Sincronicidade

CARTA ABERTA SOBRE A FORMAÇÃO TEOLÓGICO-CATEQUÉTICO-PASTORAL DISPENSADA AO LAICATO CRISTÃO

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INTRODUÇÃO

Somos cristãos e cristãs, entre leigos, religiosos e padres, que participam ativamente da caminhada eclesial e se engajam em diversas pastorais. Já há algum tempo, andamos preocupados com a Igreja de Cristo em Fortaleza quanto à maneira como vive sua missão evangelizadora no mundo de hoje. Particularmente, nos preocupa o preparo catequético-teológico dos “operários na Vinha”, agentes e testemunhas do Reino de Deus nas realidades seculares deste nosso mundo.
Desde o Concílio Vaticano II, a formação dos cristãos leigos encabeça a lista das prioridades para a Igreja Católica. Recentemente, fundou-se a Faculdade Católica de Fortaleza (FCF), com sede no Seminário da Prainha, como resultado de uma fusão dos dois institutos anteriores, a saber: o ITEP (Instituto Teológico-Pastoral do Ceará) e o ICRE (Instituto de Ciências Religiosas). Além da Faculdade contamos, há 40 anos, com a formação básica e avançada de catequistas pela ESPAC, seguindo a linha da Catequese Renovada. A tradição do concílio e das conferências episcopais latino-americanas de Medellín a Aparecida, bem como o testemunho profético de fé de figuras locais proeminentes como Pe. Cícero Romão, Dom Helder Camara e Dom Aloísio Lorscheider c o m p r o m e t e m, a nosso ver, os responsáveis por essa formação, especificamente a direção da FCF e seu chanceler, o Sr. Arcebispo. Essa tradição eclesial promove uma teologia latino-americana engajada na causa salvífico-libertadora do Evangelho mediante a opção pelos pobres, uma teologia católico-ecumênica e em contínuo diálogo crítico com o mundo atual e as ciências, uma teologia profundamente sintonizada com “as alegrias e esperanças, as tristezas e as angústias” de mulheres e homens em deparo com as grandes questões da nossa época.

NOSSOS QUESTIONAMENTOS

No entanto, não é isso que vemos acontecer. Elencamos, em seguida, algumas observações baseadas em fatos recentes e perguntamos o que tais fatos podem significar para um projeto de formação humana e cristã de qualidade para o Povo de Deus:

  • Expectativas formuladas e esperanças suscitadas pela dinâmica ao longo da construção coletiva do Projeto Político-Pedagógico (PPP), em 2006 e 2007, com a finalidade de alicerçar uma faculdade nova e unificada, encontram-se hoje, diante da realidade criada pela FCF e, em parte, imposta pelo MEC, frustradas porque engavetadas e esquecidas nos arquivos da instituição.
  • Surpreende-nos que cursos bem procurados de especialização [pós-graduação latu sensu] em psicologia da religião e ciências da religião simplesmente sumiram da agenda acadêmica e, além disso, lamentavelmente, um curso solicitado ao MEC de especialização em Bíblia e de graduação em ciências da religião não tem sido autorizado.
  • De 2009 ao presente momento está em curso, na FCF, uma radical reestruturação do quadro docente, justificada formalmente com a necessidade de saneamento financeiro e com a exigência, da parte do MEC, de uma titulação acadêmica adequada dos professores. Contudo, chama atenção o fato de que as demissões resultantes desta reestruturação atingiram quase exclusivamente teólogos leigos ou padres casados, reconhecidos por sua excelência na prática de ensino, engajados nas comunidades eclesiais e comprometidos com a fé da Igreja.
  • Nota-se um esvaziamento progressivo de alunos, sobretudo no turno da noite (antigo ICRE). Ouvem-se muitas queixas sobre uma significativa queda na qualidade do ensino, nas disciplinas bíblico-teológicas. Respira-se um clima de preocupante desânimo entre discentes e docentes.
  • Mais alarmante, porém, parece-nos ser o crescente isolamento deste espaço de formação teológica. Constatamos atividades formativas não coordenadas, particularizadas e pontuais, para não falar do baixo teor reflexivo e da ingenuidade hermenêutica no estudo da Sagrada Escritura e dos documentos oficiais do Magistério. Após diversas tentativas de alertar os responsáveis acerca dessa situação perguntamo-nos, perplexos, para onde uma formação teológica tão defasada pretende levar o Povo de Deus de Fortaleza, sedento da palavra viva, encarnada na realidade e compreendida de forma madura?
  • Não podemos deixar de reconhecer neste conjunto de medidas uma tendência à clericalização da Igreja de Fortaleza. Nisso se encaixam fatos e tendências eclesiásticos como a substituição da antiga diretoria mista (padres-leigos) por uma chapa formada exclusivamente de clérigos e a adoção de atitudes que levantam suspeita de censura que pode comprometer a liberdade de pesquisa e de expressão na Academia. Tais retrocessos reabrem o fosso, existente no catolicismo pré-conciliar, entre clero e laicato, esfera sagrada e profana, fé e política, Igreja e mundo, graça e pecado. Diante disso, indagamos: Qual o perfil de cristão que a Igreja – e a Igreja somos todos nós – deseja formar para enfrentar os desafios da sociedade contemporânea, com sua efervescência religiosa confusa, de um lado, e seu espírito secularizado, individualista e consumista, do outro?
  • Sentimos necessidade de lembrar aos responsáveis pela formação teológica do Povo de Deus de Fortaleza, que a teologia só pode nascer da fé do povo servindo à Palavra de Deus que nos liberta de todas as escravidões e nos apaixona pela missão.
  • Quanto à relação entre o clero e o povo cristão leigo, é bom não esquecermos que, de acordo com o Vaticano II, por causa do batismo, todos os cristãos usufruem de total igualdade, porque o Espírito Santo é o mesmo em Cristo e nos cristãos e que o “sacerdócio ministerial” não está acima do “sacerdócio régio” e muito menos acima da Palavra.

