusa guia.
Jean-Claude Michel
[Michel, Jean-Claude. Assunção de Maria, um êxtase de amor. Tradução de José Joaquim Sobral. – São Paulo: Editora Ave-Maria, 2005, p. 7. – (Série Virgem Maria; 4)]

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Vasco Arruda

Tupã Tenondé apresenta-se como colibri, a grande expressão do sagrado para o povo Guarani, pois é uma das suas primeiras formas de manifestação – o que vê a totalidade a partir dos mundos sutis do espírito. Ainda hoje é sob essa forma ágil que se apresenta um mensageiro divino – aquele que vem da morada de Tupã – quando quer transmitir uma orientação espiritual importante, ou um sinal de proteção, de presença, de indício de caminho correto.
Kaka Werá Jecupé
[Kaka Werá Jecupé. Tupã Tenondé: A criação do Universo, da Terra e do Homem segundo a tradição oral Guarani. São Paulo: Peirópolis, 2001, p. 35.]

Vasco Arruda

Com efeito, assim diz o Senhor Iahweh, o Santo de Israel: Na conversão e na calma estava a vossa salvação, na tranquilidade e na confiança estava a vossa força. À voz do teu clamor, ele fará sentir a sua graça; ao ouvi-lo, ele te responderá. Aquele que te instrui não tornará a esconder-se, sim, os teus olhos verão aquele que te instrui. Teus ouvidos ouvirão uma palavra atrás de ti: “Este é o caminho, segui-o, quer andeis à direita quer à esquerda”.

Is 30,15a;19b;20b-21