PALAVRAS FINAIS

Eis o que nos inquieta acerca do rumo que a formação do povo cristão, em Fortaleza, está tomando. Com esta Carta Aberta queremos chamar a atenção dos responsáveis diretos, mas também a de todos os fiéis – leigos, religiosos e padres –, corresponsáveis pelo sacerdócio batismal, para os perigos de uma formação cristã defasada e inadequada, caso queiramos cumprir a nossa missão transformadora no mundo de hoje. Convidamos todos para o debate franco e urgente dessas e de outras questões que dizem respeito à qualificação do nosso testemunho cristão. Tal debate se presta à construção de uma Igreja “Comunhão-e-Participação”, onde não prevalece o silêncio obsequioso e a uniformização, mas aquela unidade viva que representa toda a diversidade enriquecedora do povo e de sua fé.

Fortaleza, em fevereiro de 2011.

[assinaturas em anexo]

A N E X O

Agean Monteiro de Sousa, Área Pastoral São Francisco de Assis, Fortaleza
Aldenor Menezes Angelim, Comunidade Santo Américo, Fortaleza
Alexandre Carlos Ferreira Lins, ex-aluno da ESPAC, Fortaleza
Alice Maria da S. Rodrigues, catequese/João XXIII, Fortaleza
Ana Alves da L. Valentin, Área Pastoral da Barra do Ceará, Fortaleza
Ana Cely Machado de Sousa, grupo de oração e liturgia (Paróquia N. S. das Dores), Fortaleza
Ana Clara Pinto, Catequese, ex-aluna do ICRE, Fortaleza
Ana Cristina de O. Pereira, Área Pastoral São Francisco de Assis, Fortaleza
Ana Lourdes de Freitas, CEB’s, Fortaleza
Ana Neuza de Farias Paiva, Juventude Franciscana, Fortaleza
Anatatia de Sousa Jerônimo, Catequese, Fortaleza
Andréa Lima Carneiro, ex-aluna do ICRE, Fortaleza
Antônia Arleth Sousa Moreira, ex-aluna do ICRE, acessória bíblica do CEBI, Fortaleza
Antônia Maria da Silva, leiga, Fortaleza
Antônia Maria Marques Pereira, ECC (Área Pastoral da Barra do Ceará), Fortaleza
Antônia Socorro de Souza, leiga, Fortaleza
Antônio Leonor de Maria, Líder Pastoral da Criança, Fortaleza
Antônio Rodrigues dos Santos, CC Nova União, Fortaleza
Antônio Rubens Pompeu Braga, ex-aluno da ESPAC, fortaleza
Antônio Sérgio Bezerra Ferreira, Pastoral Operária/Palmeiras, Fortaleza
Ariadna Ramos Ribeiro, Movimento Familiar Cristão, Fortaleza
Ariosto Mota Moreno Filho, Bacharelado de Teologia na FCF, Fortaleza
Bete Mary Flynn, Ir. de Notre Dame, facilitadora do CEBI, Grupo Agar, Fortaleza
Carlo Tursi, Coordenação Arquidiocesana das CEB’s, Fortaleza
Célia maria de Sousa Lima, ex-aluna da ESPAC, Fortaleza
Cícera da Silva Martins, CEB’s PAMEN, Pastoral da Criança, Fortaleza
Clara da Conceição Cruz de Sousa, Missionária (Paróquia N. S. das Dores), Fortaleza
Claudete S. Morais Frencken, leiga, “O Grupo”, Fortaleza
Cleomar Ferreira da Conceição Alves, catequista, ex-aluna da ESPAC, Fortaleza
Cristiane Lima, Pastoral da Criança/Mag. Alves, Fortaleza
Damiana Carneiro do Nascimento, Bacharelado em Teologia – FCF, Fortaleza
Domingo Cassain Sales, CEB’s/Paróquia Cristo Rei, Fortaleza
Domingos Sávio Régis Alves, aluno do CEBI, Escola Bíblica Santo Dias, Fortaleza
Doris Holanda Sampaio, Renovação Cristã do Brasil, Fortaleza
Edvane Barros Maia, CEBI – acessória bíblica, Fortaleza
Eliana M. Vasconcelos, aluna da FCF, Fortaleza
Elianira Alves Duarte, Pastoral do Idoso (N. S. dos Remédios), Fortaleza
Elierton Marques de Menezes, ex-funcionário do ICRE, Fortaleza
Eliete Alves Rodrigues, ex-aluna do ICRE, Fortaleza
Érica Maria Torres Pompeu, aluna da Teologia – FCF, Fortaleza
Ernandes Alves de Lima, Pastoral do Idoso (N. S. dos Remédios), Fortaleza
Fátima Maria Carvalho Rocha de Moura, teóloga, facilitadora do CEBI, Fortaleza
Felipe da Silva Barros, voluntário da Pastoral da Criança, Fortaleza
Fernanda Gonçalves de Souza, Pastoral do Povo da Rua, Fortaleza
Fernando Antônio Pinto, ex-aluno de ESPAC e ICRE, Fortaleza
Fernando Henrique da Silva, Área Pastoral São Francisco, Fortaleza
Frances de ???, Renovação Cristã do Brasil, Fortaleza
Francisca Antônia Ferreira Pinheiro Sousa, leiga, Fortaleza
Francisca das Chagas de S. Lima, Pastoral da Juventude, Fortaleza
Francisca Francine Antunes Oliveira, CEBI, Fortaleza
Francisca Idalice de Sousa Santos, Iniciação cristã, Crisma, Fortaleza
Francisca Irismar dos Santos Lima, Catequese (N. S. dos Remédios), Fortaleza
Francisca Márcia de Oliveira Barros, Catequese, aluna da ESPAC, Fortaleza
Francisca Maria Mendes Sousa, Grupo Agar, Fortaleza
Francisca Régia de Maria, Educadora Social da Pastoral do Menor, Fortaleza
Francisca Regina de Almeida Sales, MESC, Dízimo (Paróquia N. S. das Dores), Fortaleza
Francisca Verônica Chagas Araújo, Assessoria Bíblica do CEBI, Fortaleza
Francisco Davi de Morais Furtado, pastoral da crisma (Paróquia N. S. das Dores), Fortaleza
Francisco Evandro de Alencar, Bacharelado em Teologia – FCF, Fortaleza
Francisco Fernando Martins, ex-aluno do ICRE, Fortaleza
Francisco José Cirilo, Pastoral Operária, Fortaleza
Francisco Leite de Sousa, Aluno CEBI, Fortaleza
Francisco Roberto Bezerra Leita, ex-aluno da ESPAC, Fortaleza
Francisco Silva Furtado, Catequese, Fortaleza
Francival Pires Pereira, aluno do ICRE (FCF), Fortaleza
Frei Genilson dos Santos, OFM, Bacharelado de Teologia na FCF, Fortaleza
Frei Marcos Carvalho, OFM, Fortaleza
Geralda Alexandrino do Nascimento Serra, Catequese, Fortaleza
Geraldo Frencken, professor, Fortaleza
Gerd Günther Buttgereit, aluno da Faculdade Católica de Fortaleza (FCF), Fortaleza
Graciola Sales Conceição, Igreja Cristo Rei, Fortaleza
Iara Féras Araújo, CEB’s (Área Pastoral Praia do Futuro II), Fortaleza
Inés de Fátima Souza Alves, Missionárias da Mãe da Visitação, Fortaleza
Ivonilde de Castro Calhado, Renovação Cristã do Brasil, Fortaleza
Jaefson Rodrigues Rodrigues, ex-professor do ICRE, facilitador da ESPAC, Fortaleza
Jean Rodrigues Braga, Bacharelado de Teologia na FCF, Fortaleza
Jean Souza dos Anjos, ex-aluno do ICRE, Fortaleza
Jeane Freitas, Área Pastoral da Barra do Ceará, Fortaleza
Joana D’Arc Martins de Lima, Área Pastoral da Barra do Ceará, Fortaleza
João Bezerra de Freitas, Bacharelado em Teologia – FCF, Fortaleza
João de Deus Filho, Igreja Santa Luzia, ex-aluno, Fortaleza
João Duarte de Siqueira, aluno da FCF, Fortaleza
João Leondenes Facundo de S. Júnior, Agente de Pastoral – catequista, Fortaleza
João Lino Neto, Pastoral do Povo da Rua, Fortaleza
José Airton de Maria, Coordenação das CEB’s, Fortaleza
José Clodoaldo Ferraz, Área Pastoral da Barra do Ceará, Fortaleza
José Edson Girão, aluno da FCF, Fortaleza
José Elin de Sousa, leigo, Fortaleza
José Gileno Neves Filho, leigo, Fortaleza
José Neyardo Alves de Araújo, Bacharelado de Teologia na FCF, Fortaleza
José Sampaio, Estudo Bíblico, Crisma (Área Pastoral da Barra do Ceará), Fortaleza
Josilene Queiroz do Nascimento, ex-aluna da ESPAC, Fortaleza
Juscelino Dias da Rocha, CEB’s Pici/Henrique Jorge, Fortaleza
Karen Luana Cazuza da Silva, Educadora Social da Pastoral do Menor, Fortaleza
Luis Eduardo Torres Bedoya, ex-professor da FCF, Fortaleza
Madyson Felipe Gomes Lima, Shalom português, Fortaleza
Marcello Tavares Holanda Bacharelado de Teologia na FCF, Fortaleza
Marcelo B. de Oliveira, Paróquia N. S. da Assunção, Fortaleza
Márcia Maria Araújo Martins, Facilitadora Bíblica do CEBI, aluna do ICRE, Fortaleza
Marcos Aurélio Martins de Araújo, Área Pastoral da Barra do Ceará, Fortaleza
Maria Aldamir de Almeida, Facilitadora do CEBI (Ir. de J. M.), Fortaleza
Maria Antônia Pereira P. Silva, Pastoral Carcerária, Fortaleza
Maria Antonieta Ribeiro do Bezerra, ex-aluna da ESPAC, Fortaleza
Maria Bezerra Fernandes, Catequese, Fortaleza
Maria Clebia Pinto Mote Maciel, liturgia, evangelização, MESC, Fortaleza
Maria Cleide Pires e Andrade, Irmã Dominicana, Fortaleza
Maria da Conceição M. de Sousa, CEBI, ex-aluna da ESPAC, Fortaleza
Maria das Dores Vieira Pereira, Coordenadora Comunitária pastoral da Criança, Fortaleza
Maria de Fátima Alves, CEBI, Fortaleza
Maria de Fátima Lucena Xavier, aluna da FCF, Fortaleza
Maria de Fátima Silva, catequista de N. S. dos Remédios, Fortaleza
Maria de Jesus Alves da Silva, Área Pastoral da Barra do Ceará, Fortaleza
Maria de Lourdes Pereira de Lima, Apoio Pastoral da Criança, Fortaleza
Maria do Carmo de Lima Carneiro, Legião de Maria, Fortaleza
Maria do Céu do Nascimento Chaves, Bacharelado em Teologia – FCF, Fortaleza
Maria do Socorro da Silva Oliveira, Pastoral da Crisma, Pastoral da Liturgia, Fortaleza
Maria Edite Silva, CEB’s, Arquidiocese, Fortaleza
Maria Edite Silva, CEB’s, Fortaleza
Maria Edna Souza Barbosa, Catequese (teologia), Fortaleza
Maria Eliete de Araújo, Grupo Agar, Fortaleza
Maria Elisa Montoya Guarin, Irmã Dominicana, Fortaleza
Maria Fátima de Souza Jerônimo, Catequese, ex-aluna do ICRE, Fortaleza
Maria Gomes de Sousa, Estudo Bíblico, Fortaleza
Maria Gorete de Almeida, Pastorais Sociais (Paróquia Nossa Senhora das Dores), Fortaleza
Maria Gorethe Sousa, Pastoral da N. S. de Fátima, Fortaleza
Maria José de Silva Ramalho, MESC, Fortaleza
Maria Marlene de Aguiar, Secretaria do Trabalho do Desenvolvimento Social, Fortaleza
Maria Norberta Viana, facilitadora do CEBI, Fortaleza
Maria Regina de Sousa, Bacharelado em Teologia – FCF, Fortaleza
Maria Silêuda Silva dos Santos, Bacharelado de Teologia na FCF, Fortaleza
Maria Valdicélia Cavalcante Lopes, Conselho Comunitário Monsenhor Souto, Fortaleza
Maria Valdinéia Morais Oliveira, Pastoral do Povo da Rua, Fortaleza
Maria Vieira do Nascimento, Legião de Maria, Fortaleza
Marília Santos de Menezes, leiga, Fortaleza
Marinete Jales Rodrigues, CEBI, Grupo Agar, aluna do ICRE,
Marta Maria V. do Nascimento, Bacharelado de Teologia na FCF, Fortaleza
Martha Mota Machado, ex-aluna do ICRE (extensão), Fortaleza
Michael Becker, docente da FCF, Fortaleza
Michael Kosubek, docente da FCF, Fortaleza
Paulo Rosemberg Farias, Área Pastoral da Barra do Ceará, Fortaleza
Pe. Ermanno Allegri, Adital, Fortaleza
Pe. José Álvaro Campos Vieira, Paróquia N. S. da Paz, Fortaleza
Pe. Lino Allegri, Pastoral do Povo da Rua, Fortaleza
Pe. Marcos Passerini, Pastoral Carcerária, Fortaleza
Pedro Melo, Bacharelado de Teologia – FCF, Fortaleza
Raimundo da Silva Paiva, PJMP, Fortaleza
Regina Célia Araújo de Freitas, Bacharelado em Teologia – FCF, Fortaleza
Regina Célia Terto, Ministra da Palavra Fortaleza
Rejane Nascimento de Sousa, Articulação da Paróquia N. S. da Assunção, Fortaleza
Rubens Usinete da Costa, Catequese, Fortaleza
Sâmya Veras, Catequese, Fortaleza
Sérgio Alves de Nascimento, leigo, Fortaleza
Serly Melo Barros Souza, Catequese, Fortaleza
Stella Maris Sales, CEBI, ex-aluna do ICRE, Fortaleza
Tânia de Lucena Nóbrega, aluna da FCF, Fortaleza
Tânia Maria Marques Pereira. Estudo Bíblico (Área Pastoral da Barra do Ceará), Fortaleza
Tânia Maria Pinheiro de Almeida, Leiga Salvatoriana (Paróquia da Parangaba), Fortaleza
Tereza de Jesus Nascimento Pinto, leiga, Fortaleza
Terezinha Casimiro Albuquerque, facilitadora bíblica do CEBI, Fortaleza
Tiago Silva, Pastoral da Criança/Mag. Alves, Fortaleza
Vicente Vidal, Assessoria Bíblica do CEBI, Fortaleza
Victória Régia Amais de Paiva, CEBI, UFC-sociologia, Fortaleza
Walmir Gomes Pessoa, Bacharelado em Teologia – FCF, Fortaleza
Welma Andrade Wanderley, Grupo Agar, Fortaleza
Zilda Barros de Oliveira, Área Pastoral da Barra do Ceará, Fortaleza

5 Comentários

  • Paulo Roberto Girão Lessa disse:

    Campanha da Fraternidade 2011

    Na verdade, nestes últimos anos a Terra
    está mudando! A temperatura sobe assim
    como o nível dos mares.
    Os extremos de chuvas e secas fortes já
    afetaram regiões de todo planeta.
    O homem está fazendo da Terra um habitat
    impróprio para o mesmo homem.
    Não é o planeta que precisa de nós e sim nós
    precisamos da nossa Casa: a Terra.
    Se houver o extermínio de parte da população
    será uma lição para os seres humanos que
    insistem em permanecer em baixas vibrações
    com orgulho, vaidade e egoísmo; entre outras.
    Para impedir estas catástrofes temos que mudar
    para melhor!
    Foi a humanidade que causou as mudanças
    climáticas e deve ser ela que irá corrigir suas faltas.
    Todos unidos pela salvação do nosso Planeta!

  • Paulo Roberto Girão Lessa disse:

    SÃO JOSÉ: PAI AMIGO

    Maria precisou muito de seu esposo
    José para dar continuidade à tarefa
    de criar e auxiliar Jesus em sua
    missão redentora.
    São José assumiu compromisso com
    sua amada Maria e respeitou-a sendo
    amoroso e terno ao extremo.
    Nos dias de insegurança da jovem
    Maria, José foi companheiro e amigo
    e dedicou àquela família todas as
    forças e energias.
    Mesmo sem entender os mistérios do
    Menino adorado por reis magos e
    pastores, o carpinteiro José soube
    não se abalar com as loucuras de
    Herodes e a dureza das Legiões
    Romanas.
    Na hora certa, tomou a decisão de
    ir para o Egito e de voltar depois da
    morte de Herodes.
    A criança cresceu tendo como
    exemplo, aqui na Terra, de um pai
    amigo, trabalhador e seguro.
    Jesus certamente tem para com José
    uma gratidão imensa. Ele foi modelo
    para o jovem pregador.
    José nunca pensou em separar-se de
    Maria. Um completava o outro.
    O amor e o respeito era lição de vida
    no casal.
    As crises que abalam os casamentos
    hoje, principalmente no primeiro
    ano de união, não abalaram um casal
    que colocou o Amor e a renúncia
    diante da missão como a fonte maior
    de felicidade para a família.

  • Paulo Roberto Girão Lessa disse:

    Liberdade de culto

    Em nome de Deus muitas guerras aconteceram na nossa história. É em nome de Deus que os terroristas matam inocentes. A tolerância à prática do culto religioso evitará os extremos e os extremistas que matam pensando em agradar seu deus. Liberdade com responsabilidade, pois o Ocidente tolera falsos profetas que cultuam uma teologia da prosperidade e da retribuição material das coisas espirituais sagradas. Todos temos o direito de cultuar nossa fé dentro da ordem e do bom senso. Os cultos afro-brasileiros também são convidados a serem respeitados. Quem ama não discrimina. A pluralidade evita a uniformidade de opiniões. Dentro do princípio democrático, sou livre para acreditar e praticar uma fé que busca o bem comum.

  • Paulo Roberto Girão Lessa disse:

    São José

    O compromisso com a família nos leva a pensar na responsabilidade que são José viveu na Família Sagrada de Nazaré. José nunca se sentiu obrigado em relação a Maria, sua companheira, o Filho e toda a comunidade. Ele agiu na intuição da força maior que movimenta o universo: o Amor. José assumiu a paternidade plena de Jesus mesmo não sendo seu pai biológico. A criança cresceu em graça, estatura e em Amor. Como pai, José obedeceu às intuições dada pelos anjos e nunca desarmonizou sua vida com Maria. Eles conversavam e sempre a voz divina era que harmonizava diferenças que enriquecem a vida dos casais. José da Maria era simples em sua profissão de carpinteiro mas fazia tudo bem feito dando exemplo de honestidade a Jesus Menino.
    O que as crianças mais precisam é de pais e mães compromissados com o crescimento da família como todo e de todos seus membros. Num mundo individualista e materialista de hoje, necessitamos de pais que dêem exemplo de Amor à família. Quem ama cuida! É do exemplo de são José que as famílias mais precisam.

  • francine Antunes de Oliveira disse:

    Campanha da fraternidade de 2012,cujo Tema :FRATERNIDADE E SAÚDE PÚBLICA,e cujo lema:QUE A SAÚDE SE DIFUNDA SOBRE A TERRA(cf.Eclo 38,8) onde aborda o descaso com o ser humano.Eu,sou testemunha de ter visto muitos rostos sofridos nas filas em Hospitais, eCento de Saúde em busca de uma consulta,como funcionária Pública que sou, ví a angustia de crianças, Adultos e Idosos a suplicar por um atendimento decente,Quem sabe, só um remedinho Doutor/ o resto DEUS faz a difereça.È hora de renunciar as vaidades por operar um Posto de um cargo mais elevado, cuidar do ser humano nos seus TRÊS AIS: 1 ai de fome, 2 ai, de remedios,3 ai de dignidade ,com simplecidade,sem alardes,fazendo assim as pessoas vivem melhores, os rios correm mais lentos, e os ventos sopram em lugares nunca visto.LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO>

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